Relatório Diagnóstico
Riscos de incêndio

Soluções de seguranca contra incendio, licenca do bombeiro com responsabilidade técnica e agilidade em colonia.

PROJETOS E APROVAÇÕES

EQUIPAMENTOS E SISTEMAS

TREINAMENTOS IN COMPANY

REGULARIZAÇÃO PREDIAL

seguranca contra incendio colonia licenca do bombeiro AVCB CLCB Alphaville

AVCB em Eventos Esportivos e Culturais: Cuidados e Exigências Especiaisseguranca contra incendio colonia licenca do bombeiro AVCB Bombeiro Alphaville

Auto de Vistoria: O Canto do Alento e da Segurança

Prólogo: A Missão e o Esclarecimento

Com o fito de elidir qualquer dúvida que se aninhe,

Erguemos este compêndio, que a mente desalinhe

De incertezas sobre o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros,

Ou o Alvará dos Milicianos, em seus nobres roteiros.

Para que o vosso lar ou o labor, em seus vastos recintos

— Comércios, indústrias, hospitais, condomínios distintos —

Se curvem à exigência do Corpo de Bombeiros Paulista,

Em conformidade plena, numa senda legalista.

De anos de mister, onde o laudo é o nosso estandarte,

E projetos de combate ao fogo são a nossa arte,

As questões capitais, que nos chegam sem cessar,

Neste verso solene, iremos aprofundar.

O Que É o AVCB: A Carta de Garantia

O Auto de Vistoria, que o CBPMESP concede,

É a chancela que atesta, e o risco retrocede.

É o documento que assegura, com fulgor e com rigor,

Que o sítio licenciado cumpre, sem pejo ou temor,

Os preceitos inarredáveis de segurança e ordem,

Contra o ímpeto voraz que as chamas desbordem.

Seja laudo, licença, vistoria, ou alvará,

Seu mister é o mesmo, a vida a preservar.

Para que a emissão se cumpra, e o papel seja lavrado,

O edifício deve estar, em tudo, aparelhado,

Acolhendo o PPCI (Plano de Prevenção), em sua forma mais pura,

A afastar o pavor e a nefasta desventura.

A Razão de Ser da Licença: O Escudo da Existência

A licença do AVCB, em primazia, se destina

A ser o escudo que a vida e o bem-estar catalisa.

Sem este alvará, a existência se faz precária,

Pois o fogo, em sua fúria, não conhece área.

É o documento que a lei exige, com veemência,

Para a regularização plena, em sua essência.

Sem o laudo, o alvará de funcionamento se esvai,

E o comércio ou o lar, em perigo, cai.

Só se logra o seguro, a apólice firmada,*

*Se a casa se alinha, em preceito e jornada,*

*Aos ditames do Corpo de Bombeiros, em sua alta missão,*

*E o AVCB se faz a prova, a plena condição.*

Mister é notar que o erário e as hostes licitatórias

Rejeitam o pleito de quem não cumpre as regras meritórias.

O Império da Lei: O Estatuto e o Rigor

Há um estatuto que rege o AVCB e o labor,

Dos projetos que combatem o fogo, com ardor.

Em 2015, o governador paulista, em seu decreto,

A Lei Complementar nº 1.257 pôs a preceito.

Conferindo ao CBPMESP a prerrogativa augusta

De fiscalizar o risco, em sua forma mais justa.

A vistoria pode ser rogada, em ato de presteza,

Pelo dono, pelo técnico, ou por quem a obra preza.

Ou, ainda, conforme a estratégia do CBPMESP,

Em sua própria agenda, sem que haja tropeço.

A Consequência da Inobservância: A Pena e o Embargo

Se a norma for vilipendiada, e o Alvará não for obtido,

A infração se manifesta, o mal é cometido.

Multas e advertências são a primeira sanção,

E a cassação da licença, a dura punição.

Se o risco à vida se avizinha, em perigo iminente,

O militar do Corpo de Bombeiros, de modo urgente,

Poderá interditar o local, em ato de cautela,

E a prefeitura será notificada, para que ela

O embargo decrete, ou a interdição se faça,

Advertindo o responsável, para que a lei não se desfaça.

A Vistoria: O Crivo da Aprovação

A inspeção do Corpo de Bombeiros é o passo crucial,

Para que o AVCB se liberte, em seu fulgor legal.

Neste ato, se verifica se o que foi aprovado outrora,

No projeto, se cumpriu, e o erro se evapora.

Os dispositivos de segurança, em sua plena função,

Devem estar implantados e mantidos, sem transgressão.

Antes, o AVCB aprovado era um decreto imutável,

Mas o decreto 63.911/18, em seu teor notável,

Permite agora a fiscalização a qualquer tempo,

E a suspensão da licença, se houver contratempo.

A vistoria é marcada no Via Fácil Bombeiros,

Com prazos distintos, em seus nobres roteiros:

Trinta dias para o Projeto Técnico, em sua forma plena,

E sete dias para o Simplificado, sem qualquer pena.

Pode o Bombeiro vistoriar, em qualquer instante,

Mesmo após a liberação, em zelo constante.

Mister é ter um especialista, que a obra conduza,

Para que o laudo se obtenha, e a paz se traduza.

AVCB Laudos e Engenharia, em sua alta perícia,

Cuida de cada detalhe, com rara e fina malícia,

Para que o AVCB se alcance, em tempo exato e breve,

Com o custo-benefício que a alma alivia e eleve.

Onde a Vistoria é Imperiosa: O Rol de Obrigações

A Vistoria do AVCB, em lei, se faz prescrita,

Para os locais que a norma, em seu texto, delimita:

  • O comércio em geral, do restaurante à indústria,
  • O edifício multifamiliar, que a vida ali se ilustra.
  • A construção, ampliação, ou reforma que se faça,
  • A mudança de uso ou ocupação, que a lei não desfaça.
  • A regularização do risco, em sua plena extensão,
  • A ocupação provisória, em sua breve transição.

Onde a Vistoria é Dispensa: A Exceção da Regra

Conforme o decreto estadual 63.911/18, em seu artigo e parágrafo,

A Vistoria do AVCB não se impõe, em seu epígrafo,

Aos lares de uso residencial unifamiliar, em sua singeleza,

Ou à residência que se ergue, em mista natureza,

Com acesso apartado e sem interligação,

Para que a lei se cumpra, em sua justa razão.

O Preço da Cautela: O Valor do AVCB

O preço do AVCB se modula e se varia,

Pelo tipo de local, a metragem que o dia

Do cálculo exige, e o ano da construção que se finda.

Os controles que se impõem, para que a licença se brinde,

Tanto para o novo laudo quanto para a renovação que se anseia.

Mas, acima do valor, a máxima se alteia:

É mais econômico o prevenir que o remediar,

Pois a vida e o patrimônio não se podem comprar.

O Rito de Aquisição: Os Passos para o Alvará

Para que o alvará se obtenha, o caminho é traçado:

  1. Verificar se o sítio, em seu teor, está obrigado Ao AVCB, em sua forma legal e precisa.
  2. Contratar a AVCB Laudos e Engenharia, que se avisa Como a empresa especializada, que o projeto conduz, E a obra realiza, sob a mais clara luz.
  3. Após a contratação, a AVCB Laudos e Engenharia prossegue, Com o levantamento de dados, para que o processo se entregue: Plantas, comprovantes da área, e os laudos que se requerem (De elevador, gerador, gás, para-raios, que a norma aferem).
  4. Aguardar que a AVCB Laudos e Engenharia o projeto elabore, E a aprovação obtenha, antes que o tempo se esmore.
  5. Implementar as medidas que o Corpo de Bombeiros aprova: Sinalização, iluminação, extintores, hidrantes, que se renova A segurança do local, em sua plena função.

A Vigência do Laudo: O Tempo da Validade

A validade do AVCB se estende, em seu alcance,

De seis meses a cinco anos, em seu nobre lance:

O Período Breve (Seis Meses)

  • Local de Reunião Pública: A construção que é provisória.

O Período Anual (Um Ano)

  • Local de Reunião Pública: Centro esportivo e de exibição, ou a boate que se acende.
  • Explosivos: Indústria ou depósito, que a cautela se estende.

O Período Bienal (Dois Anos)

  • Local de Reunião Pública: Estação e terminal de passageiro, auditório e arte cênica, clube social e salão de festa.
  • Explosivos: O comércio, que a norma atesta.

O Período Trianual (Três Anos)

  • Serviços de Hospedagem: Hotel e assemelhado, ou o hotel residencial.
  • Comercial: Comércio de baixa, média ou alta carga, e o shopping center colossal.
  • Serviço Profissional: Escritório, laboratório, agência bancária, ou serviço de reparação.
  • Educacional e Cultura Física: Escola, centro de treinamento, ou espaço para cultura, em sua função.
  • Local de Reunião Pública: Sítio de valor inestimável, templo religioso, ou o velório que se faz.
  • Serviço Automotivo: Garagem sem público ou abastecimento, ou o hangar que a aeronave traz.
  • Serviço de Saúde e Institucional: Hospital, clínica, repartição pública, ou local de restrição.
  • Indústria: Com carga de incêndio diversa, em sua variação.
  • Depósito: De material incombustível ou de todo tipo, que a norma se impõe.
  • Energia: Central de transmissão, que a força se dispõe.
  • Especial: Túnel, líquido inflamável, central de comunicação, canteiro de obras, silos, floresta, ou pátio de contêineres.

As informações de validade de AVCB acima podem variar de acordo com a carga de incêndio do local e com a avaliação do Corpo de Bombeiros.*

Para Projetos Técnicos Temporários, a validade se restringe ao evento, sem exceder seis meses. Para edificações desabitadas, o prazo é de um ano. Tais preceitos emanam da INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 01/2019.

A Renovação: O Rito Periódico

A renovação do AVCB é um processo que se repete,

Onde a vistoria do Corpo de Bombeiros o local compete.

Se laudos e ART’s estão atualizados, em sua plenitude,

E os dispositivos de segurança se curvam à virtude

Do decreto 63.911/18, em sua nova lei.

Mesmo quem o obteve antes, à adequação se submete, em seu arreio.

A manutenção anual e a recarga dos extintores são vitais.

Para áreas vastas, um responsável técnico se faz, em seus rituais.

A vistoria é solicitada no Via Fácil Bombeiro,

O valor da taxa se pauta na área, em seu roteiro.

O Prejuízo da Inação: As Consequências da Falta

O gestor que negligencia o AVCB, em seu mister,

A pena e o prejuízo terá de sofrer:

  • A vida em risco, dos seus pares e clientes, em seu mal.
  • A impossibilidade do alvará de funcionamento legal.
  • A apólice de seguro que se nega, em seu teor.
  • Multas e a perda de contratos, em seu dissabor.

As Modalidades de Aprovação: O AVCB e o CLCB

O projeto contra incêndio se aprova, em sua forma,

Por duas modalidades, que a lei conforma:

O AVCB e o CLCB (Certificado de Licenciamento), em igual valor,

Para atestar a segurança e a regularização, com fulgor.

Órgãos públicos e privados o laudo exigem, com fervor,

Para o Habite-se, o Alvará e o Seguro Predial, em seu labor.

O Projeto Técnico (PT): O Primeiro Passo

O Projeto Técnico é o desenho que se faz,

Onde as medidas contra o fogo se mostram, em sua paz.

Sinalização, rotas de fuga, extintores, hidrantes, em seu rol,

E os sprinklers, que a água dispersam, sob o sol.

O PT se pauta na INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 01/2019, em seu preceito,

Com critérios de área, altura, risco, e o que se tem por direito.

A Regularização e o PPCI: O Rito Formal

Para a regularização do sítio, em seu ato formal,

O PPCI (Plano de Prevenção) se elabora, em seu ritual.

Com medidas de segurança e documentos que se juntam:

Planta em dwf, formulário, procuração, que a lei aponta.

E a ART/RRT do técnico, que a responsabilidade assume.

Os Aparelhos de Defesa: Os Instrumentos do Fogo

Os equipamentos basilares, que a norma elege:

  • Extintores: O vaso portátil, que a chama rege,

Com agente extintor, para o fogo que é pequeno.

  • Iluminação de Emergência: A luz que se acende, em seu sereno,

Quando a energia falha, em seu súbito eclipse.

  • Sinalização de Emergência: A placa fotoluminescente, que se elipse

O caminho da saída, em sua clara indicação.

  • Hidrantes: O ponto de água, que a força se põe em ação,

Com reservatório, bombas e mangueiras, em seu sistema.

  • Sprinklers: Os chuveiros automáticos, que o fogo extrema,

Com água que se verte, a extinguir o ardor.

O Via Fácil Bombeiros: O Portal da Celeridade

O Via Fácil Bombeiros (VFB) é o sistema que se informatiza,

Para padronizar o serviço, que a qualidade otimiza.

Nele se solicita o projeto, a vistoria, a regularização,

E o FAT (Formulário de Atendimento Técnico), em sua função.

É o apoio para Bombeiros, Arquitetos, Engenheiros e o Cidadão.

O FAT: O Formulário da Comunicação

O FAT é o formulário que a comunicação formaliza,

Entre o usuário e o SSCI do CBPMESP, que se avisa.

Para substituir dados, retificar o projeto, ou revisar o ato,

A solicitação se faz no Via Fácil, em seu exato

Rito, com documentos e plantas que se requerem.

Há uma taxa a pagar, e o prazo é de dez dias úteis, que se aferem.

A ART: O Selo da Responsabilidade Técnica

A ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) é o documento que se inscreve

No conselho de engenharia, e a qualidade descreve.

É a garantia do serviço prestado, em sua alta valia,

E obrigatória para a liberação do AVCB, que se confia.

Deve ser emitida por profissionais do CREA, em sua arte.

No processo do AVCB, diferentes ART’s têm sua parte,

Pautadas nas Instruções Técnicas (IT-01 e IT-42 em São Paulo).

O Imperativo da Assessoria: A Ajuda Especializada

Sim, é vital a assessoria de uma empresa de AVCB,

Pois o Projeto de Incêndio não é simples, e a mente se deve

Aos olhos treinados da AVCB Laudos e Engenharia, em seu saber.

Isso evita retrabalhos, gastos e o problema que pode haver

Com a vistoria e as multas, que o bolso amargura.

A assessoria do especialista é a cura,

Para a emissão e renovação do AVCB, em sua plena luz.

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Parecer Técnico

O parecer técnico tem por objetivo entregar ao cliente o embasamento legal e/ou normativo acerca de temas que envolvam conflitos de interpretação ou outras necessidades específicas do cliente, com objetivo de amparar decisões ou estratégias da empresa. O Parecer Técnico é elaborado por time colegiado, composto por engenheiros especializados e oficiais da reserva do Corpo de Bombeiros. São etapas da produção do Relatório de riscos de incêndio
i. Reunião de nivelamento de expectativa e levantamento de dados preliminares;
j. Levantamento e análise de documentação;
k. Análise do colegiado técnico (Engenheiros e Bombeiros)
l. Elaboração do documento;
m. Apresentação do parecer;
n. Emissão da ART;
o. Entrega formal.


laudo avcbCampinasRaposo Tavares (Zona Oeste)Jardim Aureliocontrole de material de acabamento e revestimentocurso brigada de incêndioemitir avcbprojeto contra incêndioInspeção e manutenção de sistemas de incêndio
Setores de Atuação safety: Sua Parceira em Segurança Contra Incêndios
b. Desarquivamento do último projeto junto ao Corpo de Bombeiros, quando aplicável;
c. Levantamento e análise de documentação;
d. Inspeção técnica;
e. Análise do colegiado técnico (Engenheiros e Bombeiros);
f. Apresentação da proposta técnica de dimensionamento;
g. Elaboração do Projeto e respectivos memoriais;
h. Emissão da ART;
i. Apresentação do Projeto para análise do Corpo de Bombeiros;
j. Acompanhamento e resposta à questionamentos técnicos;
k. Entrega formal do projeto aprovado ao cliente.

🔥 Projeto Técnico de Proteção contra Incêndios com safety

O Projeto Técnico de Proteção contra Incêndios é essencial para garantir a segurança de sua edificação e das pessoas que a frequentam. Com a expertise da safety, você pode contar com um projeto completo e eficiente, que atende às normas e às necessidades específicas da sua empresa. Aqui está como podemos ajudá-lo:

Benefícios:

  1. Segurança Garantida: Nosso projeto é dimensionado para promover a segurança efetiva da edificação e de seus ocupantes, garantindo a proteção necessária em caso de incêndio.
  2. Atendimento às Normas: Seguimos rigorosamente as normas e regulamentações pertinentes, garantindo que seu projeto esteja em conformidade com os requisitos legais e técnicos.
  3. Economia na Execução: Além de priorizar a segurança, também buscamos otimizar os custos, proporcionando uma execução econômica do projeto sem comprometer a qualidade.

Perguntas Frequentes:

  1. Quais são as etapas do processo de elaboração do Projeto Técnico de Proteção contra Incêndios?
  • O processo inclui desde a reunião inicial de nivelamento até a entrega formal do projeto aprovado ao cliente, passando por etapas como levantamento de dados, análise de documentação, inspeção técnica, elaboração do projeto, emissão da ART e acompanhamento junto ao Corpo de Bombeiros.
  1. Como é feita a análise do projeto pelo Corpo de Bombeiros?
  • Apresentamos o projeto para análise do Corpo de Bombeiros, acompanhando e respondendo a eventuais questionamentos técnicos que possam surgir durante o processo de aprovação.

Por que escolher a safety?

  • Com uma equipe experiente de engenheiros e bombeiros especializados, garantimos um projeto técnico de excelência que prioriza a segurança e a conformidade com as normas. Conte conosco para proteger seu patrimônio e suas pessoas de forma eficaz e confiável. Somos a melhor escolha para seu projeto de proteção contra incêndios.

Pergunta: O que é um Plano de Emergência?

Resposta: Um Plano de Emergência é um documento essencial que detalha os riscos de incêndio e os procedimentos básicos a serem seguidos em caso de emergência. Ele deve ser elaborado por escrito e contém informações cruciais para garantir a segurança de todos em caso de incêndio.

Pergunta: Quais são as informações contidas em um Plano de Emergência?

Resposta: Um Plano de Emergência deve conter informações sobre a construção e ocupação da edificação, a população total e por setor, as características de funcionamento, a presença de pessoas com necessidades especiais, os recursos humanos e materiais disponíveis (como a brigada de incêndio e sistemas de detecção e combate a incêndios), entre outros.

Pergunta: Qual é a importância da apresentação do Plano de Emergência no processo de análise do AVCB?

Resposta: A apresentação do Plano de Emergência e da planta de risco é fundamental no processo de análise do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Esses documentos fornecem informações essenciais sobre a segurança da edificação e são avaliados para garantir que ela atenda aos requisitos de segurança contra incêndios.

Pergunta: O que é uma planta de risco de incêndio e qual sua função?

Resposta: Uma planta de risco de incêndio é um documento que facilita a localização dos recursos de emergência e das rotas de fuga na edificação. Ela deve estar localizada na entrada da edificação e pode ser em formato eletrônico ou impresso, nos tamanhos A2, A3 ou A4.

Pergunta: Como posso obter ajuda para elaborar meu Plano de Emergência e garantir a conformidade com os requisitos legais?

Resposta: A A5S Laudos e Engenharia oferece todo o suporte necessário para elaboração, adequação, emissão e renovação do AVCB e CLCB, incluindo a elaboração do Plano de Emergência. Conte conosco para garantir a segurança e conformidade de sua edificação.

4 Definições

Para os propósitos desta Instrução Técnica, são aplicáveis as definições contidas na IT 03 - Glossário de segurança contra incêndio.

5 Plano de Emergência Contra Incêndio

O plano de emergência estabelece atribuições e procedimentos destinados a organizações e pessoas, com o intuito de realizarem ações específicas, de acordo com a localização e o momento em que ocorrer uma situação de emergência ou desastre.

5.1 Elaboração do Plano de Emergência Contra Incêndio

5.1.1 Para criar um plano de emergência, é essencial conduzir uma avaliação preliminar dos riscos de incêndio, identificando-os, listando-os e representando-os em uma planta de risco de incêndio.

5.1.2 A elaboração do plano de emergência requer a intervenção de um profissional qualificado, responsável por examinar previamente os riscos da edificação, visando minimizar ou eliminar todas as ameaças existentes.

5.1.3 As abordagens podem incluir, mas não se limitam a, métodos como "what if", "check list", "hazop", árvore de falhas ou diagrama lógico de falhas.

5.1.4 O Plano de Emergência Contra Incêndio deve incluir, no mínimo, informações detalhadas sobre a edificação e os procedimentos essenciais em caso de incêndio.

5.1.5 O plano deve ser documentado e considerar os seguintes aspectos (consulte o Anexo A):

5.1.5.1. Localização (urbana, rural, vizinhança, distâncias de outras edificações e/ou riscos, distância do Corpo de Bombeiros, existência de Plano de Auxílio Mútuo ou Rede Integrada de Emergência);

5.1.5.2. Tipo de construção (alvenaria, concreto, metálica, madeira etc.);

5.1.5.3. Uso da edificação (industrial, comercial, residencial, escolar etc.);

5.1.5.4. População total e por área e andar (permanente, temporária, características, demografia etc.);

5.1.5.5. Horários de funcionamento (turnos, dias úteis, finais de semana);

5.1.5.6. Necessidades especiais (pessoas com deficiência física, idosos, gestantes);

5.1.5.7. Riscos específicos relacionados à atividade;

5.1.5.8. Recursos humanos (brigada de incêndio, profissionais treinados, equipamentos disponíveis como saídas de emergência, hidrantes, sistemas de detecção de incêndio, entre outros).

5.1.6 Um modelo de plano de emergência contra incêndio está disponível no Anexo B.

5.1.7 Os procedimentos básicos em caso de incêndio devem abordar os seguintes aspectos.

5.1.7 (Continuação)

5.1.7.1 Abandono de área: Realizar a evacuação parcial ou total do local quando necessário, seguindo as comunicações preestabelecidas, conduzindo a população fixa e móvel para o ponto de encontro e garantindo a assistência para pessoas com deficiência física permanente ou temporária, bem como para aqueles que precisam de assistência adicional, como idosos e gestantes.

5.1.7.2 Alerta: Identificar uma situação de emergência e alertar os ocupantes, brigadistas, bombeiros civis e equipes de apoio por meio de sistemas de comunicação disponíveis ou alarmes, podendo ser acionado automaticamente em edificações equipadas com sistemas de detecção de incêndio.

5.1.7.3 Análise da situação: Após o alerta, avaliar a situação desde o início até a conclusão da emergência e iniciar os procedimentos necessários, priorizando ou realizando ações simultâneas de acordo com os recursos disponíveis no local.

5.1.7.4 Apoio externo: Acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros e/ou outras autoridades locais, preferencialmente por um brigadista, fornecendo informações detalhadas sobre a emergência, incluindo nome do solicitante, número de telefone, endereço completo, pontos de referência, descrição da situação e quaisquer vítimas ou condições específicas.

5.1.7.5 Combate ao incêndio: Tentar extinguir o incêndio, se possível, restaurando a normalidade o mais rápido possível.

5.1.7.6 Confinamento do incêndio: Limitar a propagação do incêndio para reduzir danos adicionais.

5.1.7.7 Eliminação de riscos: Desligar fontes de energia e fechar válvulas de tubulações para evitar mais danos na área afetada.

5.1.7.8 Investigação: Determinar as causas do incêndio e quaisquer ações tomadas, a fim de sugerir medidas preventivas e corretivas para evitar futuros incidentes.

5.1.7.9 Isolamento da área: Restringir o acesso à área afetada para facilitar o trabalho de emergência e impedir a entrada de pessoas não autorizadas.

5.1.7.10 Primeiros socorros: Prestar assistência médica inicial às vítimas, mantendo ou restaurando as funções vitais até a chegada de socorristas qualificados.

5.1.8 Interface com Outros Planos

O plano de emergência contra incêndio deve se integrar a outros planos, conforme os riscos específicos da operação, como planos para produtos perigosos, explosões, inundações e pânico.

5.2 Planta de Risco de Incêndio

5.2.1 A planta de risco de incêndio tem como objetivo facilitar o reconhecimento do local por parte das equipes de emergência e dos ocupantes da edificação ou área de risco.

5.5 Manutenção do Plano de Emergência Contra Incêndio

5.5.1 Reuniões Periódicas:
É fundamental realizar encontros regulares, preferencialmente liderados pelo responsável pela gestão de riscos de incêndio, em conjunto com sua equipe multidisciplinar, o coordenador geral da brigada de incêndio, chefes e líderes de brigada, brigadistas profissionais (se aplicável) e um representante do grupo de apoio. As discussões devem ser registradas em ata e encaminhadas aos setores competentes para as devidas providências.

5.5.2 Itens Abordados nas Reuniões Periódicas:
Durante essas reuniões, é importante abordar os seguintes pontos:

  • Agendamento dos exercícios de evacuação;
  • Definição das responsabilidades de cada indivíduo dentro do plano de emergência;
  • Condições de manutenção e uso dos equipamentos de combate a incêndio;
  • Apresentação e discussão dos problemas identificados durante inspeções, visando propor soluções corretivas;
  • Atualização sobre técnicas e táticas de combate a incêndio;
  • Outros assuntos pertinentes ao plano de emergência.

5.5.3 Reuniões Extraordinárias:
Encontros extraordinários devem ser convocados sempre que:

  • Houver ocorrência de um sinistro;
  • For identificado um perigo iminente;
  • Ocorrer uma mudança significativa nos processos industriais ou de serviços, na área ou no layout;
  • Estiver prevista a realização de serviços que possam representar algum risco.

5.6 Revisão do Plano de Emergência Contra Incêndio

5.6.1 Procedimento de Revisão:
O responsável pelo plano deve revisá-lo sempre que:

  • Houver alterações significativas nos processos industriais, nos serviços, na área ou no layout;
  • For identificada a possibilidade de aprimoramento do plano;
  • Se passarem 12 meses desde a última revisão.

5.6.2 Alterações Significativas:
Mudanças importantes nos processos industriais, serviços, área ou layout devem ser acompanhadas de uma avaliação pelo responsável pela elaboração do plano, visando a identificar e implementar as adaptações necessárias.

5.6.3 Colaboração na Avaliação:
As avaliações do plano devem contar com a participação do coordenador geral da brigada de incêndio, líderes da brigada, brigadistas profissionais (se aplicável), um representante do grupo de apoio e os profissionais responsáveis pelas mudanças nos processos ou na área.

5.7 Auditoria do Plano

5.7.1 Procedimento de Auditoria:
Um profissional qualificado deve realizar a auditoria do plano a cada 12 meses, preferencialmente antes da revisão. Esta auditoria visa avaliar se o plano está sendo seguido conforme esta instrução técnica e se os riscos identificados foram mitigados ou eliminados.

6 Procedimentos para Vistoria do Corpo de Bombeiros

6.1 Exigências Durante a Vistoria:

6.1.1 Apresentação da Planta de Risco:
Na primeira vistoria após a ocupação/habitação da edificação, a planta de risco de incêndio deve ser apresentada ao Corpo de Bombeiros através do upload no Sistema Via Fácil Bombeiros.

6.1.2 Disponibilidade do Plano de Emergência:
Uma cópia do plano de emergência contra incêndio deve estar disponível para consulta em um local acessível para os ocupantes, como a portaria ou sala de segurança, e pode ser solicitada pelo Corpo de Bombeiros durante vistorias técnicas, exercícios simulados ou situações de emergência.

6.1.3 Fixação da Planta de Risco:
Recomenda-se que a planta de risco de incêndio seja fixada em locais visíveis nas edificações, permitindo que os usuários reconheçam as rotas de fuga e as orientações em caso de incêndio.

6.1.4 Atualização da Planta de Risco:
Devido a possíveis modificações, a planta de risco de incêndio deve ser mantida sempre atualizada, com o arquivo disponibilizado novamente de acordo com o procedimento mencionado em 6.1.1.

Modelo de Plano de Emergência Contra Incêndio

B.1 Descrição da Edificação ou Área de Risco

B.1.1 Identificação da Edificação:

  • Nome da empresa ou estabelecimento.

B.1.2 Localização:

  • Tipo de localização (urbana ou rural), endereço completo, características da vizinhança, distância do Corpo de Bombeiros e meios de ajuda externa.

B.1.3 Estrutura:

  • Tipo de estrutura (alvenaria, concreto, metálica, madeira etc.).

B.1.4 Dimensões:

  • Área total construída, área de cada edificação, altura, número de andares, presença de subsolos, garagens, entre outros detalhes.

B.1.5 Ocupação:

  • Tipo de ocupação conforme o Regulamento de Segurança Contra Incêndio.

B.1.6 População:

  • População fixa e flutuante, características, distribuição por setor, área e andar.

B.1.7 Características de Funcionamento:

  • Horários e turnos de trabalho, dias e horários fora do expediente, informações sobre departamentos, responsáveis e comunicação interna.

B.1.8 Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais:

  • Número e localização das pessoas com necessidades especiais na planta.

B.1.9 Riscos Específicos:

  • Detalhes sobre riscos específicos associados à atividade, como cabines, equipamentos, entre outros.

B.1.10 Recursos Humanos:

  • Número de membros da Brigada de Incêndio, Brigadistas Profissionais, Corpo de Bombeiros e outros recursos externos.

B.1.11 Sistemas de Segurança Contra Incêndio:

  • Equipamentos e recursos disponíveis, como hidrantes, chuveiros automáticos, reservas de água, geradores, entre outros.

B.1.12 Rotas de Fuga:

  • Identificação das rotas de fuga e pontos de encontro, garantindo sua sinalização e desobstrução.

B.2 Procedimentos Básicos de Emergência Contra Incêndio

Os procedimentos abaixo devem ser seguidos conforme a disponibilidade de pessoal, priorizando o atendimento às vítimas.

B.2.1 Alerta:

  • Meios e responsáveis pelo alerta em caso de incêndio, incluindo órgãos a serem contatados e comunicação com a Brigada e ocupantes.

B.2.2 Análise da Situação:

  • Identificação da pessoa responsável pela análise da situação, comunicação de emergências e demais providências.

B.2.3 Apoio Externo:

  • Responsável por acionar o Corpo de Bombeiros ou outros meios externos, fornecendo informações necessárias sobre o incidente.

B.2.4 Primeiros Socorros:

  • Pessoas habilitadas para prestar os primeiros socorros e indicação de hospitais próximos.

B.2.5 Eliminação de Riscos:

  • Responsável pelo corte de energia e fechamento de válvulas, se necessário.

B.2.6 Abandono de Área:

  • Metodologia e responsáveis pelo abandono do local em caso de emergência.

Primeiros Socorros e Hospitais Próximos:

  • Os primeiros socorros devem ser realizados pelos brigadistas, conforme treinamento específico recebido. Em caso de necessidade de encaminhamento para atendimento médico, os pacientes devem ser levados ao Hospital Santa Catarina, localizado na Av. Paulista 200.

C.2.5 Eliminação de Riscos:

  • Se necessário, é responsabilidade providenciar o corte da energia elétrica e o fechamento das válvulas das tubulações. O corte geral deve ser realizado pela equipe de manutenção, disponível para auxiliar o Chefe da Brigada.

C.2.6 Abandono de Área:

  • Caso seja necessário evacuar o prédio, o alarme de incêndio deve ser acionado novamente para iniciar o procedimento. Os ocupantes devem descer em fila, sem tumulto, liderados por brigadistas. Antes de deixar o pavimento, brigadistas verificam a presença de retardatários e fecham portas/janelas. Pessoas com deficiência devem ser acompanhadas por brigadistas designados. Todos devem se reunir no saguão dos elevadores e dirigir-se ao ponto de encontro após o segundo toque do alarme.

C.2.7 Isolamento de Área:

  • A área afetada pelo incêndio deve ser isolada para garantir os trabalhos de emergência e evitar acesso não autorizado.

C.2.8 Confinamento do Incêndio:

  • O fogo deve ser contido para evitar sua propagação e danos adicionais.

C.2.9 Combate ao Incêndio:

  • Os brigadistas devem iniciar o combate ao fogo conforme treinamento recebido, sob comando de um Brigadista Profissional. Outros ocupantes podem auxiliar se treinados, capacitados e protegidos.

C.2.10 Investigação:

  • Após o controle da emergência, o Chefe da Brigada deve iniciar uma investigação e elaborar um relatório sobre o incidente, incluindo ações tomadas e recomendações para prevenir futuros incidentes.
Livros e Artigos: Éramos Vinte - BombeirosLivros e Artigos: Éramos Vinte - Bombeiros

Atrajetória do Corpo de Bombeiros de São Paulo e sua evolução estão inseparavelmente relacionadas ao desenvolvimento da cidade. O caminhar da capital, os incêndios e ocorrências dos quais foi vítima, as decisões administrativas, o furioso crescimento populacional, o delinear de sua arquitetura, cada movimento da metrópole encontra paralelo na história da corporação. Ao explorar o percurso do Corpo de Bombeiros, o objetivo deste livro é evidenciar tal conexão, apontando as respostas da instituição às demandas da comunidade e à profunda admiração enraizada no coração dos habitantes de São Paulo. Fascinados pelos atos de coragem e pela solidariedade demonstrada pelos bombeiros, homens e mulheres decidem colocar os melhores anos de suas vidas a serviço da cidade e de sua gente, comprometendo-se a proteger a vida, o patrimônio e o meio ambiente. Acompanhar os avanços do Corpo de Bombeiros é entender a influência da metrópole no destino da corporação. E à medida que esses laços se fortalecem, mais precisa se torna a resposta da corporação às necessidades de São Paulo.


A seguir parte do Conteudo: Éramos Vinte

Para o Corpo de Bombeiros de São Paulo, os dois sinistros representaram um divisor de águas, culminando com a aprovação de uma nova Lei de Convê nios (Lei nº 684), em dezembro de 1975, e a cria ção do Comando do Corpo de Bombeiros. A corporação passou a ter abrangência em todo o Estado, vinculando- se diretamente ao comandante- geral da Polícia Militar, cria da em 1970 com a fusão da Força Pública e a Guar da Civil. Foram estabelecidos vá rios grupamentos no in te rior, am plia dos os efetivos das unidades já existentes e, na capital, desenhada a estrutura que possibilitou o aumento da cobertura dos serviços. O efetivo do Corpo de Bombeiros passou a ser de pouco mais de 5.000 homens.4 Foi realizada, igualmente, a compra de veículos, reforçada em 1978 com a liberação de recursos para a aquisição significativa de via tu ras e equipamentos. Ainda em 1975, o quartel central, instalado pro vi so ria men te na Rua São Joaquim, foi transferido para o inacabado prédio da Praça Clóvis Beviláqua, onde permanece até hoje.

Leia o Conteudo na Integra em PDF - Download Gratuito
GRUPO DE ELABORAÇÃO
  • Cel PM Luiz Alberto Rodrigues da Silva
  • Maj PM Glaucio Doederer Cafalchio de Oliveira
  • Cb PM Max David Cardoso da Silva
  • Maj PM Wiliam Martins Vitorino
GRUPO DE TRABALHO
  • Cap PM VICTOR FELIX TOZI BOMFIM
  • Maj PM DENILSON APARECIDO OSTROSKI
  • Cap PM VICTOR AUGUSTO DA SILVA NOGUEIRA
  • Maj PM ALESSANDRO LIMA DE FREITAS
  • Ten Cel PM MARCO ANTÔNIO BASSO
  • 1º Ten PM SANDRO PISANESCHI
  • Cap PM NELSON PINHEIRO DUARTE
  • Cap PM SAMUEL DE ANDRADE
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Duvidas Frequentes?

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Como faço para renovar o meu CLCB emitido?
A renovação do CLCB é feita mediante uma nova solicitação de vistoria de Projeto Técnico Simplificado no sistema Via Fácil Bombeiros.
Como posso verificar a autenticidade do novo modelo do AVCB e do CLCB?
A autenticidade do novo modelo do AVCB e do CLCB pode ser verificada de duas maneiras. Primeiro, acessando o Portal Via Fácil Bombeiros e selecionando a opção "Pesquisa Pública", onde você pode inserir o número da licença para verificação. Além disso, você pode utilizar o "QR Code" localizado na parte inferior esquerda do documento. Para isso, é necessário baixar o aplicativo "Bombeiros SP" em seu dispositivo móvel. O aplicativo fará a leitura do "QR Code" e apresentará os dados correspondentes à licença. É importante observar que o serviço de autenticação só funciona com o aplicativo oficial "Bombeiros SP", disponível para download gratuito em diversas plataformas operacionais.
O que é uma Inspeção Técnica Anual (ITA)?
É a vistoria periódica obrigatória realizada por empresa credenciada para verificar se os equipamentos de segurança contra incêndio estão em perfeitas condições de uso. O laudo da ITA deve ser mantido no local e pode ser exigido em fiscalizações.
Como saber se meu imóvel precisa de AVCB ou CLCB?
Consulte a tabela de classificação de risco da Instrução Técnica nº 01 do Corpo de Bombeiros do seu estado ou contrate um profissional habilitado para fazer essa análise.
Geralmente não, exceto se for edifício com mais de quatro pavimentos ou mais de 12 unidades autônomas, ou se for usado para atividades comerciais, como home office com atendimento ao público.
Posso transferir o AVCB para um novo proprietário?
Sim, desde que não haja alteração na atividade ou na estrutura da edificação. Caso haja mudanças, é necessário solicitar nova análise ou até novo AVCB.
O que é um projeto de segurança contra incêndio e pânico?
É um conjunto de memoriais técnicos, plantas e cálculos elaborado por um profissional habilitado (engenheiro ou arquiteto) que detalha todas as medidas de segurança do edifício, como saídas de emergência, sistemas de alarme, iluminação, hidrantes e extintores, atendendo integralmente à legislação do Corpo de Bombeiros.
Qual a validade do AVCB e do CLCB?
A validade varia conforme o estado, o tipo de ocupação e o risco da edificação. Em São Paulo, por exemplo, pode ser de 1 a 5 anos. É crucial verificar a legislação estadual específica e a classificação de risco da sua empresa.
Qual a importância da sinalização de emergência?
A sinalização (placas e pictogramas) é vital para orientar as pessoas sobre as rotas de fuga, a localização dos equipamentos de combate a incêndio (extintores, hidrantes) e as proibições, garantindo uma evacuação segura.
A iluminação de emergência é obrigatória em todas as empresas?
Sim, é obrigatória na maioria das edificações, especialmente em rotas de fuga, saídas de emergência e áreas de risco. Ela deve garantir a visibilidade em caso de falta de energia elétrica.

Proteja Seu Patrimônio: Solicitação de Serviços de Segurança Contra Incêndio

    Sobre a gente

    Especialistas em Segurança Contra Incêndio e Pânico, realizamos todos os procedimentos necessários para obtenção do AVCB, aplicando metodologias de Governança Corporativa e foco total na proteção da vida e do patrimônio.

     

    Com uma equipe multidisciplinar altamente qualificada, composta por engenheiros, arquitetos, técnicos de segurança do trabalho e especialistas, atuamos em estrita conformidade com as normas aplicáveis. Essa expertise nos possibilita elaborar propostas personalizadas para cada tipo de construção, buscando soluções viáveis que atendam às necessidades de cada edificação.

    MISSÃO

    Nossa missão é simplificar etapas burocráticas aos nossos clientes, garantindo qualidade, segurança e agilidade na prestação de serviço.

    VISÃO

    Sermos reconhecidos pelo trabalho em segurança contra incêndio pela capacidade em atender as necessidades dos nossos clientes com agilidade.

    VALORES

    Honestidade, responsabilidade, determinação, ética e competência.

    Normas Atendidas

    Normas da ABNT, Corpo de Bombeiros, NR (Segurança do Trabalho), NFPA, Enel

    AVCB - CLCB - Instalação - Projeto Técnico

    DESDE 2017. SEGURANÇA E RESPONSABILIDADE PARA PROTEÇÃO A VIDA

    Projetos e Aprovações:

    Emissão e renovação de CLCB/AVCB, Elaboração de Projeto de Proteção Contra Incêndio e consultoria técnica

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    Equipamentos e Sistemas

    Venda e Instalação de equipamentos contra incêndio (hidrantes, sprinklers, sinalização, iluminação e extintores)

    Treinamentos

    Formação de Brigada de Incêndio com atestado da empresa e certificado individuais

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    Regularização predial

    Regularização de obras na prefeitura com emissão de alvará de construção e habite-se

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    Prevenção e Segurança Contra Incêndio

    Conheça nossa linha completa de produtos essenciais para segurança patrimonial e prevenção contra incêndios. Atendemos normas técnicas e fornecemos soluções para empresas, condomínios e residências.



    • Extintores e Acessórios: Produtos certificados disponíveis em diversas versões.

      Água pressurizada, Pó químico seco (ABC, BC), Dióxido de carbono (CO₂), Portáteis (4kg, 6kg, 10kg), Acessórios: Suportes, lacres, manômetros, etiquetas de inspeção, válvulas e peças.


    • Sinalização de Emergência: Itens conforme a norma NBR 13434.

      Placas fotoluminescentes (Saída, Extintor, Hidrante, Rota de Fuga), Placas personalizadas, Fitas de demarcação de piso, Sinalização de equipamentos e áreas de risco,


    • Iluminação de Emergência: Iluminação eficiente e conforme normas de segurança.

      Luminárias autônomas de LED, Luminárias de sobrepor e embutir, Iluminação de balizamento de rota, Baterias de reposição,


    • Hidrantes e Componentes: Itens certificados e compatíveis com instalações prediais.

      Abrigos metálicos para mangueiras, Mangueiras tipo I e II (com selo do Inmetro), Esguichos regsmalláveis, Válvsmallas de hidrante angsmallar, Chaves storz, tampões e conexões,

    Alguns Clientes Atendidos

    Diversos Setores Atuantes.

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