Gerenciamento Permanente
Segurança Contra Incêndios
Soluções de seguranca contra incendio, hidrantes e mangotinhos com responsabilidade técnica e agilidade em cursino.

Fizemos este guia para descomplicar suas dúvidas sobre o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros – AVCB, também conhecido como Alvará dos Bombeiros. O objetivo é te mostrar como deixar seu espaço (Lojas, Restaurantes, Fábricas, Hospitais e Prédios Residenciais) em dia com as regras do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo – SP.
Vamos direto ao ponto, respondendo as perguntas que mais chegam pra gente ao longo dos anos, enquanto a gente faz laudos de AVCB, projetos e serviços contra incêndio.
O Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) é tipo uma certidão que o CBPMESP (Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de SP) emite. Essa licença garante que o lugar está 100% seguro e cumpre todas as regras obrigatórias de segurança contra fogo e pânico.
O AVCB é chamado de vários nomes: laudo, permissão, inspeção ou alvará dos bombeiros. Pra conseguir o AVCB liberado, seu imóvel tem que estar com tudo em ordem nas normas de proteção contra incêndio e pânico.
A licença AVCB dos Bombeiros, antes de mais nada, protege vidas. Sem o alvará (AVCB), você está brincando com o perigo, colocando a vida das pessoas em risco de morte se rolar um incêndio no seu negócio ou condomínio. Além disso, é um documento obrigatório pra regularizar seu imóvel, viu? Sem o laudo AVCB, você não consegue o alvará pra funcionar, seja seu espaço comercial ou residencial.
É BOM SABER: Você só consegue fazer um seguro (ter uma apólice) se seu estabelecimento estiver redondo com todas as exigências dos Bombeiros, ou seja, se tiver a licença AVCB em mãos.
Outro detalhe importante: várias empresas e órgãos públicos não aceitam que sua empresa participe de licitações se o alvará dos bombeiros (AVCB) estiver vencido ou irregular.
Sim, claro que tem! Em 2015, o governo de São Paulo criou a LEI COMPLEMENTAR Nº 1.257. Essa lei diz que o CBPMESP (Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de SP) pode ir fiscalizar os locais de risco pra ver se as medidas de segurança contra incêndio estão sendo seguidas.
O pedido de vistoria do AVCB pode ser feito pelo dono, pelo responsável pelo uso do local, pelo responsável pela obra ou pelo engenheiro/arquiteto responsável. Mas o próprio CBPMESP pode marcar a vistoria quando quiser, seguindo o cronograma deles.
Se o seu estabelecimento não estiver em dia com a lei do Alvará dos Bombeiros (AVCB), você pode levar um monte de dor de cabeça, como: avisos escritos, multas e até ter as licenças do Corpo de Bombeiros canceladas.
Quando a situação é grave e coloca em risco a vida e a segurança das pessoas, o bombeiro pode interditar o local na hora. Aí eles avisam a prefeitura pra embargar a obra ou fechar de vez o prédio, estabelecimento ou atividade, além de dar advertência, notificar ou multar o responsável pra que ele arrume tudo.
A inspeção dos Bombeiros é uma das etapas mais cruciais pra liberação do AVCB.
É nessa vistoria que eles checam se tudo que foi aprovado no projeto está lá e funcionando certinho.
É fundamental que todos os itens de segurança estejam instalados e com a manutenção em dia, exatamente como foi aprovado no projeto, pra você conseguir seu AVCB.
Antes, pelo decreto 56.819/11, depois de aprovar o AVCB, os Bombeiros não podiam voltar pra fiscalizar e cancelar o AVCB a qualquer momento. Em 2018, veio o novo decreto 63.911/18, que mudou essa regra. Agora, eles podem fiscalizar e cassar o AVCB se acharem alguma coisa errada.
A vistoria é marcada pelo portal Via Fácil Bombeiros. O prazo pra vistoria é de 30 dias pra projeto técnico (PT). Para o projeto técnico simplificado, o prazo é de sete dias, mas as vistorias são feitas por amostragem. Se o bombeiro não aparecer no local, o AVCB é liberado direto pelo portal.
Vale reforçar que os Bombeiros podem fazer a inspeção a qualquer hora, mesmo que o laudo já tenha sido liberado. Isso é bem comum nos casos de vistoria por amostragem.
E pro projeto técnico, a vistoria é garantida no prazo de 30 dias. Não tem liberação sem a checagem dos Bombeiros. Nossa dica é sempre contratar uma empresa de AVCB que entende do riscado pra fazer os projetos e acompanhar a instalação dos itens de segurança. Isso evita perrengues na vistoria e na liberação do laudo.
Mas os clientes da AVCB Laudos e Engenharia não precisam se esquentar com nada disso. A gente cuida de todos os mínimos detalhes pra você conseguir seu AVCB rapidinho e com o melhor preço.
A Vistoria AVCB (AUTO DE VISTORIA DO CORPO BOMBEIROS) é obrigatória pra:
Conforme o artigo 4º § 1º do decreto estadual 63.911/18, a vistoria AVCB não precisa ser feita em:
O preço pra conseguir o AVCB dos Bombeiros não é fixo. Depende de um monte de coisa: o tipo de estabelecimento, o tamanho (metragem), o ano que foi construído e quais equipamentos de combate a incêndio precisam ser instalados ou testados pra tirar ou renovar o AVCB. Mas, independente do valor, lembre-se: prevenir é sempre mais barato do que remediar.
A validade do laudo AVCB muda de 06 (seis) meses a 5 (cinco) anos, dependendo do que está na tabela abaixo:
Observação:Os prazos de validade do AVCB podem mudar dependendo do risco de incêndio do lugar e da avaliação final do Corpo de Bombeiros.
Para Projetos Temporários (seja pra instalação ou ocupação em prédio permanente), o AVCB só vale pelo período do evento, mas no máximo 6 (seis) meses. E pra prédios ou áreas de risco que estão vazios e não dá pra ter atestado de brigada de incêndio, o AVCB vale por 01 (um) ano.
Tudo isso que você leu veio da INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. 01/2019. Clique aqui se quiser baixar o documento completo.
Renovar o AVCB é um processo onde o Corpo de Bombeiros faz uma nova vistoria. Eles vão checar se todos os equipamentos estão com os laudos e ART’s em dia (documentos de responsabilidade técnica).
Pra conseguir a renovação do AVCB, é preciso que todos os seus itens de segurança estejam de acordo com as regras novas do decreto 63.911/18.
Quem tirou a licença AVCB antes, precisa se adaptar ao novo decreto. Se não for possível mudar tudo como manda a regra, dá pra usar "medidas compensatórias" pra conseguir renovar o AVCB.
É importante fazer a manutenção dos equipamentos todo ano e recarregar os extintores corretamente.
No processo de renovação, pra áreas maiores que 200 metros quadrados, além da manutenção, você precisa ter um responsável técnico pelos equipamentos de segurança.
O pedido de vistoria é feito pelo portal Via Fácil Bombeiro. O valor da taxa depende do tamanho da área construída. A taxa de vistoria te dá direito a um segundo retorno, caso a primeira inspeção encontre alguma coisa errada.
Não ter esse documento (AVCB) em dia pode gerar vários perrengues pro administrador ou dono do prédio, tipo:
É o jeito que seu projeto contra incêndio pode ser aprovado. Existem dois tipos principais: AVCB e CLCB (Certificado de Licenciamento do Corpo de Bombeiros).
As duas modalidades têm o mesmo valor de segurança. Elas servem pra provar que o lugar é seguro contra incêndio e pra regularizar imóveis (residenciais, fábricas, hospitais e comércios).
Alguns órgãos públicos e empresas privadas exigem esses laudos do Corpo de Bombeiros (AVCB ou CLCB) pra liberar outras licenças, como: Habite-se, Alvará de Funcionamento e, super importante, o Seguro do Prédio.
Como o nome já diz, é um projeto que mostra tudo que precisa ter pra combater incêndio. Com esse documento, a gente sabe quais medidas, quantos equipamentos e onde eles serão instalados. Por exemplo: Placas de sinalização, rotas de fuga, portas corta-fogo, extintores, hidrantes, chuveiros automáticos (sprinklers), alarmes, etc.
Pro Projeto Técnico (PT), a gente segue as características do prédio ou área de risco, conforme a INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. 01/2019.
É bom sempre chamar um profissional (engenheiro ou arquiteto) pra te orientar sobre qual tipo de projeto se aplica ao seu caso. As instruções técnicas têm muitas exceções!
Pra deixar seu estabelecimento regular com os Bombeiros (AVCB), você precisa montar o PPCI (Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio) e entregar todos os laudos e papéis obrigatórios. Nesse plano, a gente faz um projeto que inclui todas as medidas de segurança que a lei exige e precisa de alguns documentos, como:
Os equipamentos que você precisa instalar no projeto variam de acordo com a classificação e o uso do lugar. Os itens de segurança mais básicos pro AVCB são:

O extintor de incêndio é aquele aparelho portátil que a gente usa pra apagar ou controlar incêndios pequenos, geralmente em emergências. Ele não serve pra fogo que já está fora de controle (tipo fogo que subiu pro teto, tá perigoso pro usuário, tem muita fumaça, risco de explosão, etc.) ou que precisa de um batalhão de bombeiros. Quase sempre é um cilindro de metal com um agente que, quando liberado, apaga o fogo. Existem outros tipos, mas o cilindro é o mais comum.

A luz de emergência é uma lâmpada com bateria que acende automaticamente se o prédio fica sem luz. Essas luzes são obrigatórias em prédios novos (comerciais e residenciais altos, tipo repúblicas de faculdade, apartamentos e hotéis). A maioria das regras de construção exige que elas sejam instaladas até em prédios mais antigos.

São aquelas placas que brilham no escuro (fotoluminescentes) que servem pra indicar rapidinho onde ficam as saídas de emergência e os equipamentos de segurança. É super importante pra avisar sobre perigos no prédio ou em áreas com produtos arriscados.
Se o risco de incêndio do lugar for maior, aí precisa de mais equipamentos de segurança, como:

É o ponto onde tem água pra combater o fogo, com uma ou duas saídas de válvulas, adaptadores, tampões, mangueiras e outras peças. O
Atualização de Projeto Técnico de Proteção contra Incêndios
a atualização do Projeto Técnico de Proteção contra Incêndios tem por objetivo adequar o Projeto existente às mudanças ocorridas na edificação ou a ocupação, bem como atender às atualizações das exigências normativas, de forma a promover a segurança efetiva da edificação e das pessoas que a frequentam. As atualizações de projetos elaboradas pela safety têm como premissa o atendimento de requisitos como, segurança dos colaboradores, proteção do patrimônio da empresa, atendimento às normas e economia na execução
Título: Tudo o que você precisa saber sobre a vedação de shafts: proteção contra incêndio essencial
Conteúdo:
Shafts: perigo escondido!
As causas de incêndio podem ser diversas – como acidentes domésticos, vazamento de gás e, principalmente, problemas em instalações elétricas. Em edifícios, tanto residenciais quanto comerciais, essas instalações representam um perigo escondido. Além da possibilidade do início de um incêndio em dutos elétricos, fogo e fumaça se espalham de forma acelerada pelos shafts das edificações.
Vedação de shafts é essencial na proteção contra incêndio
Quando buscamos implementar medidas de proteção contra incêndios, é importante pensarmos na vedação de shafts elétricos, hidráulicos, de telefonia e estruturais. As principais dúvidas são: “o que são shafts?”, “Como vedá-los?”, “É uma medida realmente importante?”. Vamos responder essas questões neste artigo.
O que são shafts?
Shafts são compartimentos verticais de passagem de fios e cabos elétricos, tubulações hidráulicas, estrutura metálica, entre outros, presentes em edificações. A principal função dos shafts é facilitar o acesso às instalações elétricas e hidráulicas para eventuais manutenções e reparos. A vedação de shafts é uma medida importante na proteção contra fogo pois evita a propagação de fogo e fumaça entre os pavimentos do edifício.
Como é feita a vedação de shafts?
A vedação de shafts pode ser realizada de diversas maneiras. Na Santa Helena, empresa referência em proteção passiva contra fogo, esse procedimento é conhecido como Vedashaft, uma combinação entre materiais de alta tecnologia e vasta experiência em aplicação. Vedashaft consiste na instalação de Mantas e Painéis Refratários de Fibra Cerâmica e Lã de Rocha, cimentos refratários e/ou Mastic intumescente nas aberturas do edifício – garantindo perfeita selagem de shafts elétricos, hidráulicos ou de telefonia.
Por que é uma medida importante?
A vedação de shafts é uma medida essencial na proteção contra fogo. Com sua implementação, evitam-se prejuízos financeiros e danos ao patrimônio, além de garantir a proteção das pessoas que frequentam o local. Com a vedação de shafts, uma vez que chamas, fogo, fumaça e gases tóxicos não atingem os demais pavimentos do edifício, é possível realizar a evacuação segura e rápido combate ao incêndio.
O que é proteção passiva contra fogo?
Proteção Passiva contra fogo é um conjunto de medidas preventivas que auxiliam no combate ao incêndio. As soluções da PP visam proteção estrutural, compartimentação do fogo e controle de material de acabamento e revestimento. Com isso, os prejuízos são reduzidos em caso de incêndio. Além da vedação de shafts, a PP possui outras medidas, como: tinta intumescente para proteção de estruturas metálicas, paredes, vidros e portas corta-fogo, produtos retardantes de chamas, entre outras.
Como realizar a vedação de shafts
Tanto a vedação de shafts, como as demais soluções da PP, devem ser implementadas por empresas especializadas em proteção passiva contra fogo. Somente com uso de produtos devidamente testados e certificados, e mão de obra qualificada, a proteção será efetiva e atenderá às Normas do Corpo de Bombeiros do Brasil.
Conheça a Santa Helena
Atuamos com excelência desde 1981 no mercado de proteção passiva contra incêndios! Oferecemos produtos e serviços de alta qualidade – como a vedação de shafts, proteção de estruturas metálicas e retardantes de chamas. Proporcionamos a melhor solução para selagem de aberturas com o VEDASHAFT. Realizado por um time altamente especializado, que está apto a executar serviços com qualidade, rapidez e baixo custo.
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FAQ 5 Perguntas:
FAQ:
Pergunta para o leitor:
Você sabia que a vedação de shafts é uma medida crucial na proteção contra incêndio em edifícios? Se tiver alguma dúvida ou desejar mais informações sobre este assunto, envie um e-mail para [email protected] e teremos prazer em responder!
Palavras-chave: Shaft, vedação, proteção contra incêndio, proteção passiva, Santa Helena, normas de segurança.
Fornecedores e links:
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Nosso compromisso com a excelência inclui o treinamento periódico de nossos funcionários, garantindo que possamos oferecer aos nossos clientes as soluções mais modernas e eficientes para cada projeto.
Realizamos ensaios periódicos de resistência ao fogo, o que nos diferencia no mercado brasileiro, assegurando a qualidade e segurança de nossos serviços.
Todos os materiais utilizados pela safety são seguros para a saúde humana. A Lã de Rocha, utilizada em nossas soluções de proteção passiva, isolamento acústico e térmico, é classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como não cancerígena.
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FAQ:

Atrajetória do Corpo de Bombeiros de São Paulo e sua evolução estão inseparavelmente relacionadas ao desenvolvimento da cidade. O caminhar da capital, os incêndios e ocorrências dos quais foi vítima, as decisões administrativas, o furioso crescimento populacional, o delinear de sua arquitetura, cada movimento da metrópole encontra paralelo na história da corporação. Ao explorar o percurso do Corpo de Bombeiros, o objetivo deste livro é evidenciar tal conexão, apontando as respostas da instituição às demandas da comunidade e à profunda admiração enraizada no coração dos habitantes de São Paulo. Fascinados pelos atos de coragem e pela solidariedade demonstrada pelos bombeiros, homens e mulheres decidem colocar os melhores anos de suas vidas a serviço da cidade e de sua gente, comprometendo-se a proteger a vida, o patrimônio e o meio ambiente. Acompanhar os avanços do Corpo de Bombeiros é entender a influência da metrópole no destino da corporação. E à medida que esses laços se fortalecem, mais precisa se torna a resposta da corporação às necessidades de São Paulo.
Na madrugada do dia 6 de novembro, às 2h15, um incêndio irrompeu na histórica Estação da Luz, desencadeando uma mobilização sem precedentes por parte do Corpo de Bombeiros de São Paulo.
O jornal Folha da Manhã, em sua edição daquela quarta-feira, documentou o desespero e a determinação dos bombeiros em conter as chamas.
Fotos do dia seguinte retratavam a torre principal da estação envolta em fumaça densa, enquanto os bombeiros lutavam com mangueiras de água para controlar o fogo.
No entanto, as dificuldades foram muitas, especialmente devido à escassez de água, o que complicou ainda mais o trabalho dos bombeiros.
Dois dos bravos combatentes ficaram feridos durante a operação de resgate.
O incêndio de 1946 marcou o declínio da Estação da Luz, conforme reportado pela Folha em dezembro de 2015.
A suspeita de origem criminosa ganhou força, pois o fogo surgiu apenas dois dias antes do término da concessão da administração da estação à companhia inglesa São Paulo Railway.
O resultado foi a destruição de documentos importantes da empresa, além do prejuízo material.
Esse trágico evento também desencadeou as primeiras iniciativas para desvincular o Corpo de Bombeiros da Força Pública, lideradas pelo então comandante da corporação, coronel Índio do Brasil.
No entanto, o projeto enfrentou forte resistência, principalmente da Força Pública, que via na extinção de incêndios sua única função prática e política.
Apesar dos esforços de Índio do Brasil e de outros defensores da autonomia do Corpo de Bombeiros, o movimento foi sufocado em março de 1947, quando o coronel foi passado para a reserva e os oficiais envolvidos foram transferidos.
No entanto, a ideia de autonomia continuaria latente, aguardando o momento certo para ressurgir.
O incêndio na Estação da Luz não apenas marcou um ponto de virada na história do local, mas também destacou a necessidade de reformas estruturais e de uma abordagem mais eficaz para a prevenção e combate a incêndios na cidade de São Paulo.
Palavras-chave: Incêndio, Estação da Luz, Corpo de Bombeiros, São Paulo Railway, autonomia, resistência, história.
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