AVCB/CLCB a partir de R$459,99
Aprovação em até 5 dias
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Com o fito de elidir qualquer dúvida que se aninhe,
Erguemos este compêndio, que a mente desalinhe
De incertezas sobre o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros,
Ou o Alvará dos Milicianos, em seus nobres roteiros.
Para que o vosso lar ou o labor, em seus vastos recintos
— Comércios, indústrias, hospitais, condomínios distintos —
Se curvem à exigência do Corpo de Bombeiros Paulista,
Em conformidade plena, numa senda legalista.
De anos de mister, onde o laudo é o nosso estandarte,
E projetos de combate ao fogo são a nossa arte,
As questões capitais, que nos chegam sem cessar,
Neste verso solene, iremos aprofundar.
O Auto de Vistoria, que o CBPMESP concede,
É a chancela que atesta, e o risco retrocede.
É o documento que assegura, com fulgor e com rigor,
Que o sítio licenciado cumpre, sem pejo ou temor,
Os preceitos inarredáveis de segurança e ordem,
Contra o ímpeto voraz que as chamas desbordem.
Seja laudo, licença, vistoria, ou alvará,
Seu mister é o mesmo, a vida a preservar.
Para que a emissão se cumpra, e o papel seja lavrado,
O edifício deve estar, em tudo, aparelhado,
Acolhendo o PPCI (Plano de Prevenção), em sua forma mais pura,
A afastar o pavor e a nefasta desventura.
A licença do AVCB, em primazia, se destina
A ser o escudo que a vida e o bem-estar catalisa.
Sem este alvará, a existência se faz precária,
Pois o fogo, em sua fúria, não conhece área.
É o documento que a lei exige, com veemência,
Para a regularização plena, em sua essência.
Sem o laudo, o alvará de funcionamento se esvai,
E o comércio ou o lar, em perigo, cai.
Só se logra o seguro, a apólice firmada,*
*Se a casa se alinha, em preceito e jornada,*
*Aos ditames do Corpo de Bombeiros, em sua alta missão,*
*E o AVCB se faz a prova, a plena condição.*
Mister é notar que o erário e as hostes licitatórias
Rejeitam o pleito de quem não cumpre as regras meritórias.
Há um estatuto que rege o AVCB e o labor,
Dos projetos que combatem o fogo, com ardor.
Em 2015, o governador paulista, em seu decreto,
A Lei Complementar nº 1.257 pôs a preceito.
Conferindo ao CBPMESP a prerrogativa augusta
De fiscalizar o risco, em sua forma mais justa.
A vistoria pode ser rogada, em ato de presteza,
Pelo dono, pelo técnico, ou por quem a obra preza.
Ou, ainda, conforme a estratégia do CBPMESP,
Em sua própria agenda, sem que haja tropeço.
Se a norma for vilipendiada, e o Alvará não for obtido,
A infração se manifesta, o mal é cometido.
Multas e advertências são a primeira sanção,
E a cassação da licença, a dura punição.
Se o risco à vida se avizinha, em perigo iminente,
O militar do Corpo de Bombeiros, de modo urgente,
Poderá interditar o local, em ato de cautela,
E a prefeitura será notificada, para que ela
O embargo decrete, ou a interdição se faça,
Advertindo o responsável, para que a lei não se desfaça.
A inspeção do Corpo de Bombeiros é o passo crucial,
Para que o AVCB se liberte, em seu fulgor legal.
Neste ato, se verifica se o que foi aprovado outrora,
No projeto, se cumpriu, e o erro se evapora.
Os dispositivos de segurança, em sua plena função,
Devem estar implantados e mantidos, sem transgressão.
Antes, o AVCB aprovado era um decreto imutável,
Mas o decreto 63.911/18, em seu teor notável,
Permite agora a fiscalização a qualquer tempo,
E a suspensão da licença, se houver contratempo.
A vistoria é marcada no Via Fácil Bombeiros,
Com prazos distintos, em seus nobres roteiros:
Trinta dias para o Projeto Técnico, em sua forma plena,
E sete dias para o Simplificado, sem qualquer pena.
Pode o Bombeiro vistoriar, em qualquer instante,
Mesmo após a liberação, em zelo constante.
Mister é ter um especialista, que a obra conduza,
Para que o laudo se obtenha, e a paz se traduza.
*AVCB Laudos e Engenharia*, em sua alta perícia,
Cuida de cada detalhe, com rara e fina malícia,
Para que o AVCB se alcance, em tempo exato e breve,
Com o custo-benefício que a alma alivia e eleve.
A Vistoria do AVCB, em lei, se faz prescrita,
Para os locais que a norma, em seu texto, delimita:
Conforme o decreto estadual 63.911/18, em seu artigo e parágrafo,
A Vistoria do AVCB não se impõe, em seu epígrafo,
Aos lares de uso residencial unifamiliar, em sua singeleza,
Ou à residência que se ergue, em mista natureza,
Com acesso apartado e sem interligação,
Para que a lei se cumpra, em sua justa razão.
O preço do AVCB se modula e se varia,
Pelo tipo de local, a metragem que o dia
Do cálculo exige, e o ano da construção que se finda.
Os controles que se impõem, para que a licença se brinde,
Tanto para o novo laudo quanto para a renovação que se anseia.
Mas, acima do valor, a máxima se alteia:
É mais econômico o prevenir que o remediar,
Pois a vida e o patrimônio não se podem comprar.
Para que o alvará se obtenha, o caminho é traçado:
1. Verificar se o sítio, em seu teor, está obrigado
Ao AVCB, em sua forma legal e precisa.
2. Contratar a AVCB Laudos e Engenharia, que se avisa
Como a empresa especializada, que o projeto conduz,
E a obra realiza, sob a mais clara luz.
3. Após a contratação, a AVCB Laudos e Engenharia prossegue,
Com o levantamento de dados, para que o processo se entregue:
Plantas, comprovantes da área, e os laudos que se requerem
(De elevador, gerador, gás, para-raios, que a norma aferem).
4. Aguardar que a AVCB Laudos e Engenharia o projeto elabore,
E a aprovação obtenha, antes que o tempo se esmore.
5. Implementar as medidas que o Corpo de Bombeiros aprova:
Sinalização, iluminação, extintores, hidrantes, que se renova
A segurança do local, em sua plena função.
A validade do AVCB se estende, em seu alcance,
De seis meses a cinco anos, em seu nobre lance:
As informações de validade de AVCB acima podem variar de acordo com a carga de incêndio do local e com a avaliação do Corpo de Bombeiros.*
Para Projetos Técnicos Temporários, a validade se restringe ao evento, sem exceder seis meses. Para edificações desabitadas, o prazo é de um ano. Tais preceitos emanam da INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 01/2019.
A renovação do AVCB é um processo que se repete,
Onde a vistoria do Corpo de Bombeiros o local compete.
Se laudos e ART’s estão atualizados, em sua plenitude,
E os dispositivos de segurança se curvam à virtude
Do decreto 63.911/18, em sua nova lei.
Mesmo quem o obteve antes, à adequação se submete, em seu arreio.
A manutenção anual e a recarga dos extintores são vitais.
Para áreas vastas, um responsável técnico se faz, em seus rituais.
A vistoria é solicitada no Via Fácil Bombeiro,
O valor da taxa se pauta na área, em seu roteiro.
O gestor que negligencia o AVCB, em seu mister,
A pena e o prejuízo terá de sofrer:
O projeto contra incêndio se aprova, em sua forma,
Por duas modalidades, que a lei conforma:
O AVCB e o CLCB (Certificado de Licenciamento), em igual valor,
Para atestar a segurança e a regularização, com fulgor.
Órgãos públicos e privados o laudo exigem, com fervor,
Para o Habite-se, o Alvará e o Seguro Predial, em seu labor.
O Projeto Técnico é o desenho que se faz,
Onde as medidas contra o fogo se mostram, em sua paz.
Sinalização, rotas de fuga, extintores, hidrantes, em seu rol,
E os sprinklers, que a água dispersam, sob o sol.
O PT se pauta na INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 01/2019, em seu preceito,
Com critérios de área, altura, risco, e o que se tem por direito.
Para a regularização do sítio, em seu ato formal,
O PPCI (Plano de Prevenção) se elabora, em seu ritual.
Com medidas de segurança e documentos que se juntam:
Planta em dwf, formulário, procuração, que a lei aponta.
E a ART/RRT do técnico, que a responsabilidade assume.
Os equipamentos basilares, que a norma elege:
Com agente extintor, para o fogo que é pequeno.
Quando a energia falha, em seu súbito eclipse.
O caminho da saída, em sua clara indicação.
Com reservatório, bombas e mangueiras, em seu sistema.
Com água que se verte, a extinguir o ardor.
O Via Fácil Bombeiros (VFB) é o sistema que se informatiza,
Para padronizar o serviço, que a qualidade otimiza.
Nele se solicita o projeto, a vistoria, a regularização,
E o FAT (Formulário de Atendimento Técnico), em sua função.
É o apoio para Bombeiros, Arquitetos, Engenheiros e o Cidadão.
O FAT é o formulário que a comunicação formaliza,
Entre o usuário e o SSCI do CBPMESP, que se avisa.
Para substituir dados, retificar o projeto, ou revisar o ato,
A solicitação se faz no Via Fácil, em seu exato
Rito, com documentos e plantas que se requerem.
Há uma taxa a pagar, e o prazo é de dez dias úteis, que se aferem.
A ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) é o documento que se inscreve
No conselho de engenharia, e a qualidade descreve.
É a garantia do serviço prestado, em sua alta valia,
E obrigatória para a liberação do AVCB, que se confia.
Deve ser emitida por profissionais do CREA, em sua arte.
No processo do AVCB, diferentes ART’s têm sua parte,
Pautadas nas Instruções Técnicas (IT-01 e IT-42 em São Paulo).
Sim, é vital a assessoria de uma empresa de AVCB,
Pois o Projeto de Incêndio não é simples, e a mente se deve
Aos olhos treinados da AVCB Laudos e Engenharia, em seu saber.
Isso evita retrabalhos, gastos e o problema que pode haver
Com a vistoria e as multas, que o bolso amargura.
A assessoria do especialista é a cura,
Para a emissão e renovação do AVCB, em sua plena luz.
*
*Fim do Canto.*
Criação de Projeto Técnico de Proteção contra Incêndios
São etapas do processo de elaboração de Projeto Técnico de Proteção contra Incêndios:
a. Reunião de nivelamento de expectativa e levantamento de dados preliminares;
b. Desarquivamento do último projeto junto ao Corpo de Bombeiros, quando aplicável;
c. Levantamento e análise de documentação;
d. Inspeção técnica;
e. Análise do colegiado técnico (Engenheiros e Bombeiros);
f. Apresentação da proposta técnica de dimensionamento;
g. Elaboração do Projeto e respectivos memoriais;
h. Emissão da ART;
i. Apresentação do Projeto para análise do Corpo de Bombeiros;
j. Acompanhamento e resposta à questionamentos técnicos;
k. Entrega formal do projeto aprovado ao cliente.
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Atrajetória do Corpo de Bombeiros de São Paulo e sua evolução estão inseparavelmente relacionadas ao desenvolvimento da cidade. O caminhar da capital, os incêndios e ocorrências dos quais foi vítima, as decisões administrativas, o furioso crescimento populacional, o delinear de sua arquitetura, cada movimento da metrópole encontra paralelo na história da corporação. Ao explorar o percurso do Corpo de Bombeiros, o objetivo deste livro é evidenciar tal conexão, apontando as respostas da instituição às demandas da comunidade e à profunda admiração enraizada no coração dos habitantes de São Paulo. Fascinados pelos atos de coragem e pela solidariedade demonstrada pelos bombeiros, homens e mulheres decidem colocar os melhores anos de suas vidas a serviço da cidade e de sua gente, comprometendo-se a proteger a vida, o patrimônio e o meio ambiente. Acompanhar os avanços do Corpo de Bombeiros é entender a influência da metrópole no destino da corporação. E à medida que esses laços se fortalecem, mais precisa se torna a resposta da corporação às necessidades de São Paulo.
A maioria das corporações de bombeiros no mundo foi organizada em resposta a grandes ocorrências.
Em São Paulo não foi diferente.
O primeiro incêndio do qual se tem registro na então
capital da Província ocorreu em dezembro de 1850, na Rua
do Rosário, atual Quinze de Novembro.
A casa, ocupada por
um armazém, ardeu em chamas até ser completamente destruída.
O fogo só não tomou todo o quarteirão pela ação
dos próprios habitantes.
Convocados pelas autoridades como de costume na
época, homens, mulheres e crianças correram em socorro, munidos de bacias e baldes e uma bomba d’água emprestada pelo francês Marcelino Gerard.
Era a primeira vez que uma ocorrência desse gênero apresentava um risco
real, merecendo do presidente da Província, José Thomaz Nabuco de Araújo Filho, que assumiu o cargo em 1851, o seguinte relato: Era bem triste e repugnante a situação da autoridade pública nestas circunstâncias, destituída dos meios materiais os mais simples, para poder socorrer aos cidadãos e as famílias, evitar o dano
da propriedade, e o perigo da cidade: era tanto mais triste e repugnante essa situação,
quanto não tinha ela ação coercitiva para vencer e dominar o egoísmo e a inércia.
1
O incêndio da Rua do Rosário é emblemático também por assinalar o
expressivo desenvolvimento da cidade a partir de 1840.
A transição de vila
para cidade foi impulsionada pelo início da industrialização do País e pela
demanda de mão de obra operária, especialmente na construção civil e ferroviária2.
São Paulo, o grande entreposto por onde todos passavam ou paravam
em busca de escravos e metais preciosos, começou a ganhar peso histórico
com o avanço da cultura do café a partir da proclamação da Independência
e, definitivamente, com a inauguração da primeira estrada de ferro, a São
Paulo Railway, em 1867.
3
Em 1840, a capital contava com 1.
843 edificações de taipa, espalhadas
por 32 ruas, dois largos, 10 travessas e quatro ladeiras4.
A maior parte da população vivia em casebres de madeira ou ranchos cobertos de palha, que se
deixava queimar nos raros incêndios que ocorriam.
Na década seguinte a cidade cresceu, condensando-se no triângulo formado pelas ruas do Rosário
(Quinze de Novembro), São Bento e Direita, como assinalou o então tenentecoronel Pedro Dias de Campos, em monografia publicada em março de 1912.
Com o incremento da população, do comércio, da vida enfim da cidade, deviam aparecer naturalmente os flagelos, e dentre eles os incêndios não foram os menos temíveis!
O impacto do incêndio da Rua do Rosário poderia ter provocado alguma
estruturação visando ao combate de incêndios, mas pouco aconteceu de concreto além da recuperação de uma velha bomba d’água manual do depósito
do exército e da aquisição da bomba d’água do francês Gerard, considerada o
primeiro apetrecho a ser usado para tal fim em São Paulo.
Ainda em função
do acontecido, em 1852 foi aprovado o primeiro código de prevenção de incêndio, obrigando a população a cooperar com a polícia nesse tipo de emergência.
Entre outras exigências, havia a de que sineiros e sacristãos repicassem os sinos,
dando assim o competente aviso de incêndio.
Caso assim não procedessem, seriam presos e multados em certa quantia, contam o capitão Alfonso Antonio Gill e o tenente
Walter Negrisolo em artigo publicado na edição especial da revista Incêndio
(março/abril 1980), em comemoração ao centenário do Corpo de Bombeiros.
O aviso de incêndio por repicar de sinos permaneceu até a década de 1890.
Esquecidas por um longo período, a poeira acumulada nas bombas só seria retirada em 1862, quando as chamas tomaram a livraria José Fernandes
de Souza, na Rua do Carmo.
No ano seguinte foi a vez da explosão de uma
barrica de pólvora em uma loja de ferragens na Rua do Comércio e outra em
1870 na mesma área, a despeito dos esforços da polícia e dos legisladores em
primeiro regular e depois coibir o estoque da substância.
Novas ocorrências em 1873, na Rua Direita e na Ladeira Porto Geral, a segunda com duas vítimas fatais, provocaram a primeira tentativa de criação
do Serviço de Bombeiros, em 1874.
Ele nasceria vinculado à Companhia de
Urbanos, algo equivalente a Guarda Civil.
Seriam instaladas, como relata artigo da revista Incêndio, três freguesias, das quais a central teria 10 bombeiros.
Apesar de ter realmente sido formada, com 10 homens egressos do Corpo Provisório de Bombeiros da Corte5 (criado em 2 de julho de 1856), a Turma de
Bombeiros foi desmantelada logo que o cargo de chefe de polícia mudou de
mãos.
Os 10 bombeiros foram remanejados para o serviço de policiamento.
Mas a cidade tinha pressa e não perdoaria esse descaso.
Em 1878, já contabilizava 7.
987 edificações, em 66 ruas, quatro largos, 11 travessas, cinco
ladeiras e um beco6, adensamento que aumentava consideravelmente o risco de novos sinistros.
Um ano antes, o abastecimento de água começou a ser
realizado de forma sistemática, com a criação da Companhia Cantareira de
Água e Esgotos.
As características das edificações também sofreram alterações.
Os tijolos, malquistos pelos paulistanos conservadores e empregados
por pedreiros alemães, se tornaram comuns, sobretudo com a inauguração
da ferrovia em 1867, sendo a construção do Teatro de São José, iniciada em
1858, e o Hotel Palm, no Largo do Capim, registrado em foto de Militão A.
Azevedo em 1860, os primeiros prédios de alvenaria na capital.
5 O pioneirismo no que se refere a serviços públicos de extinção de incêndios no Brasil é atribuído ao
Rio de Janeiro, pois foi lá criado o primeiro Corpo de Bombeiros, com essa denominação, em 2 de julho de 1856.
As iniciativas anteriores não receberam tal status porque não se perpetuaram.
Nesse sentido, a primeira organização de que se tem registro no país foi em Recife, Pernambuco, em 28 de agosto de 1636, durante a ocupação holandesa.
Era denominada Companhia de Brantmeesters e foi extinta
com a expulsão dos holandeses em 1654.
No próprio Rio de Janeiro já havia sido designado o Arsenal de
Marinha, por força do Alvará Régio de 12 de agosto de 1797, para realizar os serviços de combate a incêndio da cidade.
Antes da criação do Corpo de Bombeiros da Corte, portanto, os serviços eram executados por operários dos Arsenais de Guerra e Marinha, das Obras Públicas e da Casa de Correção.
Fontes: Giancarlo Aste.
Histórico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro.
Imprensa Oficial do
Estado do Rio de Janeiro, Niterói, 1991.
6 Tenente-coronel Pedro Dias de Campos, O Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, Retrospecto Histórico,
Monografia publicada em março de 1912, p.
18
7 Candido Malta Campos, São Paulo, metrópole em trânsito: percursos urbanos e culturais – Candido Malta
Campos, Lúcia Helena Gama, Vladimir Sacchetta (organizadores) – São Paulo: Editora Senac, 2004, p.
37
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