Gerenciamento Permanente
Segurança Contra Incêndios
Soluções de bombeiros, monitoramento de prazos e validade do avcb com responsabilidade técnica e agilidade em sao roque.

O sistema de detecção e alarme de incêndio é uma das partes mais importantes de qualquer projeto de segurança contra incêndio. Ele é responsável por identificar precocemente a presença de fumaça, calor ou chamas e alertar os ocupantes da edificação, permitindo uma evacuação rápida e segura antes que o fogo se espalhe.
Trata-se de um conjunto de equipamentos interligados que detectam sinais de incêndio e emitem alertas sonoros e visuais. O sistema pode ser automático (com detectores) ou manual (com acionadores de alarme). Ele é projetado conforme o tipo de ocupação, tamanho e risco da edificação, seguindo as normas da ABNT NBR 17240 e as Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros.
Detectar o incêndio nos primeiros segundos é crucial para salvar vidas e reduzir danos materiais. Um sistema de detecção eficiente:
Usado em edificações menores, o sistema convencional divide o local em zonas de detecção. Quando um detector ou acionador é ativado, a central indica a zona afetada, permitindo rápida verificação do local.
Mais avançado, permite identificar exatamente qual equipamento foi acionado. É ideal para prédios grandes, indústrias e hospitais, oferecendo monitoramento detalhado e mais segurança.
Combina características dos dois anteriores, permitindo uma adaptação personalizada conforme o tipo e o tamanho da edificação.
O sistema deve ser projetado e instalado por profissionais habilitados, com emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica). Após a instalação, é obrigatório realizar testes e manutenções periódicas para garantir o perfeito funcionamento do sistema.
O projeto de detecção e alarme deve seguir as diretrizes da ABNT NBR 17240 e das Instruções Técnicas específicas de cada estado (como a IT-41/2019 do Corpo de Bombeiros de São Paulo). O não cumprimento dessas normas pode impedir a aprovação do AVCB e gerar sanções legais.
A AVCB Laudos e Engenharia realiza todo o processo de projeto, instalação e manutenção de sistemas de detecção e alarme de incêndio, atendendo às normas técnicas e às exigências do Corpo de Bombeiros. Nosso time de engenheiros elabora laudos, ARTs e memoriais técnicos personalizados para cada tipo de edificação.
Entre em contato e solicite uma avaliação gratuita para o seu empreendimento.
Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)
Comprovante de responsabilidade técnica de instalação e/ou manutenção das medidas de segurança contra incêndios – Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) Descrição: consiste em fornecer ao cliente a ART, assinada por profissional competente, atestando a conformidade das medidas de segurança da edificação, em conformidade com as exigências do órgão regulador.
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O Projeto Técnico de Proteção contra Incêndios é essencial para garantir a segurança de sua edificação e das pessoas que a frequentam. Com a expertise da safety, você pode contar com um projeto completo e eficiente, que atende às normas e às necessidades específicas da sua empresa. Aqui está como podemos ajudá-lo:
Benefícios:
Perguntas Frequentes:
Por que escolher a safety?
Pergunta: O que é um Plano de Emergência?
Resposta: Um Plano de Emergência é um documento essencial que detalha os riscos de incêndio e os procedimentos básicos a serem seguidos em caso de emergência. Ele deve ser elaborado por escrito e contém informações cruciais para garantir a segurança de todos em caso de incêndio.
Pergunta: Quais são as informações contidas em um Plano de Emergência?
Resposta: Um Plano de Emergência deve conter informações sobre a construção e ocupação da edificação, a população total e por setor, as características de funcionamento, a presença de pessoas com necessidades especiais, os recursos humanos e materiais disponíveis (como a brigada de incêndio e sistemas de detecção e combate a incêndios), entre outros.
Pergunta: Qual é a importância da apresentação do Plano de Emergência no processo de análise do AVCB?
Resposta: A apresentação do Plano de Emergência e da planta de risco é fundamental no processo de análise do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Esses documentos fornecem informações essenciais sobre a segurança da edificação e são avaliados para garantir que ela atenda aos requisitos de segurança contra incêndios.
Pergunta: O que é uma planta de risco de incêndio e qual sua função?
Resposta: Uma planta de risco de incêndio é um documento que facilita a localização dos recursos de emergência e das rotas de fuga na edificação. Ela deve estar localizada na entrada da edificação e pode ser em formato eletrônico ou impresso, nos tamanhos A2, A3 ou A4.
Pergunta: Como posso obter ajuda para elaborar meu Plano de Emergência e garantir a conformidade com os requisitos legais?
Resposta: A A5S Laudos e Engenharia oferece todo o suporte necessário para elaboração, adequação, emissão e renovação do AVCB e CLCB, incluindo a elaboração do Plano de Emergência. Conte conosco para garantir a segurança e conformidade de sua edificação.
4 Definições
Para os propósitos desta Instrução Técnica, são aplicáveis as definições contidas na IT 03 - Glossário de segurança contra incêndio.
5 Plano de Emergência Contra Incêndio
O plano de emergência estabelece atribuições e procedimentos destinados a organizações e pessoas, com o intuito de realizarem ações específicas, de acordo com a localização e o momento em que ocorrer uma situação de emergência ou desastre.
5.1 Elaboração do Plano de Emergência Contra Incêndio
5.1.1 Para criar um plano de emergência, é essencial conduzir uma avaliação preliminar dos riscos de incêndio, identificando-os, listando-os e representando-os em uma planta de risco de incêndio.
5.1.2 A elaboração do plano de emergência requer a intervenção de um profissional qualificado, responsável por examinar previamente os riscos da edificação, visando minimizar ou eliminar todas as ameaças existentes.
5.1.3 As abordagens podem incluir, mas não se limitam a, métodos como "what if", "check list", "hazop", árvore de falhas ou diagrama lógico de falhas.
5.1.4 O Plano de Emergência Contra Incêndio deve incluir, no mínimo, informações detalhadas sobre a edificação e os procedimentos essenciais em caso de incêndio.
5.1.5 O plano deve ser documentado e considerar os seguintes aspectos (consulte o Anexo A):
5.1.5.1. Localização (urbana, rural, vizinhança, distâncias de outras edificações e/ou riscos, distância do Corpo de Bombeiros, existência de Plano de Auxílio Mútuo ou Rede Integrada de Emergência);
5.1.5.2. Tipo de construção (alvenaria, concreto, metálica, madeira etc.);
5.1.5.3. Uso da edificação (industrial, comercial, residencial, escolar etc.);
5.1.5.4. População total e por área e andar (permanente, temporária, características, demografia etc.);
5.1.5.5. Horários de funcionamento (turnos, dias úteis, finais de semana);
5.1.5.6. Necessidades especiais (pessoas com deficiência física, idosos, gestantes);
5.1.5.7. Riscos específicos relacionados à atividade;
5.1.5.8. Recursos humanos (brigada de incêndio, profissionais treinados, equipamentos disponíveis como saídas de emergência, hidrantes, sistemas de detecção de incêndio, entre outros).
5.1.6 Um modelo de plano de emergência contra incêndio está disponível no Anexo B.
5.1.7 Os procedimentos básicos em caso de incêndio devem abordar os seguintes aspectos.
5.1.7 (Continuação)
5.1.7.1 Abandono de área: Realizar a evacuação parcial ou total do local quando necessário, seguindo as comunicações preestabelecidas, conduzindo a população fixa e móvel para o ponto de encontro e garantindo a assistência para pessoas com deficiência física permanente ou temporária, bem como para aqueles que precisam de assistência adicional, como idosos e gestantes.
5.1.7.2 Alerta: Identificar uma situação de emergência e alertar os ocupantes, brigadistas, bombeiros civis e equipes de apoio por meio de sistemas de comunicação disponíveis ou alarmes, podendo ser acionado automaticamente em edificações equipadas com sistemas de detecção de incêndio.
5.1.7.3 Análise da situação: Após o alerta, avaliar a situação desde o início até a conclusão da emergência e iniciar os procedimentos necessários, priorizando ou realizando ações simultâneas de acordo com os recursos disponíveis no local.
5.1.7.4 Apoio externo: Acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros e/ou outras autoridades locais, preferencialmente por um brigadista, fornecendo informações detalhadas sobre a emergência, incluindo nome do solicitante, número de telefone, endereço completo, pontos de referência, descrição da situação e quaisquer vítimas ou condições específicas.
5.1.7.5 Combate ao incêndio: Tentar extinguir o incêndio, se possível, restaurando a normalidade o mais rápido possível.
5.1.7.6 Confinamento do incêndio: Limitar a propagação do incêndio para reduzir danos adicionais.
5.1.7.7 Eliminação de riscos: Desligar fontes de energia e fechar válvulas de tubulações para evitar mais danos na área afetada.
5.1.7.8 Investigação: Determinar as causas do incêndio e quaisquer ações tomadas, a fim de sugerir medidas preventivas e corretivas para evitar futuros incidentes.
5.1.7.9 Isolamento da área: Restringir o acesso à área afetada para facilitar o trabalho de emergência e impedir a entrada de pessoas não autorizadas.
5.1.7.10 Primeiros socorros: Prestar assistência médica inicial às vítimas, mantendo ou restaurando as funções vitais até a chegada de socorristas qualificados.
5.1.8 Interface com Outros Planos
O plano de emergência contra incêndio deve se integrar a outros planos, conforme os riscos específicos da operação, como planos para produtos perigosos, explosões, inundações e pânico.
5.2 Planta de Risco de Incêndio
5.2.1 A planta de risco de incêndio tem como objetivo facilitar o reconhecimento do local por parte das equipes de emergência e dos ocupantes da edificação ou área de risco.
5.5 Manutenção do Plano de Emergência Contra Incêndio
5.5.1 Reuniões Periódicas:
É fundamental realizar encontros regulares, preferencialmente liderados pelo responsável pela gestão de riscos de incêndio, em conjunto com sua equipe multidisciplinar, o coordenador geral da brigada de incêndio, chefes e líderes de brigada, brigadistas profissionais (se aplicável) e um representante do grupo de apoio. As discussões devem ser registradas em ata e encaminhadas aos setores competentes para as devidas providências.
5.5.2 Itens Abordados nas Reuniões Periódicas:
Durante essas reuniões, é importante abordar os seguintes pontos:
5.5.3 Reuniões Extraordinárias:
Encontros extraordinários devem ser convocados sempre que:
5.6 Revisão do Plano de Emergência Contra Incêndio
5.6.1 Procedimento de Revisão:
O responsável pelo plano deve revisá-lo sempre que:
5.6.2 Alterações Significativas:
Mudanças importantes nos processos industriais, serviços, área ou layout devem ser acompanhadas de uma avaliação pelo responsável pela elaboração do plano, visando a identificar e implementar as adaptações necessárias.
5.6.3 Colaboração na Avaliação:
As avaliações do plano devem contar com a participação do coordenador geral da brigada de incêndio, líderes da brigada, brigadistas profissionais (se aplicável), um representante do grupo de apoio e os profissionais responsáveis pelas mudanças nos processos ou na área.
5.7 Auditoria do Plano
5.7.1 Procedimento de Auditoria:
Um profissional qualificado deve realizar a auditoria do plano a cada 12 meses, preferencialmente antes da revisão. Esta auditoria visa avaliar se o plano está sendo seguido conforme esta instrução técnica e se os riscos identificados foram mitigados ou eliminados.
6 Procedimentos para Vistoria do Corpo de Bombeiros
6.1 Exigências Durante a Vistoria:
6.1.1 Apresentação da Planta de Risco:
Na primeira vistoria após a ocupação/habitação da edificação, a planta de risco de incêndio deve ser apresentada ao Corpo de Bombeiros através do upload no Sistema Via Fácil Bombeiros.
6.1.2 Disponibilidade do Plano de Emergência:
Uma cópia do plano de emergência contra incêndio deve estar disponível para consulta em um local acessível para os ocupantes, como a portaria ou sala de segurança, e pode ser solicitada pelo Corpo de Bombeiros durante vistorias técnicas, exercícios simulados ou situações de emergência.
6.1.3 Fixação da Planta de Risco:
Recomenda-se que a planta de risco de incêndio seja fixada em locais visíveis nas edificações, permitindo que os usuários reconheçam as rotas de fuga e as orientações em caso de incêndio.
6.1.4 Atualização da Planta de Risco:
Devido a possíveis modificações, a planta de risco de incêndio deve ser mantida sempre atualizada, com o arquivo disponibilizado novamente de acordo com o procedimento mencionado em 6.1.1.
Modelo de Plano de Emergência Contra Incêndio
B.1 Descrição da Edificação ou Área de Risco
B.1.1 Identificação da Edificação:
B.1.2 Localização:
B.1.3 Estrutura:
B.1.4 Dimensões:
B.1.5 Ocupação:
B.1.6 População:
B.1.7 Características de Funcionamento:
B.1.8 Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais:
B.1.9 Riscos Específicos:
B.1.10 Recursos Humanos:
B.1.11 Sistemas de Segurança Contra Incêndio:
B.1.12 Rotas de Fuga:
B.2 Procedimentos Básicos de Emergência Contra Incêndio
Os procedimentos abaixo devem ser seguidos conforme a disponibilidade de pessoal, priorizando o atendimento às vítimas.
B.2.1 Alerta:
B.2.2 Análise da Situação:
B.2.3 Apoio Externo:
B.2.4 Primeiros Socorros:
B.2.5 Eliminação de Riscos:
B.2.6 Abandono de Área:
Primeiros Socorros e Hospitais Próximos:
C.2.5 Eliminação de Riscos:
C.2.6 Abandono de Área:
C.2.7 Isolamento de Área:
C.2.8 Confinamento do Incêndio:
C.2.9 Combate ao Incêndio:
C.2.10 Investigação:

Há cerca de dois anos, um grupo de pessoas ligadas à Universidade de São Paulo e ao Corpo de Bombeiros de São Paulo começou a discutir a importância e a necessidade de uma literatura nacional sobre segurança contra incêndio, que pudesse servir de base para estudos nessa área. Os envolvidos com a segurança contra incêndio percebem que, em nosso país, o clima de quase estagnação está se transformando. Uma tendência à uniformização das legislações estaduais, o surgimento de cursos de pós-graduação em segurança contra incêndio, a elaboração de normas técnicas em sintonia com o que vem acontecendo no exterior, são sinais de que a área está num processo de evolução.
A gestão de Segurança Contra Incêndios (SCI) em edificações no Brasil tem avançado, mas ainda há desafios significativos a serem enfrentados. Aqui estão algumas considerações finais com base nas informações fornecidas: Gestão de SCI em edificações: É essencial detalhar os riscos existentes em cada prédio, considerando fatores como uso, entorno, estrutura, materiais de construção e instalações. Um plano de melhorias deve ser executado para alcançar os objetivos da SCI. A manutenção e o acompanhamento contínuo são fundamentais para garantir que os riscos permaneçam dentro dos limites aceitáveis. Manutenção e SCI: As práticas de manutenção nas edificações muitas vezes negligenciam os riscos de incêndio e explosão. Edificações complexas, como centros de compras e supermercados, requerem manutenção em tempo real, com consideração especial para a SCI. Planos de emergência: Planos de emergência são essenciais para garantir uma resposta eficaz em caso de sinistro e devem ser parte integrante do treinamento e formação dos profissionais envolvidos. Considerações finais: As perdas por incêndios em edificações estão aumentando no Brasil, o que destaca a importância de uma abordagem mais abrangente e eficaz para a SCI. A urbanização contínua do país aumenta os riscos de incêndio, tornando a SCI ainda mais crucial. A formação em SCI é escassa no Brasil, e há uma necessidade urgente de melhorar a qualificação dos profissionais e aumentar os recursos disponíveis para pesquisa e laboratórios. Referências bibliográficas fornecem informações valiosas para orientar futuras iniciativas e pesquisas na área de SCI. Essas considerações finais destacam a complexidade dos desafios enfrentados na área de Segurança Contra Incêndios no Brasil e a necessidade de uma abordagem coordenada e abrangente para enfrentá-los eficazmente
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