Validade do CLCB: De Quanto em Quanto Tempo Você Deve Renovar? AVCB Bombeiro Alphaville
CLCB (Certificado de Licença do Corpo de Bombeiros): Guia Completo 2024
O CLCB (Certificado de Licença do Corpo de Bombeiros) é um documento obrigatório para diversas edificações e atividades em todo o território nacional. Este certificado comprova que o estabelecimento atende às normas de segurança contra incêndio e pânico estabelecidas pelo Corpo de Bombeiros local.
Resumo: O CLCB é essencial para a regularização de estabelecimentos comerciais, industriais e de prestação de serviços. Sem ele, o negócio pode sofrer multas, interdições e outros prejuízos legais.
O que é o CLCB?
O Certificado de Licença do Corpo de Bombeiros (CLCB) é a licença expedida pelos órgãos estaduais do Corpo de Bombeiros que autoriza o funcionamento de estabelecimentos após verificação do cumprimento das normas de segurança contra incêndio.
Diferente do AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros), que é um certificado de conformidade, o CLCB é a licença propriamente dita que permite o funcionamento do estabelecimento.
Quem precisa do CLCB?
O CLCB é obrigatório para diversas categorias de estabelecimentos, incluindo:
Estabelecimentos de hospedagem (hotéis, pousadas, motéis)
Estabelecimentos de ensino (escolas, universidades, creches)
Estabelecimentos de saúde (hospitais, clínicas, laboratórios)
Estabelecimentos de diversão (cinemas, teatros, casas de show)
Estabelecimentos de reunião de público (igrejas, auditórios)
Diferença entre CLCB e AVCB
Muitas pessoas confundem o CLCB com o AVCB, mas são documentos distintos:
CLCB
AVCB
Certificado de Licença
Auto de Vistoria
Licença para funcionamento
Certificado de conformidade
Expedido após aprovação do projeto e vistoria
Expedido após vistoria de conformidade
Validade definida pelo órgão estadual
Validade definida pelo órgão estadual
Como obter o CLCB
O processo para obtenção do CLCB varia de acordo com o estado, mas geralmente segue estas etapas:
Contratação de profissional habilitado - Engenheiro ou arquiteto para elaboração do projeto de segurança contra incêndio
Elaboração do projeto técnico - De acordo com as normas técnicas do Corpo de Bombeiros local
Protocolo do projeto - Entrega do projeto no órgão competente
Aprovação do projeto - Análise e aprovação pelo Corpo de Bombeiros
Execução das medidas de segurança - Implementação do que foi previsto no projeto
Solicitação de vistoria - Agendamento da vistoria técnica
Vistoria técnica - Inspeção do estabelecimento pelo Corpo de Bombeiros
Emissão do CLCB - Expedição do certificado após aprovação na vistoria
Documentação necessária
Para dar entrada no processo de obtenção do CLCB, geralmente são necessários:
Formulário de requerimento preenchido
Projeto de segurança contra incêndio e pânico assinado por profissional habilitado
ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do profissional responsável
Documentos de propriedade ou locação do imóvel
Plantas baixas da edificação
Certidões municipais (habite-se, uso do solo)
Documentos pessoais do proprietário ou responsável legal
Validade e renovação do CLCB
A validade do CLCB varia conforme o estado e o tipo de estabelecimento, podendo ser de 1 a 5 anos. Após o vencimento, é necessário realizar a renovação, que geralmente exige nova vistoria técnica.
É importante ficar atento ao prazo de validade para evitar multas e interdições. Recomenda-se iniciar o processo de renovação com pelo menos 60 dias de antecedência.
Consequências da falta do CLCB
Operar um estabelecimento sem o CLCB pode acarretar em:
Multas aplicadas pelo Corpo de Bombeiros
Interdição do estabelecimento
Responsabilização civil e criminal em caso de acidentes
Dificuldade em obter financiamentos e seguros
Problemas com a prefeitura e outros órgãos fiscalizadores
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Nossa equipe de especialistas está pronta para ajudá-lo a obter seu CLCB de forma rápida e descomplicada.
O CLCB é a licença para funcionamento, enquanto o AVCB é o certificado de conformidade. Em alguns estados, o AVCB é substituído pelo CLCB, enquanto em outros ambos são exigidos.
2. Quanto custa para obter o CLCB?
O valor varia conforme o estado, tamanho e tipo de estabelecimento. Inclui taxas do Corpo de Bombeiros e honorários do profissional responsável pelo projeto.
3. Quanto tempo leva para conseguir o CLCB?
O processo pode levar de 30 a 90 dias, dependendo da complexidade do projeto e da agilidade do Corpo de Bombeiros local.
4. Posso funcionar sem o CLCB?
Não. A falta do CLCB pode resultar em multas, interdição e responsabilização em caso de acidentes.
5. O CLCB é válido em todo o território nacional?
Não. Cada estado tem sua própria legislação e procedimentos para emissão do CLCB.
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Assessoria permanente para contratação de serviços de instalação e adequação das medidas de segurança contra incêndio da edificação. Com o suporte e assessoria no nosso colegiado técnico, oferecemos a garantia de melhores fornecedores de equipamentos , auditoria nas instalações e entrega de obras de segurança contra incêndios, além de acompanhar e gerenciar todas as implantações de medidas protetivas junto às operações do cliente.
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Setores de Atuação safety: Sua Parceira em Segurança Contra Incêndios b. Desarquivamento do último projeto junto ao Corpo de Bombeiros, quando aplicável; c. Levantamento e análise de documentação; d. Inspeção técnica; e. Análise do colegiado técnico (Engenheiros e Bombeiros); f. Apresentação da proposta técnica de dimensionamento; g. Elaboração do Projeto e respectivos memoriais; h. Emissão da ART; i. Apresentação do Projeto para análise do Corpo de Bombeiros; j. Acompanhamento e resposta à questionamentos técnicos; k. Entrega formal do projeto aprovado ao cliente.
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Benefícios:
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Atendimento às Normas: Seguimos rigorosamente as normas e regulamentações pertinentes, garantindo que seu projeto esteja em conformidade com os requisitos legais e técnicos.
Economia na Execução: Além de priorizar a segurança, também buscamos otimizar os custos, proporcionando uma execução econômica do projeto sem comprometer a qualidade.
Perguntas Frequentes:
Quais são as etapas do processo de elaboração do Projeto Técnico de Proteção contra Incêndios?
O processo inclui desde a reunião inicial de nivelamento até a entrega formal do projeto aprovado ao cliente, passando por etapas como levantamento de dados, análise de documentação, inspeção técnica, elaboração do projeto, emissão da ART e acompanhamento junto ao Corpo de Bombeiros.
Como é feita a análise do projeto pelo Corpo de Bombeiros?
Apresentamos o projeto para análise do Corpo de Bombeiros, acompanhando e respondendo a eventuais questionamentos técnicos que possam surgir durante o processo de aprovação.
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Pergunta: O que é um Plano de Emergência?
Resposta: Um Plano de Emergência é um documento essencial que detalha os riscos de incêndio e os procedimentos básicos a serem seguidos em caso de emergência. Ele deve ser elaborado por escrito e contém informações cruciais para garantir a segurança de todos em caso de incêndio.
Pergunta: Quais são as informações contidas em um Plano de Emergência?
Resposta: Um Plano de Emergência deve conter informações sobre a construção e ocupação da edificação, a população total e por setor, as características de funcionamento, a presença de pessoas com necessidades especiais, os recursos humanos e materiais disponíveis (como a brigada de incêndio e sistemas de detecção e combate a incêndios), entre outros.
Pergunta: Qual é a importância da apresentação do Plano de Emergência no processo de análise do AVCB?
Resposta: A apresentação do Plano de Emergência e da planta de risco é fundamental no processo de análise do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Esses documentos fornecem informações essenciais sobre a segurança da edificação e são avaliados para garantir que ela atenda aos requisitos de segurança contra incêndios.
Pergunta: O que é uma planta de risco de incêndio e qual sua função?
Resposta: Uma planta de risco de incêndio é um documento que facilita a localização dos recursos de emergência e das rotas de fuga na edificação. Ela deve estar localizada na entrada da edificação e pode ser em formato eletrônico ou impresso, nos tamanhos A2, A3 ou A4.
Pergunta: Como posso obter ajuda para elaborar meu Plano de Emergência e garantir a conformidade com os requisitos legais?
Resposta: A A5S Laudos e Engenharia oferece todo o suporte necessário para elaboração, adequação, emissão e renovação do AVCB e CLCB, incluindo a elaboração do Plano de Emergência. Conte conosco para garantir a segurança e conformidade de sua edificação.
4 Definições
Para os propósitos desta Instrução Técnica, são aplicáveis as definições contidas na IT 03 - Glossário de segurança contra incêndio.
5 Plano de Emergência Contra Incêndio
O plano de emergência estabelece atribuições e procedimentos destinados a organizações e pessoas, com o intuito de realizarem ações específicas, de acordo com a localização e o momento em que ocorrer uma situação de emergência ou desastre.
5.1 Elaboração do Plano de Emergência Contra Incêndio
5.1.1 Para criar um plano de emergência, é essencial conduzir uma avaliação preliminar dos riscos de incêndio, identificando-os, listando-os e representando-os em uma planta de risco de incêndio.
5.1.2 A elaboração do plano de emergência requer a intervenção de um profissional qualificado, responsável por examinar previamente os riscos da edificação, visando minimizar ou eliminar todas as ameaças existentes.
5.1.3 As abordagens podem incluir, mas não se limitam a, métodos como "what if", "check list", "hazop", árvore de falhas ou diagrama lógico de falhas.
5.1.4 O Plano de Emergência Contra Incêndio deve incluir, no mínimo, informações detalhadas sobre a edificação e os procedimentos essenciais em caso de incêndio.
5.1.5 O plano deve ser documentado e considerar os seguintes aspectos (consulte o Anexo A):
5.1.5.1. Localização (urbana, rural, vizinhança, distâncias de outras edificações e/ou riscos, distância do Corpo de Bombeiros, existência de Plano de Auxílio Mútuo ou Rede Integrada de Emergência);
5.1.5.2. Tipo de construção (alvenaria, concreto, metálica, madeira etc.);
5.1.5.3. Uso da edificação (industrial, comercial, residencial, escolar etc.);
5.1.5.4. População total e por área e andar (permanente, temporária, características, demografia etc.);
5.1.5.5. Horários de funcionamento (turnos, dias úteis, finais de semana);
5.1.5.6. Necessidades especiais (pessoas com deficiência física, idosos, gestantes);
5.1.5.7. Riscos específicos relacionados à atividade;
5.1.5.8. Recursos humanos (brigada de incêndio, profissionais treinados, equipamentos disponíveis como saídas de emergência, hidrantes, sistemas de detecção de incêndio, entre outros).
5.1.6 Um modelo de plano de emergência contra incêndio está disponível no Anexo B.
5.1.7 Os procedimentos básicos em caso de incêndio devem abordar os seguintes aspectos.
5.1.7 (Continuação)
5.1.7.1 Abandono de área: Realizar a evacuação parcial ou total do local quando necessário, seguindo as comunicações preestabelecidas, conduzindo a população fixa e móvel para o ponto de encontro e garantindo a assistência para pessoas com deficiência física permanente ou temporária, bem como para aqueles que precisam de assistência adicional, como idosos e gestantes.
5.1.7.2 Alerta: Identificar uma situação de emergência e alertar os ocupantes, brigadistas, bombeiros civis e equipes de apoio por meio de sistemas de comunicação disponíveis ou alarmes, podendo ser acionado automaticamente em edificações equipadas com sistemas de detecção de incêndio.
5.1.7.3 Análise da situação: Após o alerta, avaliar a situação desde o início até a conclusão da emergência e iniciar os procedimentos necessários, priorizando ou realizando ações simultâneas de acordo com os recursos disponíveis no local.
5.1.7.4 Apoio externo: Acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros e/ou outras autoridades locais, preferencialmente por um brigadista, fornecendo informações detalhadas sobre a emergência, incluindo nome do solicitante, número de telefone, endereço completo, pontos de referência, descrição da situação e quaisquer vítimas ou condições específicas.
5.1.7.5 Combate ao incêndio: Tentar extinguir o incêndio, se possível, restaurando a normalidade o mais rápido possível.
5.1.7.6 Confinamento do incêndio: Limitar a propagação do incêndio para reduzir danos adicionais.
5.1.7.7 Eliminação de riscos: Desligar fontes de energia e fechar válvulas de tubulações para evitar mais danos na área afetada.
5.1.7.8 Investigação: Determinar as causas do incêndio e quaisquer ações tomadas, a fim de sugerir medidas preventivas e corretivas para evitar futuros incidentes.
5.1.7.9 Isolamento da área: Restringir o acesso à área afetada para facilitar o trabalho de emergência e impedir a entrada de pessoas não autorizadas.
5.1.7.10 Primeiros socorros: Prestar assistência médica inicial às vítimas, mantendo ou restaurando as funções vitais até a chegada de socorristas qualificados.
5.1.8 Interface com Outros Planos
O plano de emergência contra incêndio deve se integrar a outros planos, conforme os riscos específicos da operação, como planos para produtos perigosos, explosões, inundações e pânico.
5.2 Planta de Risco de Incêndio
5.2.1 A planta de risco de incêndio tem como objetivo facilitar o reconhecimento do local por parte das equipes de emergência e dos ocupantes da edificação ou área de risco.
5.5 Manutenção do Plano de Emergência Contra Incêndio
5.5.1 Reuniões Periódicas: É fundamental realizar encontros regulares, preferencialmente liderados pelo responsável pela gestão de riscos de incêndio, em conjunto com sua equipe multidisciplinar, o coordenador geral da brigada de incêndio, chefes e líderes de brigada, brigadistas profissionais (se aplicável) e um representante do grupo de apoio. As discussões devem ser registradas em ata e encaminhadas aos setores competentes para as devidas providências.
5.5.2 Itens Abordados nas Reuniões Periódicas: Durante essas reuniões, é importante abordar os seguintes pontos:
Agendamento dos exercícios de evacuação;
Definição das responsabilidades de cada indivíduo dentro do plano de emergência;
Condições de manutenção e uso dos equipamentos de combate a incêndio;
Apresentação e discussão dos problemas identificados durante inspeções, visando propor soluções corretivas;
Atualização sobre técnicas e táticas de combate a incêndio;
Outros assuntos pertinentes ao plano de emergência.
5.5.3 Reuniões Extraordinárias: Encontros extraordinários devem ser convocados sempre que:
Houver ocorrência de um sinistro;
For identificado um perigo iminente;
Ocorrer uma mudança significativa nos processos industriais ou de serviços, na área ou no layout;
Estiver prevista a realização de serviços que possam representar algum risco.
5.6 Revisão do Plano de Emergência Contra Incêndio
5.6.1 Procedimento de Revisão: O responsável pelo plano deve revisá-lo sempre que:
Houver alterações significativas nos processos industriais, nos serviços, na área ou no layout;
For identificada a possibilidade de aprimoramento do plano;
Se passarem 12 meses desde a última revisão.
5.6.2 Alterações Significativas: Mudanças importantes nos processos industriais, serviços, área ou layout devem ser acompanhadas de uma avaliação pelo responsável pela elaboração do plano, visando a identificar e implementar as adaptações necessárias.
5.6.3 Colaboração na Avaliação: As avaliações do plano devem contar com a participação do coordenador geral da brigada de incêndio, líderes da brigada, brigadistas profissionais (se aplicável), um representante do grupo de apoio e os profissionais responsáveis pelas mudanças nos processos ou na área.
5.7 Auditoria do Plano
5.7.1 Procedimento de Auditoria: Um profissional qualificado deve realizar a auditoria do plano a cada 12 meses, preferencialmente antes da revisão. Esta auditoria visa avaliar se o plano está sendo seguido conforme esta instrução técnica e se os riscos identificados foram mitigados ou eliminados.
6 Procedimentos para Vistoria do Corpo de Bombeiros
6.1 Exigências Durante a Vistoria:
6.1.1 Apresentação da Planta de Risco: Na primeira vistoria após a ocupação/habitação da edificação, a planta de risco de incêndio deve ser apresentada ao Corpo de Bombeiros através do upload no Sistema Via Fácil Bombeiros.
6.1.2 Disponibilidade do Plano de Emergência: Uma cópia do plano de emergência contra incêndio deve estar disponível para consulta em um local acessível para os ocupantes, como a portaria ou sala de segurança, e pode ser solicitada pelo Corpo de Bombeiros durante vistorias técnicas, exercícios simulados ou situações de emergência.
6.1.3 Fixação da Planta de Risco: Recomenda-se que a planta de risco de incêndio seja fixada em locais visíveis nas edificações, permitindo que os usuários reconheçam as rotas de fuga e as orientações em caso de incêndio.
6.1.4 Atualização da Planta de Risco: Devido a possíveis modificações, a planta de risco de incêndio deve ser mantida sempre atualizada, com o arquivo disponibilizado novamente de acordo com o procedimento mencionado em 6.1.1.
Modelo de Plano de Emergência Contra Incêndio
B.1 Descrição da Edificação ou Área de Risco
B.1.1 Identificação da Edificação:
Nome da empresa ou estabelecimento.
B.1.2 Localização:
Tipo de localização (urbana ou rural), endereço completo, características da vizinhança, distância do Corpo de Bombeiros e meios de ajuda externa.
B.1.3 Estrutura:
Tipo de estrutura (alvenaria, concreto, metálica, madeira etc.).
B.1.4 Dimensões:
Área total construída, área de cada edificação, altura, número de andares, presença de subsolos, garagens, entre outros detalhes.
B.1.5 Ocupação:
Tipo de ocupação conforme o Regulamento de Segurança Contra Incêndio.
B.1.6 População:
População fixa e flutuante, características, distribuição por setor, área e andar.
B.1.7 Características de Funcionamento:
Horários e turnos de trabalho, dias e horários fora do expediente, informações sobre departamentos, responsáveis e comunicação interna.
B.1.8 Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais:
Número e localização das pessoas com necessidades especiais na planta.
B.1.9 Riscos Específicos:
Detalhes sobre riscos específicos associados à atividade, como cabines, equipamentos, entre outros.
B.1.10 Recursos Humanos:
Número de membros da Brigada de Incêndio, Brigadistas Profissionais, Corpo de Bombeiros e outros recursos externos.
B.1.11 Sistemas de Segurança Contra Incêndio:
Equipamentos e recursos disponíveis, como hidrantes, chuveiros automáticos, reservas de água, geradores, entre outros.
B.1.12 Rotas de Fuga:
Identificação das rotas de fuga e pontos de encontro, garantindo sua sinalização e desobstrução.
B.2 Procedimentos Básicos de Emergência Contra Incêndio
Os procedimentos abaixo devem ser seguidos conforme a disponibilidade de pessoal, priorizando o atendimento às vítimas.
B.2.1 Alerta:
Meios e responsáveis pelo alerta em caso de incêndio, incluindo órgãos a serem contatados e comunicação com a Brigada e ocupantes.
B.2.2 Análise da Situação:
Identificação da pessoa responsável pela análise da situação, comunicação de emergências e demais providências.
B.2.3 Apoio Externo:
Responsável por acionar o Corpo de Bombeiros ou outros meios externos, fornecendo informações necessárias sobre o incidente.
B.2.4 Primeiros Socorros:
Pessoas habilitadas para prestar os primeiros socorros e indicação de hospitais próximos.
B.2.5 Eliminação de Riscos:
Responsável pelo corte de energia e fechamento de válvulas, se necessário.
B.2.6 Abandono de Área:
Metodologia e responsáveis pelo abandono do local em caso de emergência.
Primeiros Socorros e Hospitais Próximos:
Os primeiros socorros devem ser realizados pelos brigadistas, conforme treinamento específico recebido. Em caso de necessidade de encaminhamento para atendimento médico, os pacientes devem ser levados ao Hospital Santa Catarina, localizado na Av. Paulista 200.
C.2.5 Eliminação de Riscos:
Se necessário, é responsabilidade providenciar o corte da energia elétrica e o fechamento das válvulas das tubulações. O corte geral deve ser realizado pela equipe de manutenção, disponível para auxiliar o Chefe da Brigada.
C.2.6 Abandono de Área:
Caso seja necessário evacuar o prédio, o alarme de incêndio deve ser acionado novamente para iniciar o procedimento. Os ocupantes devem descer em fila, sem tumulto, liderados por brigadistas. Antes de deixar o pavimento, brigadistas verificam a presença de retardatários e fecham portas/janelas. Pessoas com deficiência devem ser acompanhadas por brigadistas designados. Todos devem se reunir no saguão dos elevadores e dirigir-se ao ponto de encontro após o segundo toque do alarme.
C.2.7 Isolamento de Área:
A área afetada pelo incêndio deve ser isolada para garantir os trabalhos de emergência e evitar acesso não autorizado.
C.2.8 Confinamento do Incêndio:
O fogo deve ser contido para evitar sua propagação e danos adicionais.
C.2.9 Combate ao Incêndio:
Os brigadistas devem iniciar o combate ao fogo conforme treinamento recebido, sob comando de um Brigadista Profissional. Outros ocupantes podem auxiliar se treinados, capacitados e protegidos.
C.2.10 Investigação:
Após o controle da emergência, o Chefe da Brigada deve iniciar uma investigação e elaborar um relatório sobre o incidente, incluindo ações tomadas e recomendações para prevenir futuros incidentes.
Livros e Artigos: Éramos Vinte - Bombeiros
Atrajetória do Corpo de Bombeiros de São Paulo e sua evolução estão inseparavelmente relacionadas ao desenvolvimento da cidade. O caminhar da capital, os incêndios e ocorrências dos quais foi vítima, as decisões administrativas, o furioso crescimento populacional, o delinear de sua arquitetura, cada movimento da metrópole encontra paralelo na história da corporação. Ao explorar o percurso do Corpo de Bombeiros, o objetivo deste livro é evidenciar tal conexão, apontando as respostas da instituição às demandas da comunidade e à profunda admiração enraizada no coração dos habitantes de São Paulo. Fascinados pelos atos de coragem e pela solidariedade demonstrada pelos bombeiros, homens e mulheres decidem colocar os melhores anos de suas vidas a serviço da cidade e de sua gente, comprometendo-se a proteger a vida, o patrimônio e o meio ambiente. Acompanhar os avanços do Corpo de Bombeiros é entender a influência da metrópole no destino da corporação. E à medida que esses laços se fortalecem, mais precisa se torna a resposta da corporação às necessidades de São Paulo.
A seguir parte do Conteudo: Éramos Vinte
França e Holanda. As experiências adquiridas nessas jornadas, mais a capacidade técnica de outros oficiais, possibilitaram a redação de novos ma nuais
de instrução no início da década de 1950.
A técnica deixa de ser transmitida pela ex pe riên cia, e os cursos, que eram raros e
esporádicos, passam a ser ministrados regularmente, culminando com a utilização de
uma companhia (a Terceira, si tua da no Cambuci), que era ope ra cio nal, também como
Companhia Escola de Bombeiros [1951].3
Em paralelo, o número de postos se elevou em função de convênios firmados. O Aeroporto de Congonhas se tornou o primeiro do País a dispor
do serviço de proteção contra in cên dios. Edificações pró prias para uso dos
bombeiros foram estabelecidas em Araraquara, São Carlos, Bauru, Piracicaba, São José do Rio Preto e Santo André. Em 1949, o Corpo de Bombeiros de
Santos, que dois anos antes havia passado para a administração do Estado,
voltou a ser uma companhia independente, diretamente subordinada à Força
Pública, o que aconteceu igualmente com as corporações do ABC e de Campinas tempos depois. Somente em 1975 todas as unidades de bombeiro seriam integradas em um único Comando Es ta dual de Bombeiros. Enquanto
Links do Corpo de Bombeiros: Site Oficial | Facebook | Bombeiros no Linkedin Incêndio de grandes proporções atinge fábrica da Cacau Show no Espírito Santo em Video Youtube
Assistir Video no Youtube Caso tenha dúvidas sobre nossa Política Geral de Tratamento e Proteção de Dados ou sobre os dados pessoais tratados na pagina Incêndio de grandes proporções atinge fábrica da Cacau Show no Espírito Santo AVCB Bombeiro Alphaville, você pode entrar em contato com o Encarregado pela Proteção de Dados Pessoais (Data Protection Officer – DPO) TEOFILO MATHIAS DA COSTA, através do e-mail dpo@governanca.digital.
Comprovante de responsabilidade técnica do sistema compartimentação de shaft e de fachada – Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) Descrição: consiste em fornecer ao cliente a ART, assinada por profissional competente, atestando a conformidade do sistema compartimentação de shaft e fachada, em conformidade com as exigências do órgão regulador.
Comprovante de responsabilidade técnica do sistema detecção e alarme de incêndio – Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) Descrição: consiste em fornecer ao cliente a ART, assinada por profissional competente, atestando a conformidade do sistema de detecção e alarme, em conformidade com as exigências do órgão regulador.
Consiste em fornecer ao cliente uma consultoria especializada para elaboração do Plano de Emergência Contra Incêndios de forma atender o que preconiza a NBR 15219/20, bem como os regulatórios estaduais.
Consiste em fornecer ao cliente uma consultoria especializada para formação da Brigada de Incêndio da Edificação. O processo é conduzido por um ou mais especialistas e devidamente homologados no Corpo de Bombeiros da localidade. A formação dos brigadistas é realizada em duas fases. Na primeira fase o colaborador cadastrado pela empresa é inscrito em um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) onde tem acesso a todo o conteúdo cognitivo exigido pelo órgão regulador
Duvidas Frequentes?
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Como posso esclarecer dúvidas técnicas se não possuo um projeto registrado no Corpo de Bombeiros?
Para esclarecer dúvidas técnicas ou realizar consultas quando não houver um Projeto Técnico no Corpo de Bombeiros, você pode utilizar o Formulário para Atendimento Técnico Consultivo (FAT-C). Para isso, é necessário ter um cadastro válido no Sistema Via Fácil Bombeiros, acessando o portal do Cidadão. Para mais informações e acesso à plataforma, clique aqui.
É possível carimbar as plantas de um projeto eletrônico?
Como verifico a autenticidade do novo modelo do AVCB e do CLCB?
A autenticidade do novo modelo do AVCB e do CLCB pode ser verificado no Portal Via Fácil Bombeiros, acessando a "Pesquisa Pública", digitando o número da Licença, ou por meio do "QR Code" localizado na parte inferior esquerda do documento, por intermédio do aplicativo para celular “Bombeiros SP”, disponível para baixar. Para a leitura do "QR Code" é necessário baixar o aplicativo "Bombeiro SP" e instalar no dispositivo móvel. A leitura pelo aplicativo deve apresentar os dados constantes na licença. O aplicativo é gratuito e está disponível para diversas plataformas operacionais. O serviço de autenticação não funciona com outros leitores de "QR Code" uma vez que eles não fazem a pesquisa na base de dados do sistema Via Fácil Bombeiros.
O que é o AVCB e para que ele serve?
O AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) é o documento que certifica que a edificação possui condições seguras contra incêndio, conforme as normas do Corpo de Bombeiros.
Qual a periodicidade da recarga de extintores?
Extintores de pó químico e CO2 devem ser recarregados a cada 5 anos, e os de espuma, a cada 1 ano. Além disso, devem passar por manutenção semestral.
Qual a diferença entre o AVCB e o CLCB?
O AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) é o documento que aprova as condições de segurança contra incêndio de um edificação após vistoria. O CLCB (Certificado de Liberação do Corpo de Bombeiros) é um documento temporário, emitido antes do AVCB, que permite o funcionamento ou o habite-se do local, atestando que o projeto foi aprovado e as condições essenciais de segurança foram atendidas.
O que é uma porta corta-fogo?
É uma porta com resistência ao fogo certificada, destinada a compartimentar um incêndio, impedindo que o fogo, a fumaça e o calor se espalhem por outros setores do edifício por um determinado período (ex.: 30, 60, 90 minutos), permitindo a evacuação segura.
Para que serve o treinamento de brigada de incêndio?
O treinamento capacita os brigadistas a utilizarem corretamente os equipamentos (extintores, hidrantes), realizarem o combate a princípios de incêndio, evacuarem o prédio com segurança e prestarem os primeiros socorros, tornando-os preparados para agir de forma coordenada em uma emergência real.
O que é uma mangotinho para hidrante?
É um rolo de mangueira semi-rígida, de comprimento padrão, armazenado em um gabinete junto com o esguicho e o registro de pressão. É a mangueira utilizada pelos ocupantes do prédio para conectar ao hidrante de parede e combater um incêndio em seu início.
O que verificar na inspeção mensal dos extintores?
Verifique: Se o extintor está no local de fácil acesso e sinalizado; Se o pino de segurança e o lacre estão intactos; Se o mostrador do manômetro indica pressão adequada (no verde); Se não há sinais de ferrugem, amassados ou vazamentos; e Se a data da última manutenção está dentro do prazo.
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Sobre a gente
Nossa empresa nasceu com o propósito de simplificar o processo de regularização junto ao Corpo de Bombeiros. Com foco em AVCB, atuamos com ética, tecnologia e profundo conhecimento normativo para entregar resultados confiáveis e duradouros.
Com uma equipe multidisciplinar altamente qualificada, composta por engenheiros, arquitetos, técnicos de segurança do trabalho e especialistas, atuamos em estrita conformidade com as normas aplicáveis. Essa expertise nos possibilita elaborar propostas personalizadas para cada tipo de construção, buscando soluções viáveis que atendam às necessidades de cada edificação.
MISSÃO
Nossa missão é simplificar etapas burocráticas aos nossos clientes, garantindo qualidade, segurança e agilidade na prestação de serviço.
VISÃO
Sermos reconhecidos pelo trabalho em segurança contra incêndio pela capacidade em atender as necessidades dos nossos clientes com agilidade.
VALORES
Honestidade, responsabilidade, determinação, ética e competência.
Normas Atendidas
Normas da ABNT, Corpo de Bombeiros, NR (Segurança do Trabalho), NFPA, Enel
AVCB - CLCB - Instalação - Projeto Técnico
DESDE 2017. SEGURANÇA E RESPONSABILIDADE PARA PROTEÇÃO A VIDA
Projetos e Aprovações:
Emissão e renovação de CLCB/AVCB, Elaboração de Projeto de Proteção Contra Incêndio e consultoria técnica
Equipamentos e Sistemas
Venda e Instalação de equipamentos contra incêndio (hidrantes, sprinklers, sinalização, iluminação e extintores)
Treinamentos
Formação de Brigada de Incêndio com atestado da empresa e certificado individuais
Regularização predial
Regularização de obras na prefeitura com emissão de alvará de construção e habite-se
Conheça nossa linha completa de produtos essenciais para segurança patrimonial e prevenção contra incêndios. Atendemos normas técnicas e fornecemos soluções para empresas, condomínios e residências.
Extintores e Acessórios: Produtos certificados disponíveis em diversas versões.
Água pressurizada, Pó químico seco (ABC, BC), Dióxido de carbono (CO₂), Portáteis (4kg, 6kg, 10kg), Acessórios: Suportes, lacres, manômetros, etiquetas de inspeção, válvulas e peças.
Sinalização de Emergência: Itens conforme a norma NBR 13434.
Placas fotoluminescentes (Saída, Extintor, Hidrante, Rota de Fuga), Placas personalizadas, Fitas de demarcação de piso, Sinalização de equipamentos e áreas de risco,
Iluminação de Emergência: Iluminação eficiente e conforme normas de segurança.
Luminárias autônomas de LED, Luminárias de sobrepor e embutir, Iluminação de balizamento de rota, Baterias de reposição,
Hidrantes e Componentes: Itens certificados e compatíveis com instalações prediais.
Abrigos metálicos para mangueiras, Mangueiras tipo I e II (com selo do Inmetro), Esguichos regsmalláveis, Válvsmallas de hidrante angsmallar, Chaves storz, tampões e conexões,