Projeto CLCB Bombeiros
Orçamento Projeto CLCB

Soluções de bombeiros, treinamento nr 23 com responsabilidade técnica e agilidade em sao roque.

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Anotação de Responsabilidade Técnica (ART): documento essencial para AVCB bombeiros sao roque treinamento nr 23 AVCB Bombeiro Alphaville

Hidrantes e Mangotinhos: A Linha de Frente no Combate a Incêndios e a Chave para o AVCB

Em um projeto de segurança contra incêndio, poucos sistemas são tão vitais quanto os de Hidrantes e Mangotinhos. Estes são os principais responsáveis por fornecer o recurso mais essencial no combate ao fogo: água pressurizada.

A instalação, o dimensionamento e a manutenção correta desses sistemas não só salvam vidas, garantindo a rota de fuga dos ocupantes, mas também protegem o patrimônio, sendo um requisito indispensável para a obtenção do AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) em edificações de médio e grande porte, conforme exigido pela NBR 13714.

O Papel Estratégico do Sistema de Hidrantes na Proteção da Edificação

O Sistema de Hidrantes é a espinha dorsal do combate a incêndio em edifícios mais complexos, como indústrias, shopping centers, hospitais e prédios comerciais altos. Sua importância reside na capacidade de entregar grandes volumes de água com alta pressão, permitindo o combate a incêndios de maiores proporções.

Características Principais dos Hidrantes (Sistemas Tipo 2 a 5):

  • Alto Volume de Água: Projetado para fornecer uma vazão superior, necessária para combater chamas em áreas extensas e com maior carga de incêndio.
  • Mangueiras de Maior Diâmetro: Geralmente utilizam mangueiras de 1.1/2" (DN 40) ou 2.1/2" (DN 65), que exigem maior força e, muitas vezes, o manuseio por dois brigadistas ou pelo Corpo de Bombeiros.
  • Uso Profissional e Treinado: Devido à pressão e ao diâmetro, o uso é focado em Brigadas de Incêndio treinadas ou na equipe de resgate pública.
  • Componentes Essenciais: Depende de uma Reserva Técnica de Incêndio (RTI) exclusiva, de um Sistema de Bombeamento (Bomba de Incêndio) para garantir a pressão e da Coluna de Incêndio (tubulação vertical) que distribui a água pela edificação.

Dica de Conformidade: Todo sistema de hidrantes deve ter um Dispositivo de Recalque na fachada ou calçada. Esse ponto é crucial, pois permite que os caminhões do Corpo de Bombeiros injetem água na rede interna do prédio, garantindo o suprimento contínuo em emergências prolongadas.

Mangotinhos: A Resposta Rápida para o Primeiro Combate

O Mangotinho (Sistema Tipo 1), embora menos potente que o Hidrante, é inestimável para o primeiro combate e em edificações de risco leve.

Sua principal vantagem é a agilidade e a facilidade de manuseio, o que permite que um brigadista ou até mesmo um funcionário treinado inicie o controle do fogo nos primeiros e mais críticos minutos, antes que ele se alastre.

Vantagens Táticas do Mangotinho:

  • Fácil Manuseio: Possui mangueira semirrígida e mais fina (geralmente DN 25 ou DN 32), que já está conectada ao carretel axial, eliminando o tempo de acoplamento.
  • Ação Imediata: Pode ser operado por apenas uma pessoa, reduzindo o tempo de resposta em relação ao hidrante, que exige o desenrolar e a conexão da mangueira.
  • Risco Leve e Médio: É frequentemente utilizado em corredores de escritórios, hotéis e áreas de baixo fluxo de materiais combustíveis.
  • Esguicho Regulável: Permite ao operador ajustar o jato para compacto (maior alcance) ou neblina (proteção contra calor e resfriamento da fumaça).

A Diferença Técnica Crucial (e Requisito de AVCB)

A escolha entre Hidrante ou Mangotinho, ou a combinação dos dois, é definida pelo projeto de segurança, que considera a área construída, o uso da edificação e a carga de incêndio. A principal diferença técnica está na vazão e no diâmetro da mangueira:

CaracterísticaMangotinho (Tipo 1)Hidrante (Tipos 2 a 5)
Diâmetro da Mangueira25 mm (1") ou 32 mm (1.1/4")40 mm (1.1/2") ou 65 mm (2.1/2")
VazãoMenor (ideal para controle inicial)Maior (ideal para ataque pesado)
OperaçãoUma pessoa, mais rápidaUma ou mais pessoas (maior força)
Aplicações TípicasEscritórios, lojas pequenas, hotéisIndústrias, galpões, edifícios altos

Manutenção Preventiva: A Garantia do Funcionamento para o AVCB

Um sistema de hidrantes ou mangotinhos só é útil se estiver 100% operacional no momento da emergência. Por isso, a manutenção periódica é obrigatória e um item de alta fiscalização nas vistorias para renovação do AVCB.

Obrigações de Manutenção para Manter a Licença:

  • Testes Hidrostáticos: As mangueiras de incêndio devem ser submetidas anualmente a testes hidrostáticos (teste de pressão) para garantir sua integridade, conforme a NBR 13714.
  • Casa de Bombas: Inspeção e teste semanais das Bombas de Incêndio (elétrica e jockey), garantindo que a pressão seja mantida e que o motor de emergência (se houver) funcione.
  • Reservatório: Manutenção e limpeza periódica da RTI, garantindo a qualidade da água e o volume mínimo exigido pelo projeto.
  • Válvulas e Acessórios: Verificação de válvulas, esguichos, chaves de mangueira e pintura das caixas (cor vermelha, conforme padrão).

A AVCB Laudos e Engenharia é especialista em dimensionamento, instalação e manutenção completa de sistemas de hidrantes e mangotinhos, garantindo a conformidade total com as Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros e a renovação simplificada do seu AVCB/CLCB.

Entre em contato e proteja seu patrimônio com a segurança que ele merece!

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Reuniões bimestrais junto a Gestão

Reuniões bimestrais junto a Gestão dos nossos clientes, para alinhamento de expectativas e discussão de indicadores. A partir de uma avaliação dos cenários, com alinhamentos de planos de ação dos riscos e da segurança contra incêndio, levaremos um entendimento macro da prevenção e segurança, com avaliação da experiência e revisão de todos os passos e atividades envolvidas na operação gerenciada


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Saiba Como Consultar, Quem é Responsável e o Tempo de Validade

AVCB: Saiba Como Consultar, Quem é Responsável e o Tempo de Validade

Você já possui o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) do seu estabelecimento ou está pensando em obtê-lo? Neste post, vamos abordar tudo o que você precisa saber sobre a consulta do AVCB, quem é o responsável por sua obtenção e qual o tempo de validade desse importante documento de segurança.

Consulta do AVCB:

Consultar o AVCB é um passo fundamental para garantir que o seu estabelecimento está em conformidade com as normas de segurança contra incêndios estabelecidas pelo Corpo de Bombeiros. A consulta pode ser feita de forma online, por meio do site oficial do Corpo de Bombeiros do seu estado. Basta acessar a seção de serviços online e procurar pela opção de consulta do AVCB, onde você poderá inserir o número do documento para verificar sua validade e autenticidade.

Responsável pelo AVCB:

O responsável pela obtenção do AVCB é o proprietário ou responsável legal pelo estabelecimento. É de sua responsabilidade garantir que todas as medidas de segurança contra incêndios estejam em conformidade com as normas estabelecidas pelo Corpo de Bombeiros, incluindo a elaboração do projeto de segurança, a instalação dos equipamentos necessários e a solicitação da vistoria técnica para obtenção do documento.

Tempo de Validade do AVCB:

O AVCB possui um prazo de validade determinado, que pode variar de acordo com as normas vigentes em cada estado. Em geral, o tempo de validade do AVCB varia de 1 a 5 anos, dependendo do tipo de atividade desenvolvida no estabelecimento, do tamanho da edificação e do nível de risco de incêndio associado às suas operações.

É importante ressaltar que, ao se aproximar do vencimento do AVCB, é fundamental providenciar a renovação do documento com antecedência, a fim de evitar possíveis multas, interdições ou penalidades decorrentes da falta de regularização.

Em suma, consultar o AVCB, garantir que todas as medidas de segurança estejam em conformidade com as normas estabelecidas e renovar o documento dentro do prazo são ações essenciais para manter a segurança do seu estabelecimento e o bem-estar de todos que frequentam o local. Não deixe de priorizar a segurança e esteja sempre em dia com as obrigações legais relacionadas à prevenção de incêndios.

Livros e Artigos: Éramos Vinte - BombeirosLivros e Artigos: Éramos Vinte - Bombeiros

Atrajetória do Corpo de Bombeiros de São Paulo e sua evolução estão inseparavelmente relacionadas ao desenvolvimento da cidade. O caminhar da capital, os incêndios e ocorrências dos quais foi vítima, as decisões administrativas, o furioso crescimento populacional, o delinear de sua arquitetura, cada movimento da metrópole encontra paralelo na história da corporação. Ao explorar o percurso do Corpo de Bombeiros, o objetivo deste livro é evidenciar tal conexão, apontando as respostas da instituição às demandas da comunidade e à profunda admiração enraizada no coração dos habitantes de São Paulo. Fascinados pelos atos de coragem e pela solidariedade demonstrada pelos bombeiros, homens e mulheres decidem colocar os melhores anos de suas vidas a serviço da cidade e de sua gente, comprometendo-se a proteger a vida, o patrimônio e o meio ambiente. Acompanhar os avanços do Corpo de Bombeiros é entender a influência da metrópole no destino da corporação. E à medida que esses laços se fortalecem, mais precisa se torna a resposta da corporação às necessidades de São Paulo.


A seguir parte do Conteudo: Éramos Vinte

A maioria das corporações de bombeiros no mundo foi organizada em resposta a grandes ocorrências.
Em São Paulo não foi diferente.
O primeiro incêndio do qual se tem registro na então capital da Província ocorreu em dezembro de 1850, na Rua do Rosário, atual Quinze de Novembro.
A casa, ocupada por um armazém, ardeu em chamas até ser completamente destruída.
O fogo só não tomou todo o quarteirão pela ação dos próprios habitantes.
Convocados pelas autoridades como de costume na época, homens, mulheres e crianças correram em socorro, munidos de bacias e baldes e uma bomba d’água emprestada pelo francês Marcelino Gerard.
Era a primeira vez que uma ocorrência desse gênero apresentava um risco real, merecendo do presidente da Província, José Thomaz Nabuco de Araújo Filho, que assumiu o cargo em 1851, o seguinte relato: Era bem triste e repugnante a situação da autoridade pública nestas circunstâncias, destituída dos meios materiais os mais simples, para poder socorrer aos cidadãos e as famílias, evitar o dano da propriedade, e o perigo da cidade: era tanto mais triste e repugnante essa situação, quanto não tinha ela ação coercitiva para vencer e dominar o egoísmo e a inércia.
1 O incêndio da Rua do Rosário é emblemático também por assinalar o expressivo desenvolvimento da cidade a partir de 1840.
A transição de vila para cidade foi impulsionada pelo início da industrialização do País e pela demanda de mão de obra operária, especialmente na construção civil e ferroviária2.
São Paulo, o grande entreposto por onde todos passavam ou paravam em busca de escravos e metais preciosos, começou a ganhar peso histórico com o avanço da cultura do café a partir da proclamação da Independência e, definitivamente, com a inauguração da primeira estrada de ferro, a São Paulo Railway, em 1867.
3 Em 1840, a capital contava com 1.
843 edificações de taipa, espalhadas por 32 ruas, dois largos, 10 travessas e quatro ladeiras4.
A maior parte da população vivia em casebres de madeira ou ranchos cobertos de palha, que se deixava queimar nos raros incêndios que ocorriam.
Na década seguinte a cidade cresceu, condensando-se no triângulo formado pelas ruas do Rosário (Quinze de Novembro), São Bento e Direita, como assinalou o então tenentecoronel Pedro Dias de Campos, em monografia publicada em março de 1912.
Com o incremento da população, do comércio, da vida enfim da cidade, deviam aparecer naturalmente os flagelos, e dentre eles os incêndios não foram os menos temíveis! O impacto do incêndio da Rua do Rosário poderia ter provocado alguma estruturação visando ao combate de incêndios, mas pouco aconteceu de concreto além da recuperação de uma velha bomba d’água manual do depósito do exército e da aquisição da bomba d’água do francês Gerard, considerada o primeiro apetrecho a ser usado para tal fim em São Paulo.
Ainda em função do acontecido, em 1852 foi aprovado o primeiro código de prevenção de incêndio, obrigando a população a cooperar com a polícia nesse tipo de emergência.
Entre outras exigências, havia a de que sineiros e sacristãos repicassem os sinos, dando assim o competente aviso de incêndio.
Caso assim não procedessem, seriam presos e multados em certa quantia, contam o capitão Alfonso Antonio Gill e o tenente Walter Negrisolo em artigo publicado na edição especial da revista Incêndio (março/abril 1980), em comemoração ao centenário do Corpo de Bombeiros.
O aviso de incêndio por repicar de sinos permaneceu até a década de 1890.
Esquecidas por um longo período, a poeira acumulada nas bombas só seria retirada em 1862, quando as chamas tomaram a livraria José Fernandes de Souza, na Rua do Carmo.
No ano seguinte foi a vez da explosão de uma barrica de pólvora em uma loja de ferragens na Rua do Comércio e outra em 1870 na mesma área, a despeito dos esforços da polícia e dos legisladores em primeiro regular e depois coibir o estoque da substância.
Novas ocorrências em 1873, na Rua Direita e na Ladeira Porto Geral, a segunda com duas vítimas fatais, provocaram a primeira tentativa de criação do Serviço de Bombeiros, em 1874.
Ele nasceria vinculado à Companhia de Urbanos, algo equivalente a Guarda Civil.
Seriam instaladas, como relata artigo da revista Incêndio, três freguesias, das quais a central teria 10 bombeiros.
Apesar de ter realmente sido formada, com 10 homens egressos do Corpo Provisório de Bombeiros da Corte5 (criado em 2 de julho de 1856), a Turma de Bombeiros foi desmantelada logo que o cargo de chefe de polícia mudou de mãos.
Os 10 bombeiros foram remanejados para o serviço de policiamento.
Mas a cidade tinha pressa e não perdoaria esse descaso.
Em 1878, já contabilizava 7.
987 edificações, em 66 ruas, quatro largos, 11 travessas, cinco ladeiras e um beco6, adensamento que aumentava consideravelmente o risco de novos sinistros.
Um ano antes, o abastecimento de água começou a ser realizado de forma sistemática, com a criação da Companhia Cantareira de Água e Esgotos.
As características das edificações também sofreram alterações.
Os tijolos, malquistos pelos paulistanos conservadores e empregados por pedreiros alemães, se tornaram comuns, sobretudo com a inauguração da ferrovia em 1867, sendo a construção do Teatro de São José, iniciada em 1858, e o Hotel Palm, no Largo do Capim, registrado em foto de Militão A.
Azevedo em 1860, os primeiros prédios de alvenaria na capital.
5 O pioneirismo no que se refere a serviços públicos de extinção de incêndios no Brasil é atribuído ao Rio de Janeiro, pois foi lá criado o primeiro Corpo de Bombeiros, com essa denominação, em 2 de julho de 1856.
As iniciativas anteriores não receberam tal status porque não se perpetuaram.
Nesse sentido, a primeira organização de que se tem registro no país foi em Recife, Pernambuco, em 28 de agosto de 1636, durante a ocupação holandesa.
Era denominada Companhia de Brantmeesters e foi extinta com a expulsão dos holandeses em 1654.
No próprio Rio de Janeiro já havia sido designado o Arsenal de Marinha, por força do Alvará Régio de 12 de agosto de 1797, para realizar os serviços de combate a incêndio da cidade.
Antes da criação do Corpo de Bombeiros da Corte, portanto, os serviços eram executados por operários dos Arsenais de Guerra e Marinha, das Obras Públicas e da Casa de Correção.
Fontes: Giancarlo Aste.
Histórico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro.
Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro, Niterói, 1991.
6 Tenente-coronel Pedro Dias de Campos, O Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, Retrospecto Histórico, Monografia publicada em março de 1912, p.
18 7 Candido Malta Campos, São Paulo, metrópole em trânsito: percursos urbanos e culturais – Candido Malta Campos, Lúcia Helena Gama, Vladimir Sacchetta (organizadores) – São Paulo: Editora Senac, 2004, p.
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GRUPO DE ELABORAÇÃO
  • Cb PM Jefferson Oliveira Pereira
  • Ten Cel PM Eglis Roberto Chiachirini
  • Cap PM João Rafael Mininel Gonçalves
  • Cb PM Max David Cardoso da Silva
GRUPO DE TRABALHO
  • Maj PM RAMSESPIERRE SOUSA DE OLIVEIRA
  • Maj PM ALESSANDRO LIMA DE FREITAS
  • Cap PM MARCOS MACHADO NOVAES
  • Maj PM KLEBER MOURA DE OLIVEIRA
  • Maj PM ALEXANDRE COELHO BOGGI
  • Ten Cel PM WAGNER GIURNI GOMES
  • Maj PM LUCIANO SALGADO LINO DE ALMEIDA
  • Cap PM LUIZ RODOLFO CAETANO PEREIRA DA SILVA
Links do Corpo de Bombeiros:
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Celular pega fogo e explode no bolso de idoso em Video Youtube

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Caso tenha dúvidas sobre nossa Política Geral de Tratamento e Proteção de Dados ou sobre os dados pessoais tratados na pagina Celular pega fogo e explode no bolso de idoso AVCB Bombeiro Alphaville, você pode entrar em contato com o Encarregado pela Proteção de Dados Pessoais (Data Protection Officer – DPO) TEOFILO MATHIAS DA COSTA, através do e-mail dpo@governanca.digital.

Diagnóstico de riscos de incêndio

O relatório de Diagnóstico de Riscos de Incêndio tem por objetivo fornecer ao cliente uma ampla visão sobre os riscos de incêndio aos quais estão sujeitos a edificação e seus ocupantes, descrever as condições em que se encontram as medidas de proteção existentes e apresentar um plano de ação para mitigação dos riscos. São etapas da produção do Relatório de riscos de incêndio
a. Reunião de nivelamento de expectativa e levantamento de dados preliminares;
b. Levantamento e análise de documentação;
c. Inspeção técnica;
d. Análise do colegiado técnico (Engenheiros e Bombeiros)
e. Elaboração do documento;
f. Apresentação do relatório;
g. Emissão da ART;
h. Entrega formal.

Parecer Técnico

O parecer técnico tem por objetivo entregar ao cliente o embasamento legal e/ou normativo acerca de temas que envolvam conflitos de interpretação ou outras necessidades específicas do cliente, com objetivo de amparar decisões ou estratégias da empresa. O Parecer Técnico é elaborado por time colegiado, composto por engenheiros especializados e oficiais da reserva do Corpo de Bombeiros. São etapas da produção do Relatório de riscos de incêndio
i. Reunião de nivelamento de expectativa e levantamento de dados preliminares;
j. Levantamento e análise de documentação;
k. Análise do colegiado técnico (Engenheiros e Bombeiros)
l. Elaboração do documento;
m. Apresentação do parecer;
n. Emissão da ART;
o. Entrega formal.

Elaboração de Projeto Técnico de Proteção contra Incêndios

Projeto Técnico de Proteção contra Incêndios tem por objetivo dimensionar, em conformidade com as normas e a necessidade do cliente, as medidas protetivas necessárias para promover a segurança efetiva da edificação e das pessoas que a frequentam
a

Desenvolvimento de Projeto Técnico de Proteção contra Incêndios

Os projetos elaborados pela safety têm como premissa o atendimento de requisitos como, segurança dos colaboradores, proteção do patrimônio da empresa, atendimento às normas e economia na execução.

Duvidas Frequentes?

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Se minha vistoria for enquadrada como CLCB, o Corpo de Bombeiros realizará uma vistoria na edificação?
Não necessariamente. Para edificações consideradas de baixo potencial de risco, o CLCB pode ser emitido sem a necessidade de uma vistoria prévia do Corpo de Bombeiros. O solicitante pode acompanhar o progresso do processo através do seu login no sistema.
Como posso esclarecer dúvidas técnicas se não possuo um projeto registrado no Corpo de Bombeiros?
Para esclarecer dúvidas técnicas ou realizar consultas quando não houver um Projeto Técnico no Corpo de Bombeiros, você pode utilizar o Formulário para Atendimento Técnico Consultivo (FAT-C). Para isso, é necessário ter um cadastro válido no Sistema Via Fácil Bombeiros, acessando o portal do Cidadão. Para mais informações e acesso à plataforma, clique aqui.
Qual é o propósito da Comissão Técnica de Autorização para Adequação (CTAA)?
A CTAA tem como objetivo conceder prazo, devidamente fundamentado, para a implementação das medidas de segurança contra incêndio exigidas pela legislação em vigor. Isso é feito por meio da adoção de medidas compensatórias de segurança contra incêndio, as quais devem estar alinhadas com os objetivos estabelecidos no Regulamento de Segurança Contra Incêndio das Edificações e Áreas de Risco do Estado de São Paulo. Essa comissão é exclusivamente dedicada à implementação de medidas de segurança contra incêndio que envolvem sistemas de proteção complexos para instalação e obras estruturais de grande porte na edificação.
Posso renovar o AVCB após vencido?
Sim, mas o estabelecimento não pode operar sem o documento válido. A renovação deve ser solicitada antes do vencimento, e, se já vencido, o processo é tratado como nova solicitação, podendo incorrer em multas.
O que acontece se minha empresa for fiscalizada sem o AVCB?
A empresa pode sofrer multas, interdição parcial ou total do estabelecimento e até responder criminalmente, dependendo da gravidade da infração.
A quantidade e o tipo de extintores dependem da área, do risco da atividade e da classificação da edificação, conforme a Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros do seu estado. Um profissional habilitado deve fazer esse cálculo.
Sim, mas o estabelecimento não pode operar sem o documento válido. A renovação deve ser solicitada antes do vencimento, e, se já vencido, o processo é tratado como nova solicitação, podendo incorrer em multas.
Sim. Equipamentos vencidos ou fora de condição de uso podem levar à autuação e até à cassação do AVCB, pois o estabelecimento deixa de estar em conformidade com as normas de segurança.
Minha empresa é pequena e tem apenas um andar, preciso de AVCB?
A necessidade do AVCB depende da área construída, da lotação e da atividade (risco) do seu empreendimento, conforme a legislação estadual. Muitos estados isentam microempresas de baixo risco e pequena área. É essencial consultar a legislação do seu estado ou uma empresa especializada para uma avaliação precisa.
O que acontece se minha empresa operar sem o AVCB ou CLCB?
Operar sem a licença do Corpo de Bombeiros (AVCB/CLCB) é uma infração grave, sujeita a multas, interdição do estabelecimento e, em caso de sinistro, a perda da cobertura securitária, além de responsabilidade civil e criminal.

Proteja Seu Patrimônio: Solicitação de Serviços de Segurança Contra Incêndio

    Sobre a gente

    Nossa empresa é especializada em transformar a complexidade da legislação de incêndio em soluções simples e eficazes. Oferecemos serviços completos de AVCB com foco em prevenção, agilidade e excelência técnica.

     

    Com uma equipe multidisciplinar altamente qualificada, composta por engenheiros, arquitetos, técnicos de segurança do trabalho e especialistas, atuamos em estrita conformidade com as normas aplicáveis. Essa expertise nos possibilita elaborar propostas personalizadas para cada tipo de construção, buscando soluções viáveis que atendam às necessidades de cada edificação.

    MISSÃO

    Nossa missão é simplificar etapas burocráticas aos nossos clientes, garantindo qualidade, segurança e agilidade na prestação de serviço.

    VISÃO

    Sermos reconhecidos pelo trabalho em segurança contra incêndio pela capacidade em atender as necessidades dos nossos clientes com agilidade.

    VALORES

    Honestidade, responsabilidade, determinação, ética e competência.

    Normas Atendidas

    Normas da ABNT, Corpo de Bombeiros, NR (Segurança do Trabalho), NFPA, Enel

    AVCB - CLCB - Instalação - Projeto Técnico

    DESDE 2017. SEGURANÇA E RESPONSABILIDADE PARA PROTEÇÃO A VIDA

    Projetos e Aprovações:

    Emissão e renovação de CLCB/AVCB, Elaboração de Projeto de Proteção Contra Incêndio e consultoria técnica

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    Equipamentos e Sistemas

    Venda e Instalação de equipamentos contra incêndio (hidrantes, sprinklers, sinalização, iluminação e extintores)

    Treinamentos

    Formação de Brigada de Incêndio com atestado da empresa e certificado individuais

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    Regularização predial

    Regularização de obras na prefeitura com emissão de alvará de construção e habite-se

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    Encontre em Contato

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    Prevenção e Segurança Contra Incêndio

    Conheça nossa linha completa de produtos essenciais para segurança patrimonial e prevenção contra incêndios. Atendemos normas técnicas e fornecemos soluções para empresas, condomínios e residências.



    • Extintores e Acessórios: Produtos certificados disponíveis em diversas versões.

      Água pressurizada, Pó químico seco (ABC, BC), Dióxido de carbono (CO₂), Portáteis (4kg, 6kg, 10kg), Acessórios: Suportes, lacres, manômetros, etiquetas de inspeção, válvulas e peças.


    • Sinalização de Emergência: Itens conforme a norma NBR 13434.

      Placas fotoluminescentes (Saída, Extintor, Hidrante, Rota de Fuga), Placas personalizadas, Fitas de demarcação de piso, Sinalização de equipamentos e áreas de risco,


    • Iluminação de Emergência: Iluminação eficiente e conforme normas de segurança.

      Luminárias autônomas de LED, Luminárias de sobrepor e embutir, Iluminação de balizamento de rota, Baterias de reposição,


    • Hidrantes e Componentes: Itens certificados e compatíveis com instalações prediais.

      Abrigos metálicos para mangueiras, Mangueiras tipo I e II (com selo do Inmetro), Esguichos regsmalláveis, Válvsmallas de hidrante angsmallar, Chaves storz, tampões e conexões,

    Alguns Clientes Atendidos

    Diversos Setores Atuantes.

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