IT-01 e IT-42: normas técnicas que regulam o AVCB seguranca contra incendio rio bonito brigada de incendio AVCB Bombeiro Alphaville
Informações Técnicas sobre AVCB e CLCB – Regularização com Segurança e Conformidade
Desenvolvimento de Projetos com Conformidade Legal
Desenvolvemos seus projetos de segurança contra incêndio rigorosamente dentro das normas e legislações vigentes — municipais, estaduais e federais — garantindo a regularização completa do seu estabelecimento junto ao Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo (CBPMESP).
O que é o AVCB?
O Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) é o documento emitido pelo CBPMESP que certifica que, durante a vistoria, a edificação atendia às condições mínimas de segurança contra incêndio e pânico.
Trata-se de um conjunto integrado de medidas estruturais, técnicas e organizacionais destinadas a garantir um nível adequado de proteção à vida e ao patrimônio, conforme exigido pela legislação. O AVCB possui prazo de validade e deve ser renovado periodicamente.
O que é o CLCB?
O Certificado de Licença do Corpo de Bombeiros (CLCB) é um documento equivalente ao AVCB, emitido para edificações classificadas como de baixo potencial de risco. Ele comprova que o imóvel concluiu com êxito o processo de regularização de segurança contra incêndio.
O CLCB tem a mesma validade legal do AVCB perante outros órgãos públicos e privados (como prefeituras, seguradoras e licitantes).
Quando o AVCB/CLCB é obrigatório?
Construção nova ou reforma;
Mudança de uso ou ocupação do imóvel;
Ampliação da área construída;
Regularização de edificações e áreas de risco;
Obras ou eventos provisórios (circos, feiras, shows, etc.).
Quando NÃO é obrigatório?
Residências exclusivamente unifamiliares;
Residência unifamiliar no pavimento superior de edificação mista, com até dois pavimentos e acesso independente à via pública.
Observação: Em ocupações mistas sem compartimentação corta-fogo, aplicam-se as exigências da atividade de maior risco. Com compartimentação, cada setor segue suas próprias regras.
Projeto Técnico Simplificado (PTS)
O PTS é aplicável a edificações com:
Área ≤ 750 m² e até 3 pavimentos (exceto subsolo usado apenas como garagem);
Área ≤ 1.500 m² e altura máxima de 6 metros;
Sem exigência de sistemas hidráulicos fixos (hidrantes, sprinklers, etc.);
Sem necessidade de proteção estrutural contra calor (IT-08);
Postos de combustível ≤ 750 m² (excluindo cobertura de bombas);
Armazenamento de GLP ≤ 12.480 kg (960 botijões de 13 kg);
Líquidos inflamáveis ≤ 20 m³;
Gás inflamável ≤ 10 m³;
Locais de reunião com ≤ 750 m² e lotação ≤ 250 pessoas.
Documentação exigida: Formulário de Avaliação de Risco (via Via Fácil Bombeiros), ART do responsável técnico e comprovação de área construída.
Projeto Técnico Completo
Aplicável quando a edificação:
Tem área > 750 m² ou altura > 12 m ou mais de 3 pavimentos;
Exige sistemas fixos (hidrantes, sprinklers, detecção de fumaça, etc.);
Necessita proteção estrutural contra incêndio (IT-08).
Documentos obrigatórios:
Formulário de Segurança Contra Incêndio;
ART do responsável técnico;
Planta das medidas de segurança;
Procuração (se aplicável);
Documentos complementares (laudos, memórias de cálculo, autorizações, etc.).
Prazo de Validade
O prazo de validade do AVCB/CLCB varia conforme o risco da ocupação:
CLCB: geralmente 2 a 5 anos. Para edificações térreas ≤ 200 m² com saída direta para a rua, a vistoria é feita por amostragem posterior.
AVCB: de 1 a 5 anos, conforme tipo de uso (ex.: boates = 1 ano; escritórios = até 3 anos; indústrias = até 3 anos).
Edificações desocupadas: validade de 1 ano.
Equipamentos Comuns para Regularização
Os itens básicos exigidos em grande parte dos projetos incluem:
Extintores de incêndio;
Placas de sinalização fotoluminescente;
Portas corta-fogo;
Saídas e iluminação de emergência;
Hidrantes e mangotinhos (quando exigidos);
Atestado de Brigada de Incêndio;
ARTs de instalação e manutenção.
Processo de Emissão
Diagnóstico técnico da edificação;
Elaboração do PPCI (Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio);
Implantação dos sistemas e equipamentos;
Agendamento da vistoria pelo Via Fácil Bombeiros;
Emissão do AVCB/CLCB após aprovação (em até 15 dias úteis).
Consequências da Irregularidade
Estabelecimentos sem AVCB/CLCB válido estão sujeitos a:
Advertências escritas;
Multas;
Interdição total ou parcial;
Impossibilidade de obter alvará de funcionamento;
Recusa de apólices de seguro;
Impedimento em participar de licitações públicas.
Por que contar com profissionais qualificados?
A elaboração do PPCI e a obtenção do AVCB/CLCB exigem conhecimento técnico especializado, registro no CREA/CAU e domínio das Instruções Técnicas do CBPMESP (especialmente IT-01 e IT-42).
Conte com uma equipe capacitada para garantir que seu projeto seja aprovado na primeira vistoria, evitando retrabalhos, custos extras e riscos legais.
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Formação de Brigada de Incêndio
Consiste em fornecer ao cliente uma consultoria especializada para formação da Brigada de Incêndio da Edificação. O processo é conduzido por um ou mais especialistas e devidamente homologados no Corpo de Bombeiros da localidade. A formação dos brigadistas é realizada em duas fases. Na primeira fase o colaborador cadastrado pela empresa é inscrito em um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) onde tem acesso a todo o conteúdo cognitivo exigido pelo órgão regulador
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Renovação do AVCB: Garanta a Segurança do seu NegócioVocê sabia que a renovação do AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) é essencial para manter a segurança da sua empresa em dia? Neste post, vamos abordar a importância desse processo, os prazos envolvidos e as penalidades para quem não realiza a renovação dentro do prazo estabelecido.Importância da Renovação:O AVCB é um documento que atesta que a edificação está em conformidade com as normas de segurança contra incêndio estabelecidas pelo Corpo de Bombeiros. Sua renovação periódica é crucial para garantir que as medidas de segurança continuem adequadas e eficazes ao longo do tempo, protegendo não apenas as pessoas que frequentam o local, mas também o patrimônio da empresa.Prazos:O prazo de validade do AVCB pode variar de acordo com a legislação local e o tipo de edificação, geralmente variando entre 1 e 5 anos. É importante ficar atento aos prazos de vencimento e iniciar o processo de renovação com antecedência, para evitar transtornos e possíveis penalidades.Penalidades:Não realizar a renovação do AVCB dentro do prazo estabelecido pode acarretar em diversas penalidades, tais como multas, advertências e até mesmo a interdição do estabelecimento. Além disso, a falta desse documento pode colocar em risco a segurança das pessoas e do patrimônio, aumentando as chances de acidentes graves em caso de incêndio.Portanto, não deixe para última hora! Garanta a segurança do seu negócio renovando o AVCB dentro do prazo estabelecido. Conte com profissionais especializados para orientá-lo durante todo o processo e certifique-se de estar em conformidade com as normas de segurança contra incêndio. Sua empresa e todos que frequentam o seu estabelecimento agradecem! Livros e Artigos: Éramos Vinte - Bombeiros
Atrajetória do Corpo de Bombeiros de São Paulo e sua evolução estão inseparavelmente relacionadas ao desenvolvimento da cidade. O caminhar da capital, os incêndios e ocorrências dos quais foi vítima, as decisões administrativas, o furioso crescimento populacional, o delinear de sua arquitetura, cada movimento da metrópole encontra paralelo na história da corporação. Ao explorar o percurso do Corpo de Bombeiros, o objetivo deste livro é evidenciar tal conexão, apontando as respostas da instituição às demandas da comunidade e à profunda admiração enraizada no coração dos habitantes de São Paulo. Fascinados pelos atos de coragem e pela solidariedade demonstrada pelos bombeiros, homens e mulheres decidem colocar os melhores anos de suas vidas a serviço da cidade e de sua gente, comprometendo-se a proteger a vida, o patrimônio e o meio ambiente. Acompanhar os avanços do Corpo de Bombeiros é entender a influência da metrópole no destino da corporação. E à medida que esses laços se fortalecem, mais precisa se torna a resposta da corporação às necessidades de São Paulo.
A seguir parte do Conteudo: Éramos Vinte
A maioria das corporações de bombeiros no mundo foi organizada em resposta a grandes ocorrências. Em São Paulo não foi diferente. O primeiro incêndio do qual se tem registro na então
capital da Província ocorreu em dezembro de 1850, na Rua
do Rosário, atual Quinze de Novembro. A casa, ocupada por
um armazém, ardeu em chamas até ser completamente destruída. O fogo só não tomou todo o quarteirão pela ação
dos próprios habitantes. Convocados pelas autoridades como de costume na
época, homens, mulheres e crianças correram em socorro, munidos de bacias e baldes e uma bomba d’água emprestada pelo francês Marcelino Gerard.
Era a primeira vez que uma ocorrência desse gênero apresentava um risco
real, merecendo do presidente da Província, José Thomaz Nabuco de Araújo Filho, que assumiu o cargo em 1851, o seguinte relato: Era bem triste e repugnante a situação da autoridade pública nestas circunstâncias, destituída dos meios materiais os mais simples, para poder socorrer aos cidadãos e as famílias, evitar o dano
da propriedade, e o perigo da cidade: era tanto mais triste e repugnante essa situação,
quanto não tinha ela ação coercitiva para vencer e dominar o egoísmo e a inércia. 1
O incêndio da Rua do Rosário é emblemático também por assinalar o
expressivo desenvolvimento da cidade a partir de 1840. A transição de vila
para cidade foi impulsionada pelo início da industrialização do País e pela
demanda de mão de obra operária, especialmente na construção civil e ferroviária2. São Paulo, o grande entreposto por onde todos passavam ou paravam
em busca de escravos e metais preciosos, começou a ganhar peso histórico
com o avanço da cultura do café a partir da proclamação da Independência
e, definitivamente, com a inauguração da primeira estrada de ferro, a São
Paulo Railway, em 1867. 3
Em 1840, a capital contava com 1. 843 edificações de taipa, espalhadas
por 32 ruas, dois largos, 10 travessas e quatro ladeiras4. A maior parte da população vivia em casebres de madeira ou ranchos cobertos de palha, que se
deixava queimar nos raros incêndios que ocorriam. Na década seguinte a cidade cresceu, condensando-se no triângulo formado pelas ruas do Rosário
(Quinze de Novembro), São Bento e Direita, como assinalou o então tenentecoronel Pedro Dias de Campos, em monografia publicada em março de 1912.
Com o incremento da população, do comércio, da vida enfim da cidade, deviam aparecer naturalmente os flagelos, e dentre eles os incêndios não foram os menos temíveis!
O impacto do incêndio da Rua do Rosário poderia ter provocado alguma
estruturação visando ao combate de incêndios, mas pouco aconteceu de concreto além da recuperação de uma velha bomba d’água manual do depósito
do exército e da aquisição da bomba d’água do francês Gerard, considerada o
primeiro apetrecho a ser usado para tal fim em São Paulo. Ainda em função
do acontecido, em 1852 foi aprovado o primeiro código de prevenção de incêndio, obrigando a população a cooperar com a polícia nesse tipo de emergência. Entre outras exigências, havia a de que sineiros e sacristãos repicassem os sinos,
dando assim o competente aviso de incêndio. Caso assim não procedessem, seriam presos e multados em certa quantia, contam o capitão Alfonso Antonio Gill e o tenente
Walter Negrisolo em artigo publicado na edição especial da revista Incêndio
(março/abril 1980), em comemoração ao centenário do Corpo de Bombeiros.
O aviso de incêndio por repicar de sinos permaneceu até a década de 1890.
Esquecidas por um longo período, a poeira acumulada nas bombas só seria retirada em 1862, quando as chamas tomaram a livraria José Fernandes
de Souza, na Rua do Carmo. No ano seguinte foi a vez da explosão de uma
barrica de pólvora em uma loja de ferragens na Rua do Comércio e outra em
1870 na mesma área, a despeito dos esforços da polícia e dos legisladores em
primeiro regular e depois coibir o estoque da substância.
Novas ocorrências em 1873, na Rua Direita e na Ladeira Porto Geral, a segunda com duas vítimas fatais, provocaram a primeira tentativa de criação
do Serviço de Bombeiros, em 1874. Ele nasceria vinculado à Companhia de
Urbanos, algo equivalente a Guarda Civil. Seriam instaladas, como relata artigo da revista Incêndio, três freguesias, das quais a central teria 10 bombeiros. Apesar de ter realmente sido formada, com 10 homens egressos do Corpo Provisório de Bombeiros da Corte5 (criado em 2 de julho de 1856), a Turma de
Bombeiros foi desmantelada logo que o cargo de chefe de polícia mudou de
mãos. Os 10 bombeiros foram remanejados para o serviço de policiamento.
Mas a cidade tinha pressa e não perdoaria esse descaso. Em 1878, já contabilizava 7. 987 edificações, em 66 ruas, quatro largos, 11 travessas, cinco
ladeiras e um beco6, adensamento que aumentava consideravelmente o risco de novos sinistros. Um ano antes, o abastecimento de água começou a ser
realizado de forma sistemática, com a criação da Companhia Cantareira de
Água e Esgotos. As características das edificações também sofreram alterações. Os tijolos, malquistos pelos paulistanos conservadores e empregados
por pedreiros alemães, se tornaram comuns, sobretudo com a inauguração
da ferrovia em 1867, sendo a construção do Teatro de São José, iniciada em
1858, e o Hotel Palm, no Largo do Capim, registrado em foto de Militão A.
Azevedo em 1860, os primeiros prédios de alvenaria na capital.
5 O pioneirismo no que se refere a serviços públicos de extinção de incêndios no Brasil é atribuído ao
Rio de Janeiro, pois foi lá criado o primeiro Corpo de Bombeiros, com essa denominação, em 2 de julho de 1856. As iniciativas anteriores não receberam tal status porque não se perpetuaram. Nesse sentido, a primeira organização de que se tem registro no país foi em Recife, Pernambuco, em 28 de agosto de 1636, durante a ocupação holandesa. Era denominada Companhia de Brantmeesters e foi extinta
com a expulsão dos holandeses em 1654. No próprio Rio de Janeiro já havia sido designado o Arsenal de
Marinha, por força do Alvará Régio de 12 de agosto de 1797, para realizar os serviços de combate a incêndio da cidade. Antes da criação do Corpo de Bombeiros da Corte, portanto, os serviços eram executados por operários dos Arsenais de Guerra e Marinha, das Obras Públicas e da Casa de Correção. Fontes: Giancarlo Aste. Histórico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro. Imprensa Oficial do
Estado do Rio de Janeiro, Niterói, 1991. 6 Tenente-coronel Pedro Dias de Campos, O Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, Retrospecto Histórico,
Monografia publicada em março de 1912, p. 18
7 Candido Malta Campos, São Paulo, metrópole em trânsito: percursos urbanos e culturais – Candido Malta
Campos, Lúcia Helena Gama, Vladimir Sacchetta (organizadores) – São Paulo: Editora Senac, 2004, p. 37
Neste vídeo vou te ensinar o procedimento para solicitar a renovação do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros - AVCB no sistema INFOSCIP do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.
Site do INFOSIP: https://www.prevencaobombeiros.mg.gov...
INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 03 2ª edição: https://www.bombeiros.mg.gov.br/stora...
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AVCB Bombeiro Alphaville, você pode entrar em contato com o Encarregado pela Proteção de Dados Pessoais (Data Protection Officer – DPO) TEOFILO MATHIAS DA COSTA, através do e-mail dpo@governanca.digital.
Comprovante de responsabilidade técnica do sistema de proteção por chuveiros automáticos – Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) Descrição: consiste em fornecer ao cliente a ART, assinada por profissional competente, atestando a conformidade do sistema de proteção por chuveiros automáticos, em conformidade com as exigências do órgão regulador. Estão incluídos no serviço de assessoria: a. Análise do processo de regularização da edificação; b. Visita técnica de inspeção; c. Relatório de comissionamento; d. Registro das informações no sistema do CREA; e. Recolhimento da taxa de emissão do CREA; f. Envio da ART ao cliente.
Comprovante de responsabilidade técnica do sistema compartimentação de shaft e de fachada – Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) Descrição: consiste em fornecer ao cliente a ART, assinada por profissional competente, atestando a conformidade do sistema compartimentação de shaft e fachada, em conformidade com as exigências do órgão regulador.
Comprovante de responsabilidade técnica do sistema detecção e alarme de incêndio – Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) Descrição: consiste em fornecer ao cliente a ART, assinada por profissional competente, atestando a conformidade do sistema de detecção e alarme, em conformidade com as exigências do órgão regulador.
Consiste em fornecer ao cliente uma consultoria especializada para elaboração do Plano de Emergência Contra Incêndios de forma atender o que preconiza a NBR 15219/20, bem como os regulatórios estaduais.
Duvidas Frequentes?
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Se minha vistoria for enquadrada como CLCB, o Corpo de Bombeiros realizará uma vistoria na edificação?
Não necessariamente. Para edificações consideradas de baixo potencial de risco, o CLCB pode ser emitido sem a necessidade de uma vistoria prévia do Corpo de Bombeiros. O solicitante pode acompanhar o progresso do processo através do seu login no sistema.
O que fazer em caso de notificação?
Em caso de notificação, é importante procurar uma empresa especializada para avaliar a situação do empreendimento e providenciar toda a documentação necessária para regularização. Medidas legais também podem ser adotadas para solicitar prazos e reconsideração da notificação e multas, se necessário.
Qual a diferença entre extintor de pó químico e de CO2?
O extintor de pó químico é indicado para incêndios em sólidos, líquidos e equipamentos elétricos (classe A, B e C), enquanto o de CO2 é ideal para equipamentos elétricos e líquidos inflamáveis (classe B e C), sem deixar resíduos.
Qual o custo médio para obter o AVCB?
O custo varia conforme o porte da edificação, o tipo de atividade e o estado. Inclui taxas do Corpo de Bombeiros, honorários do profissional responsável pelo projeto e, se necessário, adaptações na estrutura.
Minha empresa é pequena e tem apenas um andar, preciso de AVCB?
A necessidade do AVCB depende da área construída, da lotação e da atividade (risco) do seu empreendimento, conforme a legislação estadual. Muitos estados isentam microempresas de baixo risco e pequena área. É essencial consultar a legislação do seu estado ou uma empresa especializada para uma avaliação precisa.
O que devo fazer se o Corpo de Bombeiros reprovar a vistoria do AVCB?
O bombeiro entregará um relatório com todas as não conformidades apontadas. Você deve corrigir todos os itens listados (equipamentos, estruturas, documentação) e solicitar uma nova vistoria dentro do prazo estipulado. Uma empresa especializada pode auxiliar nesse processo de forma eficiente.
O que é uma mangotinho para hidrante?
É um rolo de mangueira semi-rígida, de comprimento padrão, armazenado em um gabinete junto com o esguicho e o registro de pressão. É a mangueira utilizada pelos ocupantes do prédio para conectar ao hidrante de parede e combater um incêndio em seu início.
O que é e para que serve o Laudo Técnico das Instalações Elétricas?
É um documento emitido por um engenheiro eletricista que atesta que as instalações elétricas do prédio estão em conformidade com a NBR 5410, reduzindo o risco de incêndios de origem elétrica. Esse laudo é frequentemente exigido para a emissão do AVCB.
Quem pode elaborar o projeto de segurança contra incêndio?
A elaboração deve ser feita por um **engenheiro ou arquiteto habilitado** e registrado no CREA ou CAU, com especialização em segurança contra incêndio, que se responsabiliza tecnicamente pelo projeto.
Como saber se preciso de AVCB ou CLCB para meu imóvel?
A necessidade é determinada pelo uso da edificação, área construída e altura. Geralmente, imóveis com área superior a 750 m² ou mais de três pavimentos necessitam de AVCB, mas é essencial consultar a Instrução Técnica (IT) do Corpo de Bombeiros do seu estado.
Proteja Seu Patrimônio: Solicitação de Serviços de Segurança Contra Incêndio
Sobre a gente
O Seu Parceiro Estratégico para o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB)
Com uma equipe multidisciplinar altamente qualificada, composta por engenheiros, arquitetos, técnicos de segurança do trabalho e especialistas, atuamos em estrita conformidade com as normas aplicáveis. Essa expertise nos possibilita elaborar propostas personalizadas para cada tipo de construção, buscando soluções viáveis que atendam às necessidades de cada edificação.
MISSÃO
Nossa missão é simplificar etapas burocráticas aos nossos clientes, garantindo qualidade, segurança e agilidade na prestação de serviço.
VISÃO
Sermos reconhecidos pelo trabalho em segurança contra incêndio pela capacidade em atender as necessidades dos nossos clientes com agilidade.
VALORES
Honestidade, responsabilidade, determinação, ética e competência.
Normas Atendidas
Normas da ABNT, Corpo de Bombeiros, NR (Segurança do Trabalho), NFPA, Enel
AVCB - CLCB - Instalação - Projeto Técnico
DESDE 2017. SEGURANÇA E RESPONSABILIDADE PARA PROTEÇÃO A VIDA
Projetos e Aprovações:
Emissão e renovação de CLCB/AVCB, Elaboração de Projeto de Proteção Contra Incêndio e consultoria técnica
Equipamentos e Sistemas
Venda e Instalação de equipamentos contra incêndio (hidrantes, sprinklers, sinalização, iluminação e extintores)
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Treinamentos
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Água pressurizada, Pó químico seco (ABC, BC), Dióxido de carbono (CO₂), Portáteis (4kg, 6kg, 10kg), Acessórios: Suportes, lacres, manômetros, etiquetas de inspeção, válvulas e peças.
Sinalização de Emergência: Itens conforme a norma NBR 13434.
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Iluminação de Emergência: Iluminação eficiente e conforme normas de segurança.
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Hidrantes e Componentes: Itens certificados e compatíveis com instalações prediais.
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