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Informações Técnicas sobre AVCB e CLCB – Regularização com Segurança e Conformidade
Desenvolvimento de Projetos com Conformidade Legal
Desenvolvemos seus projetos de segurança contra incêndio rigorosamente dentro das normas e legislações vigentes — municipais, estaduais e federais — garantindo a regularização completa do seu estabelecimento junto ao Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo (CBPMESP).
O que é o AVCB?
O Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) é o documento emitido pelo CBPMESP que certifica que, durante a vistoria, a edificação atendia às condições mínimas de segurança contra incêndio e pânico.
Trata-se de um conjunto integrado de medidas estruturais, técnicas e organizacionais destinadas a garantir um nível adequado de proteção à vida e ao patrimônio, conforme exigido pela legislação. O AVCB possui prazo de validade e deve ser renovado periodicamente.
O que é o CLCB?
O Certificado de Licença do Corpo de Bombeiros (CLCB) é um documento equivalente ao AVCB, emitido para edificações classificadas como de baixo potencial de risco. Ele comprova que o imóvel concluiu com êxito o processo de regularização de segurança contra incêndio.
O CLCB tem a mesma validade legal do AVCB perante outros órgãos públicos e privados (como prefeituras, seguradoras e licitantes).
Quando o AVCB/CLCB é obrigatório?
Construção nova ou reforma;
Mudança de uso ou ocupação do imóvel;
Ampliação da área construída;
Regularização de edificações e áreas de risco;
Obras ou eventos provisórios (circos, feiras, shows, etc.).
Quando NÃO é obrigatório?
Residências exclusivamente unifamiliares;
Residência unifamiliar no pavimento superior de edificação mista, com até dois pavimentos e acesso independente à via pública.
Observação: Em ocupações mistas sem compartimentação corta-fogo, aplicam-se as exigências da atividade de maior risco. Com compartimentação, cada setor segue suas próprias regras.
Projeto Técnico Simplificado (PTS)
O PTS é aplicável a edificações com:
Área ≤ 750 m² e até 3 pavimentos (exceto subsolo usado apenas como garagem);
Área ≤ 1.500 m² e altura máxima de 6 metros;
Sem exigência de sistemas hidráulicos fixos (hidrantes, sprinklers, etc.);
Sem necessidade de proteção estrutural contra calor (IT-08);
Postos de combustível ≤ 750 m² (excluindo cobertura de bombas);
Armazenamento de GLP ≤ 12.480 kg (960 botijões de 13 kg);
Líquidos inflamáveis ≤ 20 m³;
Gás inflamável ≤ 10 m³;
Locais de reunião com ≤ 750 m² e lotação ≤ 250 pessoas.
Documentação exigida: Formulário de Avaliação de Risco (via Via Fácil Bombeiros), ART do responsável técnico e comprovação de área construída.
Projeto Técnico Completo
Aplicável quando a edificação:
Tem área > 750 m² ou altura > 12 m ou mais de 3 pavimentos;
Exige sistemas fixos (hidrantes, sprinklers, detecção de fumaça, etc.);
Necessita proteção estrutural contra incêndio (IT-08).
Documentos obrigatórios:
Formulário de Segurança Contra Incêndio;
ART do responsável técnico;
Planta das medidas de segurança;
Procuração (se aplicável);
Documentos complementares (laudos, memórias de cálculo, autorizações, etc.).
Prazo de Validade
O prazo de validade do AVCB/CLCB varia conforme o risco da ocupação:
CLCB: geralmente 2 a 5 anos. Para edificações térreas ≤ 200 m² com saída direta para a rua, a vistoria é feita por amostragem posterior.
AVCB: de 1 a 5 anos, conforme tipo de uso (ex.: boates = 1 ano; escritórios = até 3 anos; indústrias = até 3 anos).
Edificações desocupadas: validade de 1 ano.
Equipamentos Comuns para Regularização
Os itens básicos exigidos em grande parte dos projetos incluem:
Extintores de incêndio;
Placas de sinalização fotoluminescente;
Portas corta-fogo;
Saídas e iluminação de emergência;
Hidrantes e mangotinhos (quando exigidos);
Atestado de Brigada de Incêndio;
ARTs de instalação e manutenção.
Processo de Emissão
Diagnóstico técnico da edificação;
Elaboração do PPCI (Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio);
Implantação dos sistemas e equipamentos;
Agendamento da vistoria pelo Via Fácil Bombeiros;
Emissão do AVCB/CLCB após aprovação (em até 15 dias úteis).
Consequências da Irregularidade
Estabelecimentos sem AVCB/CLCB válido estão sujeitos a:
Advertências escritas;
Multas;
Interdição total ou parcial;
Impossibilidade de obter alvará de funcionamento;
Recusa de apólices de seguro;
Impedimento em participar de licitações públicas.
Por que contar com profissionais qualificados?
A elaboração do PPCI e a obtenção do AVCB/CLCB exigem conhecimento técnico especializado, registro no CREA/CAU e domínio das Instruções Técnicas do CBPMESP (especialmente IT-01 e IT-42).
Conte com uma equipe capacitada para garantir que seu projeto seja aprovado na primeira vistoria, evitando retrabalhos, custos extras e riscos legais.
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Inspeções Remotas Periódicas AVCB/CLCB
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Shafts: Proteja sua Edificação Contra Incêndios!
Título: Tudo o que você precisa saber sobre a vedação de shafts: proteção contra incêndio essencial
Conteúdo:
Shafts: perigo escondido!
As causas de incêndio podem ser diversas – como acidentes domésticos, vazamento de gás e, principalmente, problemas em instalações elétricas. Em edifícios, tanto residenciais quanto comerciais, essas instalações representam um perigo escondido. Além da possibilidade do início de um incêndio em dutos elétricos, fogo e fumaça se espalham de forma acelerada pelos shafts das edificações.
Vedação de shafts é essencial na proteção contra incêndio
Quando buscamos implementar medidas de proteção contra incêndios, é importante pensarmos na vedação de shafts elétricos, hidráulicos, de telefonia e estruturais. As principais dúvidas são: “o que são shafts?”, “Como vedá-los?”, “É uma medida realmente importante?”. Vamos responder essas questões neste artigo.
O que são shafts?
Shafts são compartimentos verticais de passagem de fios e cabos elétricos, tubulações hidráulicas, estrutura metálica, entre outros, presentes em edificações. A principal função dos shafts é facilitar o acesso às instalações elétricas e hidráulicas para eventuais manutenções e reparos. A vedação de shafts é uma medida importante na proteção contra fogo pois evita a propagação de fogo e fumaça entre os pavimentos do edifício.
Como é feita a vedação de shafts?
A vedação de shafts pode ser realizada de diversas maneiras. Na Santa Helena, empresa referência em proteção passiva contra fogo, esse procedimento é conhecido como Vedashaft, uma combinação entre materiais de alta tecnologia e vasta experiência em aplicação. Vedashaft consiste na instalação de Mantas e Painéis Refratários de Fibra Cerâmica e Lã de Rocha, cimentos refratários e/ou Mastic intumescente nas aberturas do edifício – garantindo perfeita selagem de shafts elétricos, hidráulicos ou de telefonia.
Por que é uma medida importante?
A vedação de shafts é uma medida essencial na proteção contra fogo. Com sua implementação, evitam-se prejuízos financeiros e danos ao patrimônio, além de garantir a proteção das pessoas que frequentam o local. Com a vedação de shafts, uma vez que chamas, fogo, fumaça e gases tóxicos não atingem os demais pavimentos do edifício, é possível realizar a evacuação segura e rápido combate ao incêndio.
O que é proteção passiva contra fogo?
Proteção Passiva contra fogo é um conjunto de medidas preventivas que auxiliam no combate ao incêndio. As soluções da PP visam proteção estrutural, compartimentação do fogo e controle de material de acabamento e revestimento. Com isso, os prejuízos são reduzidos em caso de incêndio. Além da vedação de shafts, a PP possui outras medidas, como: tinta intumescente para proteção de estruturas metálicas, paredes, vidros e portas corta-fogo, produtos retardantes de chamas, entre outras.
Como realizar a vedação de shafts
Tanto a vedação de shafts, como as demais soluções da PP, devem ser implementadas por empresas especializadas em proteção passiva contra fogo. Somente com uso de produtos devidamente testados e certificados, e mão de obra qualificada, a proteção será efetiva e atenderá às Normas do Corpo de Bombeiros do Brasil.
Conheça a Santa Helena
Atuamos com excelência desde 1981 no mercado de proteção passiva contra incêndios! Oferecemos produtos e serviços de alta qualidade – como a vedação de shafts, proteção de estruturas metálicas e retardantes de chamas. Proporcionamos a melhor solução para selagem de aberturas com o VEDASHAFT. Realizado por um time altamente especializado, que está apto a executar serviços com qualidade, rapidez e baixo custo.
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FAQ 5 Perguntas:
FAQ:
O que são shafts e por que eles representam um perigo em casos de incêndio?
Shafts são compartimentos verticais de passagem de fios, cabos elétricos, tubulações hidráulicas, etc., em edificações. Eles representam perigo em incêndios porque podem facilitar a propagação de fogo e fumaça entre os pavimentos do prédio.
Como é realizada a vedação de shafts e qual a importância dessa medida?
A vedação de shafts é realizada com a instalação de Mantas e Painéis Refratários de Fibra Cerâmica e Lã de Rocha, cimentos refratários e/ou Mastic intumescente nas aberturas do edifício. Essa medida é importante para evitar a propagação do fogo e proteger tanto o patrimônio quanto as pessoas que frequentam o local.
Quais são os materiais utilizados na vedação de shafts pela Santa Helena?
A Santa Helena utiliza uma combinação de materiais de alta tecnologia, incluindo Mantas e Painéis Refratários de Fibra Cerâmica e Lã de Rocha, cimentos refratários e/ou Mastic intumescente.
Por que a proteção passiva contra fogo é essencial em edificações?
A proteção passiva contra fogo é essencial porque ajuda a reduzir os danos causados por incêndios, protegendo a estrutura do prédio e permitindo uma evacuação segura. Ela inclui medidas como a vedação de shafts, tinta intumescente, produtos retardantes de chamas, entre outros.
Como garantir que a vedação de shafts seja feita conforme as normas de segurança contra incêndio?
Para garantir que a vedação de shafts seja feita conforme as normas de segurança contra incêndio, é importante contratar empresas especializadas em proteção passiva contra fogo, que utilizem produtos certificados e mão de obra qualificada. Além disso, é fundamental seguir as normas do Corpo de Bombeiros do Brasil.
Pergunta para o leitor: Você sabia que a vedação de shafts é uma medida crucial na proteção contra incêndio em edifícios? Se tiver alguma dúvida ou desejar mais informações sobre este assunto, envie um e-mail para [email protected] e teremos prazer em responder!
Palavras-chave: Shaft, vedação, proteção contra incêndio, proteção passiva, Santa Helena, normas de segurança.
Normas do Corpo de Bombeiros do Brasil (inserir link relevante, se aplicável)
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FAQ:
O que é Selagem Corta Fogo Shafts e por que é importante?
A Selagem Corta Fogo Shafts é uma medida de segurança que consiste em vedar aberturas nas paredes e pisos de edificações, garantindo a segurança estrutural em caso de incêndio.
Quais são as especificações técnicas da Selagem Corta Fogo Shafts?
A Selagem Corta Fogo Shafts veda completamente a passagem de fogo e fumaça em caso de incêndio, com certificação de garantia para até 4 horas de fogo.
Por que é importante contratar uma empresa especializada para realizar a Selagem Corta Fogo Shafts?
Uma empresa especializada garantirá que o serviço seja realizado de acordo com as normas regulamentadoras do setor, assegurando a qualidade e eficiência da vedação.
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Quais são os critérios de avaliação utilizados pela safety no serviço de Selagem Corta Fogo Shafts?
Utilizamos os mais rigorosos critérios de avaliação, garantindo a máxima eficiência e segurança na vedação das aberturas.
Livros e Artigos: Éramos Vinte - Bombeiros
Atrajetória do Corpo de Bombeiros de São Paulo e sua evolução estão inseparavelmente relacionadas ao desenvolvimento da cidade. O caminhar da capital, os incêndios e ocorrências dos quais foi vítima, as decisões administrativas, o furioso crescimento populacional, o delinear de sua arquitetura, cada movimento da metrópole encontra paralelo na história da corporação. Ao explorar o percurso do Corpo de Bombeiros, o objetivo deste livro é evidenciar tal conexão, apontando as respostas da instituição às demandas da comunidade e à profunda admiração enraizada no coração dos habitantes de São Paulo. Fascinados pelos atos de coragem e pela solidariedade demonstrada pelos bombeiros, homens e mulheres decidem colocar os melhores anos de suas vidas a serviço da cidade e de sua gente, comprometendo-se a proteger a vida, o patrimônio e o meio ambiente. Acompanhar os avanços do Corpo de Bombeiros é entender a influência da metrópole no destino da corporação. E à medida que esses laços se fortalecem, mais precisa se torna a resposta da corporação às necessidades de São Paulo.
A seguir parte do Conteudo: Éramos Vinte
A maioria das corporações de bombeiros no mundo foi organizada em resposta a grandes ocorrências. Em São Paulo não foi diferente. O primeiro incêndio do qual se tem registro na então
capital da Província ocorreu em dezembro de 1850, na Rua
do Rosário, atual Quinze de Novembro. A casa, ocupada por
um armazém, ardeu em chamas até ser completamente destruída. O fogo só não tomou todo o quarteirão pela ação
dos próprios habitantes. Convocados pelas autoridades como de costume na
época, homens, mulheres e crianças correram em socorro, munidos de bacias e baldes e uma bomba d’água emprestada pelo francês Marcelino Gerard.
Era a primeira vez que uma ocorrência desse gênero apresentava um risco
real, merecendo do presidente da Província, José Thomaz Nabuco de Araújo Filho, que assumiu o cargo em 1851, o seguinte relato: Era bem triste e repugnante a situação da autoridade pública nestas circunstâncias, destituída dos meios materiais os mais simples, para poder socorrer aos cidadãos e as famílias, evitar o dano
da propriedade, e o perigo da cidade: era tanto mais triste e repugnante essa situação,
quanto não tinha ela ação coercitiva para vencer e dominar o egoísmo e a inércia. 1
O incêndio da Rua do Rosário é emblemático também por assinalar o
expressivo desenvolvimento da cidade a partir de 1840. A transição de vila
para cidade foi impulsionada pelo início da industrialização do País e pela
demanda de mão de obra operária, especialmente na construção civil e ferroviária2. São Paulo, o grande entreposto por onde todos passavam ou paravam
em busca de escravos e metais preciosos, começou a ganhar peso histórico
com o avanço da cultura do café a partir da proclamação da Independência
e, definitivamente, com a inauguração da primeira estrada de ferro, a São
Paulo Railway, em 1867. 3
Em 1840, a capital contava com 1. 843 edificações de taipa, espalhadas
por 32 ruas, dois largos, 10 travessas e quatro ladeiras4. A maior parte da população vivia em casebres de madeira ou ranchos cobertos de palha, que se
deixava queimar nos raros incêndios que ocorriam. Na década seguinte a cidade cresceu, condensando-se no triângulo formado pelas ruas do Rosário
(Quinze de Novembro), São Bento e Direita, como assinalou o então tenentecoronel Pedro Dias de Campos, em monografia publicada em março de 1912.
Com o incremento da população, do comércio, da vida enfim da cidade, deviam aparecer naturalmente os flagelos, e dentre eles os incêndios não foram os menos temíveis!
O impacto do incêndio da Rua do Rosário poderia ter provocado alguma
estruturação visando ao combate de incêndios, mas pouco aconteceu de concreto além da recuperação de uma velha bomba d’água manual do depósito
do exército e da aquisição da bomba d’água do francês Gerard, considerada o
primeiro apetrecho a ser usado para tal fim em São Paulo. Ainda em função
do acontecido, em 1852 foi aprovado o primeiro código de prevenção de incêndio, obrigando a população a cooperar com a polícia nesse tipo de emergência. Entre outras exigências, havia a de que sineiros e sacristãos repicassem os sinos,
dando assim o competente aviso de incêndio. Caso assim não procedessem, seriam presos e multados em certa quantia, contam o capitão Alfonso Antonio Gill e o tenente
Walter Negrisolo em artigo publicado na edição especial da revista Incêndio
(março/abril 1980), em comemoração ao centenário do Corpo de Bombeiros.
O aviso de incêndio por repicar de sinos permaneceu até a década de 1890.
Esquecidas por um longo período, a poeira acumulada nas bombas só seria retirada em 1862, quando as chamas tomaram a livraria José Fernandes
de Souza, na Rua do Carmo. No ano seguinte foi a vez da explosão de uma
barrica de pólvora em uma loja de ferragens na Rua do Comércio e outra em
1870 na mesma área, a despeito dos esforços da polícia e dos legisladores em
primeiro regular e depois coibir o estoque da substância.
Novas ocorrências em 1873, na Rua Direita e na Ladeira Porto Geral, a segunda com duas vítimas fatais, provocaram a primeira tentativa de criação
do Serviço de Bombeiros, em 1874. Ele nasceria vinculado à Companhia de
Urbanos, algo equivalente a Guarda Civil. Seriam instaladas, como relata artigo da revista Incêndio, três freguesias, das quais a central teria 10 bombeiros. Apesar de ter realmente sido formada, com 10 homens egressos do Corpo Provisório de Bombeiros da Corte5 (criado em 2 de julho de 1856), a Turma de
Bombeiros foi desmantelada logo que o cargo de chefe de polícia mudou de
mãos. Os 10 bombeiros foram remanejados para o serviço de policiamento.
Mas a cidade tinha pressa e não perdoaria esse descaso. Em 1878, já contabilizava 7. 987 edificações, em 66 ruas, quatro largos, 11 travessas, cinco
ladeiras e um beco6, adensamento que aumentava consideravelmente o risco de novos sinistros. Um ano antes, o abastecimento de água começou a ser
realizado de forma sistemática, com a criação da Companhia Cantareira de
Água e Esgotos. As características das edificações também sofreram alterações. Os tijolos, malquistos pelos paulistanos conservadores e empregados
por pedreiros alemães, se tornaram comuns, sobretudo com a inauguração
da ferrovia em 1867, sendo a construção do Teatro de São José, iniciada em
1858, e o Hotel Palm, no Largo do Capim, registrado em foto de Militão A.
Azevedo em 1860, os primeiros prédios de alvenaria na capital.
5 O pioneirismo no que se refere a serviços públicos de extinção de incêndios no Brasil é atribuído ao
Rio de Janeiro, pois foi lá criado o primeiro Corpo de Bombeiros, com essa denominação, em 2 de julho de 1856. As iniciativas anteriores não receberam tal status porque não se perpetuaram. Nesse sentido, a primeira organização de que se tem registro no país foi em Recife, Pernambuco, em 28 de agosto de 1636, durante a ocupação holandesa. Era denominada Companhia de Brantmeesters e foi extinta
com a expulsão dos holandeses em 1654. No próprio Rio de Janeiro já havia sido designado o Arsenal de
Marinha, por força do Alvará Régio de 12 de agosto de 1797, para realizar os serviços de combate a incêndio da cidade. Antes da criação do Corpo de Bombeiros da Corte, portanto, os serviços eram executados por operários dos Arsenais de Guerra e Marinha, das Obras Públicas e da Casa de Correção. Fontes: Giancarlo Aste. Histórico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro. Imprensa Oficial do
Estado do Rio de Janeiro, Niterói, 1991. 6 Tenente-coronel Pedro Dias de Campos, O Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, Retrospecto Histórico,
Monografia publicada em março de 1912, p. 18
7 Candido Malta Campos, São Paulo, metrópole em trânsito: percursos urbanos e culturais – Candido Malta
Campos, Lúcia Helena Gama, Vladimir Sacchetta (organizadores) – São Paulo: Editora Senac, 2004, p. 37
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Duvidas Frequentes?
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Qual é o custo para obter ou renovar um AVCB?
O preço para obtenção ou renovação de um AVCB varia dependendo de diversos fatores, sendo os principais o tamanho da área construída do imóvel/edificação e o seu grau de risco. Esses elementos determinam o nível de detalhamento e complexidade do projeto, influenciando diretamente no custo. Recomendamos entrar em contato com um consultor especializado em AVCB para solicitar um orçamento personalizado para a sua empresa ou condomínio, sem compromisso.
Como faço para imprimir o AVCB/CLCB?
O AVCB / CLCB solicitado pelo sistema Via Fácil Bombeiros pode ser impresso pelo próprio solicitante, não sendo necessário comparecer às unidades do Corpo de Bombeiros para retirar o documento. Para tanto, acesse o Portal do Via Fácil Bombeiros; na página inicial, na aba “Consulta” > “Solicitações” e clique na opção “Aprovada com AVCB emitido” ou "CLCB emitido" da solicitação correspondente. A validade e autenticidade do AVCB podem ser consultadas por qualquer pessoa e órgãos públicos no Portal do Via Fácil Bombeiros, na aba Pesquisa Pública.
Qual é o prazo de validade do AVCB?
A validade do AVCB varia conforme o tipo de ocupação e atividade, mas normalmente é de 3 a 5 anos. Após esse período, deve ser renovado.
Quem fiscaliza o cumprimento das normas do Corpo de Bombeiros?
O próprio Corpo de Bombeiros Militar do estado, que pode realizar vistorias surpresa ou programadas, além de outros órgãos municipais, como vigilância sanitária e secretaria de licenciamento.
Qual o custo médio para obter o AVCB?
O custo varia conforme o porte da edificação, o tipo de atividade e o estado. Inclui taxas do Corpo de Bombeiros, honorários do profissional responsável pelo projeto e, se necessário, adaptações na estrutura.
O extintor de pó químico é indicado para incêndios em sólidos, líquidos e equipamentos elétricos (classe A, B e C), enquanto o de CO2 é ideal para equipamentos elétricos e líquidos inflamáveis (classe B e C), sem deixar resíduos.
É um documento que descreve as ações a serem tomadas em caso de incêndio ou pânico. É obrigatório para edificações com certos níveis de ocupação ou risco, conforme legislação estadual.
Sim, se for edifício com mais de quatro pavimentos ou mais de 12 unidades autônomas. O síndico é o responsável legal por manter o AVCB em dia.
Quais são os tipos de extintores de incêndio e para que servem?
Existem extintores de Água (Classe A - materiais sólidos), Gás Carbônico (CO2 - Classes B e C - líquidos inflamáveis e equipamentos elétricos) e Pó Químico Seco (Classes A, B e C ou D - metais pirofóricos).
Como posso consultar a situação do AVCB/CLCB da minha empresa?
A consulta deve ser feita diretamente no site oficial do Corpo de Bombeiros Militar do seu estado, utilizando o número do processo, o endereço ou o CNPJ da edificação.
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Sobre a gente
Empresa de engenharia especializada em AVCB, com atuação estratégica na obtenção de alvarás do Corpo de Bombeiros. Utilizamos tecnologia avançada e expertise técnica para garantir conformidade legal, segurança das edificações e tranquilidade aos nossos clientes.
Com uma equipe multidisciplinar altamente qualificada, composta por engenheiros, arquitetos, técnicos de segurança do trabalho e especialistas, atuamos em estrita conformidade com as normas aplicáveis. Essa expertise nos possibilita elaborar propostas personalizadas para cada tipo de construção, buscando soluções viáveis que atendam às necessidades de cada edificação.
MISSÃO
Nossa missão é simplificar etapas burocráticas aos nossos clientes, garantindo qualidade, segurança e agilidade na prestação de serviço.
VISÃO
Sermos reconhecidos pelo trabalho em segurança contra incêndio pela capacidade em atender as necessidades dos nossos clientes com agilidade.
VALORES
Honestidade, responsabilidade, determinação, ética e competência.
Normas Atendidas
Normas da ABNT, Corpo de Bombeiros, NR (Segurança do Trabalho), NFPA, Enel
AVCB - CLCB - Instalação - Projeto Técnico
DESDE 2017. SEGURANÇA E RESPONSABILIDADE PARA PROTEÇÃO A VIDA
Projetos e Aprovações:
Emissão e renovação de CLCB/AVCB, Elaboração de Projeto de Proteção Contra Incêndio e consultoria técnica
Equipamentos e Sistemas
Venda e Instalação de equipamentos contra incêndio (hidrantes, sprinklers, sinalização, iluminação e extintores)
Treinamentos
Formação de Brigada de Incêndio com atestado da empresa e certificado individuais
Regularização predial
Regularização de obras na prefeitura com emissão de alvará de construção e habite-se
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Extintores e Acessórios: Produtos certificados disponíveis em diversas versões.
Água pressurizada, Pó químico seco (ABC, BC), Dióxido de carbono (CO₂), Portáteis (4kg, 6kg, 10kg), Acessórios: Suportes, lacres, manômetros, etiquetas de inspeção, válvulas e peças.
Sinalização de Emergência: Itens conforme a norma NBR 13434.
Placas fotoluminescentes (Saída, Extintor, Hidrante, Rota de Fuga), Placas personalizadas, Fitas de demarcação de piso, Sinalização de equipamentos e áreas de risco,
Iluminação de Emergência: Iluminação eficiente e conforme normas de segurança.
Luminárias autônomas de LED, Luminárias de sobrepor e embutir, Iluminação de balizamento de rota, Baterias de reposição,
Hidrantes e Componentes: Itens certificados e compatíveis com instalações prediais.
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