AVCB em Obras Novas e Reformas: Requisitos para Obtenção do Certificado e Atualização seguranca contra incendio ch tatuape vistoria bombeiros AVCB Bombeiro Alphaville
AVCB e CLCB — Guia Prático e Otimizado para Emissão e Renovação (SP)
Última revisão: conteúdo consolidado a partir de normas e práticas vigentes. Para confirmar prazos e requisitos locais consulte o CBPMESP via portal Via Fácil Bombeiros.
Resumo: o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) e o CLCB (Certificado de Licença do Corpo de Bombeiros) são documentos oficiais que atestam a conformidade de edificações quanto à segurança contra incêndio e pânico. Este guia explica: diferenças, quando são obrigatórios, documentos necessários, tipos de projeto (técnico e simplificado), prazos de validade, etapas para emissão/renovação e penalidades por irregularidade.
O que é AVCB e CLCB?
AVCB — Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros: documento expedido pelo CBPMESP que certifica que, no momento da vistoria, a edificação possui condições mínimas exigidas de proteção contra incêndio e pânico.
CLCB — Certificado de Licença do Corpo de Bombeiros: título aplicável a edificações de baixo potencial de risco, com eficácia equivalente ao AVCB para fins de regularização perante outros órgãos, quando os critérios específicos (ex.: área, altura, presença de GLP) são atendidos.
Quando o AVCB / CLCB é obrigatório?
Principais situações que exigem emissão ou atualização do certificado:
Construção, reforma ou ampliação da área construída;
Edifícios com lotação elevada, mais de 3 pavimentos ou altura superior a 12 m.
Exceções (quando não é obrigatório)
Edificações unifamiliares exclusivas, ou residências unifamiliares no pavimento superior de ocupação mista com até dois pavimentos e acessos independentes podem estar dispensadas, desde que atendam às condições previstas nas instruções técnicas.
Diferença entre AVCB e CLCB
Enquanto o AVCB é aplicável a edificações de variados perfis e riscos, o CLCB destina-se a edificações enquadradas como de baixo potencial de risco (por exemplo: térreas, sem revenda de GLP e com limites de armazenamento específicos). Ambos comprovam regularização perante órgãos públicos, mas o enquadramento técnico determina qual certificado é cabível.
Tipos de Projeto: Projeto Técnico e Projeto Técnico Simplificado
Projeto Técnico Simplificado (PT Simplificado)
Indicação: edificações com área construída ≤ 750 m², até 3 pavimentos (subsolo usado só para garagem não computa), e que não exijam sistemas hidráulicos fixos de combate a incêndio.
Exemplos de aplicação:
Pequenos comércios, lotações reduzidas, postos de serviço com área limitada;
Locais de reunião de público com área ≤ 750 m² e lotação ≤ 250 pessoas, sem necessidade de sistemas fixos.
Composição: preenchimento eletrônico do formulário de avaliação de risco no Via Fácil Bombeiros, ART digital do responsável técnico, comprovação de área construída e documentos complementares quando exigidos.
Projeto Técnico (PT)
Indicação: edificações com área > 750 m², concentração de público > 250 pessoas, altura superior a 12 m ou que exijam sistemas fixos (hidrantes, sprinklers, detecção e alarme etc.).
Composição do processo:
Formulário de Segurança Contra Incêndio (Anexo A);
Planta de medidas de segurança (Anexo B);
Procuração do proprietário, quando aplicável; ART do responsável técnico; documentos complementares conforme caso.
Documentos complementares frequentemente exigidos
De acordo com as particularidades do empreendimento, o SSCI/CBPMESP pode solicitar, entre outros:
Memorial descritivo e memorial de cálculo;
Laudos de ensaios e certificação de materiais de acabamento;
Laudos e testes de sistemas fixos (espuma, sprinklers, detecção e alarme);
Plantas, planilhas de levantamento, memorial de carga de incêndio;
Autorizações especiais (DPC, FAB, prefeitura) quando aplicáveis.
Etapas para emissão do AVCB / CLCB (fluxo simplificado)
Diagnóstico inicial e levantamento técnico da edificação;
Contratação do responsável técnico e elaboração do projeto (PT ou PT Simplificado);
Protocolo do processo no sistema Via Fácil Bombeiros e pagamento dos emolumentos;
Análise técnica do projeto pelo SSCI (prazo usual de até 30 dias, sujeito à ordem cronológica e complexidade);
Implantação das medidas legais aprovada no projeto;
Solicitação de vistoria e execução da inspeção in loco pelo Corpo de Bombeiros;
Emissão do AVCB/CLCB após aprovação (prazo técnico para emissão: em torno de 15 dias após aprovação da vistoria, dependendo do CBPMESP).
Validade, renovação e penalidades
Validade: o certificado pode vigorar entre 1 e 5 anos, conforme avaliação de risco do CBPMESP. Eventos temporários e edificações desocupadas têm regras específicas (validades mais curtas).
Tipo de ocupação
Validade usual
Eventos temporários
até 6 meses
Locais de reunião pública (até 250 pessoas)
1 a 3 anos
Hotéis, hospitais, indústrias e depósitos
2 a 5 anos
Edificações desocupadas
1 ano
Renovação: requer nova vistoria, atualização de ARTs e conformidade das manutenções (extintores recarregados, sistemas testados etc.).
Penalidades: operar sem certificação ou com irregularidades pode acarretar multas, embargo, interdição, perda de alvará de funcionamento e impossibilidade de contratação de seguros ou participação em licitações.
Quanto custa emitir o AVCB?
O custo total varia conforme:
Complexidade arquitetônica e operacional da edificação;
Presença de sistemas fixos (hidrantes, sprinklers, detecção/alarme);
Necesidade de adequações, obras e fornecimento de equipamentos;
Logística, deslocamento e cobrança de profissionais (PF/PJ).
Para obter um orçamento preciso, solicite diagnóstico técnico da edificação com levantamento de necessidades e proposta de execução.
Perguntas frequentes (FAQ)
O que é o AVCB e para que serve?
Documento que certifica conformidade de uma edificação com as normas de segurança contra incêndio e pânico, imprescindível para regularização e funcionamento.
Qual a diferença entre AVCB e CLCB?
O CLCB aplica-se a edificações de baixo potencial de risco (critério de área, altura e presença de GLP). Ambos têm eficácia para comprovação de regularização.
Como emitir o AVCB?
Elabore o projeto (PT ou PT Simplificado), protocole via Via Fácil Bombeiros, implante as medidas aprovadas e solicite vistoria para emissão do certificado.
O que preciso para renovar o AVCB?
Apresentar laudos atualizados, ARTs em ordem, comprovação de manutenção dos equipamentos e agendar vistoria no CBPMESP.
Posso emitir o AVCB sozinho?
Não é recomendado. A elaboração do projeto exige responsável técnico habilitado (engenheiro/arquitetura) e conhecimento das instruções técnicas aplicáveis.
Como a AVCB Laudos e Engenharia pode ajudar
Oferecemos serviço completo: levantamento técnico, elaboração do Projeto Técnico (PT ou PT Simplificado), emissão de ARTs, implantação de medidas, testes e acompanhamento do processo no Via Fácil Bombeiros até a emissão ou renovação do AVCB/CLCB.
Benefícios: redução de tempo de aprovação, menor exposição a irregularidades, custo-eficiência na implantação e suporte técnico durante toda a vigência do certificado.
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Parecer Técnico Descrição: O parecer técnico tem por objetivo entregar ao cliente o embasamento legal e/ou normativo acerca de temas que envolvam conflitos de interpretação ou outras necessidades específicas do cliente, com objetivo de amparar decisões ou estratégias da empresa. O Parecer Técnico é elaborado por time colegiado, composto por engenheiros especializados e oficiais da reserva do Corpo de Bombeiros. São etapas da produção do Relatório de riscos de incêndio i. Reunião de nivelamento de expectativa e levantamento de dados preliminares; j. Levantamento e análise de documentação; k. Análise do colegiado técnico (Engenheiros e Bombeiros) l. Elaboração do documento; m. Apresentação do parecer; n. Emissão da ART; o. Entrega formal.
Observação: Todo o estudo deve ser realizado com base na documentação enviada pelo cliente e nas informações colhidas na reunião de nivelamento. Este serviço não contempla visita presencial à edificação, serviço que é ofertado por meio da contratação do Relatório de Diagnóstico de riscos de incêndio.
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Perguntas Frequentes:
Quais são as etapas do processo de produção do Parecer Técnico?
O processo inclui uma reunião de nivelamento para entender suas expectativas e coletar dados preliminares, seguida pelo levantamento e análise de documentação, análise pelo nosso colegiado técnico, elaboração do documento, apresentação do parecer, emissão da ART e entrega formal.
Esse serviço inclui visita presencial à edificação?
Não, o Parecer Técnico é elaborado com base na documentação enviada pelo cliente e nas informações colhidas na reunião de nivelamento. Para uma análise mais detalhada da edificação, oferecemos o serviço de Relatório de Diagnóstico de Riscos de Incêndio.
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Livros e Artigos: Éramos Vinte - Bombeiros
Atrajetória do Corpo de Bombeiros de São Paulo e sua evolução estão inseparavelmente relacionadas ao desenvolvimento da cidade. O caminhar da capital, os incêndios e ocorrências dos quais foi vítima, as decisões administrativas, o furioso crescimento populacional, o delinear de sua arquitetura, cada movimento da metrópole encontra paralelo na história da corporação. Ao explorar o percurso do Corpo de Bombeiros, o objetivo deste livro é evidenciar tal conexão, apontando as respostas da instituição às demandas da comunidade e à profunda admiração enraizada no coração dos habitantes de São Paulo. Fascinados pelos atos de coragem e pela solidariedade demonstrada pelos bombeiros, homens e mulheres decidem colocar os melhores anos de suas vidas a serviço da cidade e de sua gente, comprometendo-se a proteger a vida, o patrimônio e o meio ambiente. Acompanhar os avanços do Corpo de Bombeiros é entender a influência da metrópole no destino da corporação. E à medida que esses laços se fortalecem, mais precisa se torna a resposta da corporação às necessidades de São Paulo.
A seguir parte do Conteudo: Éramos Vinte
A maioria das corporações de bombeiros no mundo foi organizada em resposta a grandes ocorrências. Em São Paulo não foi diferente. O primeiro incêndio do qual se tem registro na então
capital da Província ocorreu em dezembro de 1850, na Rua
do Rosário, atual Quinze de Novembro. A casa, ocupada por
um armazém, ardeu em chamas até ser completamente destruída. O fogo só não tomou todo o quarteirão pela ação
dos próprios habitantes. Convocados pelas autoridades como de costume na
época, homens, mulheres e crianças correram em socorro, munidos de bacias e baldes e uma bomba d’água emprestada pelo francês Marcelino Gerard.
Era a primeira vez que uma ocorrência desse gênero apresentava um risco
real, merecendo do presidente da Província, José Thomaz Nabuco de Araújo Filho, que assumiu o cargo em 1851, o seguinte relato: Era bem triste e repugnante a situação da autoridade pública nestas circunstâncias, destituída dos meios materiais os mais simples, para poder socorrer aos cidadãos e as famílias, evitar o dano
da propriedade, e o perigo da cidade: era tanto mais triste e repugnante essa situação,
quanto não tinha ela ação coercitiva para vencer e dominar o egoísmo e a inércia. 1
O incêndio da Rua do Rosário é emblemático também por assinalar o
expressivo desenvolvimento da cidade a partir de 1840. A transição de vila
para cidade foi impulsionada pelo início da industrialização do País e pela
demanda de mão de obra operária, especialmente na construção civil e ferroviária2. São Paulo, o grande entreposto por onde todos passavam ou paravam
em busca de escravos e metais preciosos, começou a ganhar peso histórico
com o avanço da cultura do café a partir da proclamação da Independência
e, definitivamente, com a inauguração da primeira estrada de ferro, a São
Paulo Railway, em 1867. 3
Em 1840, a capital contava com 1. 843 edificações de taipa, espalhadas
por 32 ruas, dois largos, 10 travessas e quatro ladeiras4. A maior parte da população vivia em casebres de madeira ou ranchos cobertos de palha, que se
deixava queimar nos raros incêndios que ocorriam. Na década seguinte a cidade cresceu, condensando-se no triângulo formado pelas ruas do Rosário
(Quinze de Novembro), São Bento e Direita, como assinalou o então tenentecoronel Pedro Dias de Campos, em monografia publicada em março de 1912.
Com o incremento da população, do comércio, da vida enfim da cidade, deviam aparecer naturalmente os flagelos, e dentre eles os incêndios não foram os menos temíveis!
O impacto do incêndio da Rua do Rosário poderia ter provocado alguma
estruturação visando ao combate de incêndios, mas pouco aconteceu de concreto além da recuperação de uma velha bomba d’água manual do depósito
do exército e da aquisição da bomba d’água do francês Gerard, considerada o
primeiro apetrecho a ser usado para tal fim em São Paulo. Ainda em função
do acontecido, em 1852 foi aprovado o primeiro código de prevenção de incêndio, obrigando a população a cooperar com a polícia nesse tipo de emergência. Entre outras exigências, havia a de que sineiros e sacristãos repicassem os sinos,
dando assim o competente aviso de incêndio. Caso assim não procedessem, seriam presos e multados em certa quantia, contam o capitão Alfonso Antonio Gill e o tenente
Walter Negrisolo em artigo publicado na edição especial da revista Incêndio
(março/abril 1980), em comemoração ao centenário do Corpo de Bombeiros.
O aviso de incêndio por repicar de sinos permaneceu até a década de 1890.
Esquecidas por um longo período, a poeira acumulada nas bombas só seria retirada em 1862, quando as chamas tomaram a livraria José Fernandes
de Souza, na Rua do Carmo. No ano seguinte foi a vez da explosão de uma
barrica de pólvora em uma loja de ferragens na Rua do Comércio e outra em
1870 na mesma área, a despeito dos esforços da polícia e dos legisladores em
primeiro regular e depois coibir o estoque da substância.
Novas ocorrências em 1873, na Rua Direita e na Ladeira Porto Geral, a segunda com duas vítimas fatais, provocaram a primeira tentativa de criação
do Serviço de Bombeiros, em 1874. Ele nasceria vinculado à Companhia de
Urbanos, algo equivalente a Guarda Civil. Seriam instaladas, como relata artigo da revista Incêndio, três freguesias, das quais a central teria 10 bombeiros. Apesar de ter realmente sido formada, com 10 homens egressos do Corpo Provisório de Bombeiros da Corte5 (criado em 2 de julho de 1856), a Turma de
Bombeiros foi desmantelada logo que o cargo de chefe de polícia mudou de
mãos. Os 10 bombeiros foram remanejados para o serviço de policiamento.
Mas a cidade tinha pressa e não perdoaria esse descaso. Em 1878, já contabilizava 7. 987 edificações, em 66 ruas, quatro largos, 11 travessas, cinco
ladeiras e um beco6, adensamento que aumentava consideravelmente o risco de novos sinistros. Um ano antes, o abastecimento de água começou a ser
realizado de forma sistemática, com a criação da Companhia Cantareira de
Água e Esgotos. As características das edificações também sofreram alterações. Os tijolos, malquistos pelos paulistanos conservadores e empregados
por pedreiros alemães, se tornaram comuns, sobretudo com a inauguração
da ferrovia em 1867, sendo a construção do Teatro de São José, iniciada em
1858, e o Hotel Palm, no Largo do Capim, registrado em foto de Militão A.
Azevedo em 1860, os primeiros prédios de alvenaria na capital.
5 O pioneirismo no que se refere a serviços públicos de extinção de incêndios no Brasil é atribuído ao
Rio de Janeiro, pois foi lá criado o primeiro Corpo de Bombeiros, com essa denominação, em 2 de julho de 1856. As iniciativas anteriores não receberam tal status porque não se perpetuaram. Nesse sentido, a primeira organização de que se tem registro no país foi em Recife, Pernambuco, em 28 de agosto de 1636, durante a ocupação holandesa. Era denominada Companhia de Brantmeesters e foi extinta
com a expulsão dos holandeses em 1654. No próprio Rio de Janeiro já havia sido designado o Arsenal de
Marinha, por força do Alvará Régio de 12 de agosto de 1797, para realizar os serviços de combate a incêndio da cidade. Antes da criação do Corpo de Bombeiros da Corte, portanto, os serviços eram executados por operários dos Arsenais de Guerra e Marinha, das Obras Públicas e da Casa de Correção. Fontes: Giancarlo Aste. Histórico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro. Imprensa Oficial do
Estado do Rio de Janeiro, Niterói, 1991. 6 Tenente-coronel Pedro Dias de Campos, O Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, Retrospecto Histórico,
Monografia publicada em março de 1912, p. 18
7 Candido Malta Campos, São Paulo, metrópole em trânsito: percursos urbanos e culturais – Candido Malta
Campos, Lúcia Helena Gama, Vladimir Sacchetta (organizadores) – São Paulo: Editora Senac, 2004, p. 37
Assistir Video no Youtube Caso tenha dúvidas sobre nossa Política Geral de Tratamento e Proteção de Dados ou sobre os dados pessoais tratados na pagina Curso de Combate a Incêndio na Escola Superior de Bombeiros - ESB AVCB Bombeiro Alphaville, você pode entrar em contato com o Encarregado pela Proteção de Dados Pessoais (Data Protection Officer – DPO) TEOFILO MATHIAS DA COSTA, através do e-mail dpo@governanca.digital.
O relatório de Diagnóstico de Riscos de Incêndio tem por objetivo fornecer ao cliente uma ampla visão sobre os riscos de incêndio aos quais estão sujeitos a edificação e seus ocupantes, descrever as condições em que se encontram as medidas de proteção existentes e apresentar um plano de ação para mitigação dos riscos. São etapas da produção do Relatório de riscos de incêndio a. Reunião de nivelamento de expectativa e levantamento de dados preliminares; b. Levantamento e análise de documentação; c. Inspeção técnica; d. Análise do colegiado técnico (Engenheiros e Bombeiros) e. Elaboração do documento; f. Apresentação do relatório; g. Emissão da ART; h. Entrega formal.
O parecer técnico tem por objetivo entregar ao cliente o embasamento legal e/ou normativo acerca de temas que envolvam conflitos de interpretação ou outras necessidades específicas do cliente, com objetivo de amparar decisões ou estratégias da empresa. O Parecer Técnico é elaborado por time colegiado, composto por engenheiros especializados e oficiais da reserva do Corpo de Bombeiros. São etapas da produção do Relatório de riscos de incêndio i. Reunião de nivelamento de expectativa e levantamento de dados preliminares; j. Levantamento e análise de documentação; k. Análise do colegiado técnico (Engenheiros e Bombeiros) l. Elaboração do documento; m. Apresentação do parecer; n. Emissão da ART; o. Entrega formal.
Projeto Técnico de Proteção contra Incêndios tem por objetivo dimensionar, em conformidade com as normas e a necessidade do cliente, as medidas protetivas necessárias para promover a segurança efetiva da edificação e das pessoas que a frequentam
Os projetos elaborados pela safety têm como premissa o atendimento de requisitos como, segurança dos colaboradores, proteção do patrimônio da empresa, atendimento às normas e economia na execução.
Duvidas Frequentes?
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O que significa o Certificado de Licença do Corpo de Bombeiros (CLCB)?
O CLCB é um documento emitido pelo Corpo de Bombeiros para edificações consideradas de baixo potencial de risco à vida e ao patrimônio. Ele substitui o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) em todas as suas finalidades. O CLCB foi instituído pela Instrução Técnica nº 42, de 08 de maio de 2014.
Como posso acessar o Certificado de Licença após ser enquadrado como CLCB, mas não consigo visualizá-lo?
Após a conclusão da solicitação, o Corpo de Bombeiros tem até 7 dias corridos para analisar a documentação e emitir o Certificado de Licença. O sistema controla esse prazo e emite automaticamente o CLCB, a menos que haja notificação ou comunicação de vistoria durante esse período. Se houver notificação, é necessário fazer o upload novamente dos documentos solicitados. Se houver comunicação de vistoria, é preciso solicitar o retorno da vistoria. Após o upload da documentação ou o pedido de retorno de vistoria, o CLCB passará por nova análise do Corpo de Bombeiros, com mais 7 dias para conferência.
Qual é o custo envolvido na obtenção do AVCB?
O investimento na obtenção do AVCB é um custo relativamente baixo se comparado aos riscos e às penalidades associadas à falta de regularização. Prevenir multas, sanções administrativas e garantir a segurança humana sempre compensa.
O que é o AVCB e qual sua importância?
AVCB é o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, comprova que a edificação possui condições seguras para evacuação, acesso fácil ao Corpo de Bombeiros em caso de incêndio e equipamentos de combate a incêndio em conformidade.
Qual a validade do AVCB?
A validade do AVCB varia de 1 a 6 anos, conforme o tipo de atividade e o risco da edificação, conforme legislação estadual.
Posso renovar o AVCB após vencido?
Sim, mas o estabelecimento não pode operar sem o documento válido. A renovação deve ser solicitada antes do vencimento, e, se já vencido, o processo é tratado como nova solicitação, podendo incorrer em multas.
Como saber se meu imóvel precisa de AVCB ou CLCB?
Consulte a tabela de classificação de risco da Instrução Técnica nº 01 do Corpo de Bombeiros do seu estado ou contrate um profissional habilitado para fazer essa análise.
Depende do porte, localização e tipo de atividade. Comércios de baixo risco e pequeno porte podem precisar apenas do CLCB ou até estar isentos, conforme a legislação do estado.
O que significa a classe de fogo (A, B, C, D e K)?
A classe define o tipo de material que está em chamas: Classe A (materiais sólidos como madeira e papel), Classe B (líquidos e gases inflamáveis), Classe C (equipamentos elétricos energizados), Classe D (metais combustíveis) e Classe K (gordura e óleos de cozinha).
O que verificar na inspeção mensal dos extintores?
Verifique: Se o extintor está no local de fácil acesso e sinalizado; Se o pino de segurança e o lacre estão intactos; Se o mostrador do manômetro indica pressão adequada (no verde); Se não há sinais de ferrugem, amassados ou vazamentos; e Se a data da última manutenção está dentro do prazo.
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Sobre a gente
Engenharia com propósito: proteger vidas e patrimônios. Desenvolvemos projetos e soluções integradas para garantir o AVCB de empresas e condomínios, com foco em eficiência técnica e atendimento às normas estaduais.
Com uma equipe multidisciplinar altamente qualificada, composta por engenheiros, arquitetos, técnicos de segurança do trabalho e especialistas, atuamos em estrita conformidade com as normas aplicáveis. Essa expertise nos possibilita elaborar propostas personalizadas para cada tipo de construção, buscando soluções viáveis que atendam às necessidades de cada edificação.
MISSÃO
Nossa missão é simplificar etapas burocráticas aos nossos clientes, garantindo qualidade, segurança e agilidade na prestação de serviço.
VISÃO
Sermos reconhecidos pelo trabalho em segurança contra incêndio pela capacidade em atender as necessidades dos nossos clientes com agilidade.
VALORES
Honestidade, responsabilidade, determinação, ética e competência.
Normas Atendidas
Normas da ABNT, Corpo de Bombeiros, NR (Segurança do Trabalho), NFPA, Enel
AVCB - CLCB - Instalação - Projeto Técnico
DESDE 2017. SEGURANÇA E RESPONSABILIDADE PARA PROTEÇÃO A VIDA
Projetos e Aprovações:
Emissão e renovação de CLCB/AVCB, Elaboração de Projeto de Proteção Contra Incêndio e consultoria técnica
Equipamentos e Sistemas
Venda e Instalação de equipamentos contra incêndio (hidrantes, sprinklers, sinalização, iluminação e extintores)
Treinamentos
Formação de Brigada de Incêndio com atestado da empresa e certificado individuais
Regularização predial
Regularização de obras na prefeitura com emissão de alvará de construção e habite-se
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Extintores e Acessórios: Produtos certificados disponíveis em diversas versões.
Água pressurizada, Pó químico seco (ABC, BC), Dióxido de carbono (CO₂), Portáteis (4kg, 6kg, 10kg), Acessórios: Suportes, lacres, manômetros, etiquetas de inspeção, válvulas e peças.
Sinalização de Emergência: Itens conforme a norma NBR 13434.
Placas fotoluminescentes (Saída, Extintor, Hidrante, Rota de Fuga), Placas personalizadas, Fitas de demarcação de piso, Sinalização de equipamentos e áreas de risco,
Iluminação de Emergência: Iluminação eficiente e conforme normas de segurança.
Luminárias autônomas de LED, Luminárias de sobrepor e embutir, Iluminação de balizamento de rota, Baterias de reposição,
Hidrantes e Componentes: Itens certificados e compatíveis com instalações prediais.
Abrigos metálicos para mangueiras, Mangueiras tipo I e II (com selo do Inmetro), Esguichos regsmalláveis, Válvsmallas de hidrante angsmallar, Chaves storz, tampões e conexões,