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Pressurização de Escadas - Bombeiros: Guia Completo 2024
Pressurização de Escadas - Bombeiros: Guia Completo 2024
O sistema de pressurização de escadas é um dos componentes mais importantes da segurança contra incêndio em edificações verticais. Este guia completo explica tudo sobre seu funcionamento, normas técnicas, componentes e manutenção conforme as exigências do Corpo de Bombeiros.
Resumo Executivo: A pressurização de escadas mantém as rotas de fuga livres de fumaça durante incêndios, garantindo a segurança dos ocupantes. É obrigatória em edificações acima de 30 metros de altura ou conforme determinação das normas técnicas estaduais.
O que é Pressurização de Escadas?
A pressurização de escadas é um sistema que mantém uma pressão de ar positiva nas escadas de emergência, impedindo a entrada de fumaça e gases tóxicos durante um incêndio. Isso garante que as rotas de fuga permaneçam seguras para a evacuação dos ocupantes.
Funcionamento do Sistema de Pressurização
[DIAGRAMA: Sistema de Pressurização de Escadas]
O sistema injeta ar fresco nas escadas, criando uma barreira contra fumaça
Quando a Pressurização é Obrigatória?
Conforme a IT 11/2019 (Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros), a pressurização é obrigatória nas seguintes situações:
Tipo de Edificação
Exigência
Norma de Referência
Edificações acima de 30m de altura
Obrigatório
IT 11/2019
Edificações com mais de 12 pavimentos
Obrigatório
IT 11/2019
Hospitais e casas de saúde
Obrigatório (independente da altura)
IT 08/2019
Edificações de risco alto
Obrigatório
IT 11/2019
Edificações entre 12m e 30m
Pode ser exigido conforme análise de risco
IT 11/2019
Nota Técnica: As exigências podem variar entre estados. Em São Paulo, consulte a IT 11/2019. No Rio de Janeiro, a IT 01/2018. Verifique sempre a legislação local do Corpo de Bombeiros.
Componentes do Sistema de Pressurização
Ventiladores de Pressurização
Unidades responsáveis por insuflar ar nas escadas, mantendo a pressão positiva. Podem ser centrífugos ou axiais.
Dutos de Ar
Condutos que distribuem o ar pressurizado por todos os pavimentos da escada de emergência.
Dampers de Controle
Regulam o fluxo de ar entre os pavimentos, mantendo a pressão uniforme em toda a escada.
Pressostatos
Sensores que monitoram a pressão interna e ajustam automaticamente o sistema.
Painel de Comando
Central de controle que gerencia todo o sistema e indica seu status operacional.
Sistema de Alimentação
Grupo gerador de emergência para garantir funcionamento mesmo durante falta de energia.
Parâmetros Técnicos Exigidos
O sistema deve atender aos seguintes parâmetros conforme normas técnicas:
Parâmetro
Valor Exigido
Finalidade
Pressão Mínima
25 Pa
Barreira básica contra fumaça
Pressão Máxima
87 Pa
Evitar dificuldade em abrir portas
Velocidade do Ar na Porta
1,0 m/s mínimo
Impedir entrada de fumaça
Tempo de Acionamento
Máximo 60 segundos
Resposta rápida ao incêndio
Projeto e Instalação
Análise da Edificação
Estudo das características construtivas, número de pavimentos, tipo de ocupação e rotas de fuga.
Cálculos de Pressurização
Dimensionamento do sistema baseado em volume das escadas, vazamentos e número de portas abertas simultaneamente.
Seleção de Equipamentos
Escolha de ventiladores, dutos e componentes compatíveis com as necessidades calculadas.
Projeto Executivo
Elaboração de plantas, memoriais e especificações técnicas para aprovação do Corpo de Bombeiros.
Instalação e Comissionamento
Montagem do sistema, ajustes finos e testes de funcionamento.
Manutenção e Inspeções Obrigatórias
O sistema de pressurização exige manutenção periódica conforme normas:
Manutenção
Periodicidade
Itens Verificados
Mensal
30 dias
Funcionamento básico, indicadores visuais
Trimestral
90 dias
Teste de acionamento, pressões
Semestral
6 meses
Limpeza de componentes, verificação completa
Anual
12 meses
Manutenção preventiva completa, relatório técnico
Importante: A manutenção deve ser realizada por empresa especializada e os registros devem ser mantidos para apresentação ao Corpo de Bombeiros durante vistorias.
Problemas Comuns e Soluções
Pressão Insuficiente
Causas: Ventilador subdimensionado, vazamentos excessivos Solução: Recalcular sistema, vedar vazamentos
1. Qual a diferença entre pressurização e exaustão?
A pressurização insufla ar limpo criando pressão positiva, enquanto a exaustão remove fumaça criando pressão negativa. São sistemas complementares.
2. Quanto custa instalar um sistema de pressurização?
O custo varia conforme o tamanho da edificação, mas geralmente fica entre R$ 15.000 e R$ 50.000 para edifícios médios.
3. É possível adaptar pressurização em edificações existentes?
Sim, mas requer estudo técnico detalhado e pode envolver obras civis para instalação de dutos e equipamentos.
4. Quem pode projetar sistema de pressurização?
Apenas engenheiros mecânicos ou de segurança do trabalho habilitados no CREA podem assinar projetos de pressurização.
Normas Técnicas de Referência
IT 11/2019 - Sistemas de Controle de Fumaça (Corpo de Bombeiros SP)
NBR 16498 - Sistemas de pressurização em escadas de segurança
NFPA 92 - Standard for Smoke Control Systems
ASHRAE Handbook - HVAC Applications
Atenção: A falta de sistema de pressurização ou sua manutenção inadequada pode resultar em multas, interdição do edifício e, principalmente, colocar vidas em risco em caso de incêndio.
Comprovante de responsabilidade técnica de instalação e/ou manutenção das medidas de segurança contra incêndios – Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) Descrição: consiste em fornecer ao cliente a ART, assinada por profissional competente, atestando a conformidade das medidas de segurança da edificação, em conformidade com as exigências do órgão regulador.
cmarArtur NogueiraMoócaJardim Wandatreinamento nr 23laudo técnicoavcb valorrenovar avcbEmissão de ART para AVCB
Setores de Atuação safety: Sua Parceira em Segurança Contra Incêndios b. Desarquivamento do último projeto junto ao Corpo de Bombeiros, quando aplicável; c. Levantamento e análise de documentação; d. Inspeção técnica; e. Análise do colegiado técnico (Engenheiros e Bombeiros); f. Apresentação da proposta técnica de dimensionamento; g. Elaboração do Projeto e respectivos memoriais; h. Emissão da ART; i. Apresentação do Projeto para análise do Corpo de Bombeiros; j. Acompanhamento e resposta à questionamentos técnicos; k. Entrega formal do projeto aprovado ao cliente.
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Benefícios:
Segurança Garantida: Nosso projeto é dimensionado para promover a segurança efetiva da edificação e de seus ocupantes, garantindo a proteção necessária em caso de incêndio.
Atendimento às Normas: Seguimos rigorosamente as normas e regulamentações pertinentes, garantindo que seu projeto esteja em conformidade com os requisitos legais e técnicos.
Economia na Execução: Além de priorizar a segurança, também buscamos otimizar os custos, proporcionando uma execução econômica do projeto sem comprometer a qualidade.
Perguntas Frequentes:
Quais são as etapas do processo de elaboração do Projeto Técnico de Proteção contra Incêndios?
O processo inclui desde a reunião inicial de nivelamento até a entrega formal do projeto aprovado ao cliente, passando por etapas como levantamento de dados, análise de documentação, inspeção técnica, elaboração do projeto, emissão da ART e acompanhamento junto ao Corpo de Bombeiros.
Como é feita a análise do projeto pelo Corpo de Bombeiros?
Apresentamos o projeto para análise do Corpo de Bombeiros, acompanhando e respondendo a eventuais questionamentos técnicos que possam surgir durante o processo de aprovação.
Por que escolher a safety?
Com uma equipe experiente de engenheiros e bombeiros especializados, garantimos um projeto técnico de excelência que prioriza a segurança e a conformidade com as normas. Conte conosco para proteger seu patrimônio e suas pessoas de forma eficaz e confiável. Somos a melhor escolha para seu projeto de proteção contra incêndios.
Pergunta: O que é um Plano de Emergência?
Resposta: Um Plano de Emergência é um documento essencial que detalha os riscos de incêndio e os procedimentos básicos a serem seguidos em caso de emergência. Ele deve ser elaborado por escrito e contém informações cruciais para garantir a segurança de todos em caso de incêndio.
Pergunta: Quais são as informações contidas em um Plano de Emergência?
Resposta: Um Plano de Emergência deve conter informações sobre a construção e ocupação da edificação, a população total e por setor, as características de funcionamento, a presença de pessoas com necessidades especiais, os recursos humanos e materiais disponíveis (como a brigada de incêndio e sistemas de detecção e combate a incêndios), entre outros.
Pergunta: Qual é a importância da apresentação do Plano de Emergência no processo de análise do AVCB?
Resposta: A apresentação do Plano de Emergência e da planta de risco é fundamental no processo de análise do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Esses documentos fornecem informações essenciais sobre a segurança da edificação e são avaliados para garantir que ela atenda aos requisitos de segurança contra incêndios.
Pergunta: O que é uma planta de risco de incêndio e qual sua função?
Resposta: Uma planta de risco de incêndio é um documento que facilita a localização dos recursos de emergência e das rotas de fuga na edificação. Ela deve estar localizada na entrada da edificação e pode ser em formato eletrônico ou impresso, nos tamanhos A2, A3 ou A4.
Pergunta: Como posso obter ajuda para elaborar meu Plano de Emergência e garantir a conformidade com os requisitos legais?
Resposta: A A5S Laudos e Engenharia oferece todo o suporte necessário para elaboração, adequação, emissão e renovação do AVCB e CLCB, incluindo a elaboração do Plano de Emergência. Conte conosco para garantir a segurança e conformidade de sua edificação.
4 Definições
Para os propósitos desta Instrução Técnica, são aplicáveis as definições contidas na IT 03 - Glossário de segurança contra incêndio.
5 Plano de Emergência Contra Incêndio
O plano de emergência estabelece atribuições e procedimentos destinados a organizações e pessoas, com o intuito de realizarem ações específicas, de acordo com a localização e o momento em que ocorrer uma situação de emergência ou desastre.
5.1 Elaboração do Plano de Emergência Contra Incêndio
5.1.1 Para criar um plano de emergência, é essencial conduzir uma avaliação preliminar dos riscos de incêndio, identificando-os, listando-os e representando-os em uma planta de risco de incêndio.
5.1.2 A elaboração do plano de emergência requer a intervenção de um profissional qualificado, responsável por examinar previamente os riscos da edificação, visando minimizar ou eliminar todas as ameaças existentes.
5.1.3 As abordagens podem incluir, mas não se limitam a, métodos como "what if", "check list", "hazop", árvore de falhas ou diagrama lógico de falhas.
5.1.4 O Plano de Emergência Contra Incêndio deve incluir, no mínimo, informações detalhadas sobre a edificação e os procedimentos essenciais em caso de incêndio.
5.1.5 O plano deve ser documentado e considerar os seguintes aspectos (consulte o Anexo A):
5.1.5.1. Localização (urbana, rural, vizinhança, distâncias de outras edificações e/ou riscos, distância do Corpo de Bombeiros, existência de Plano de Auxílio Mútuo ou Rede Integrada de Emergência);
5.1.5.2. Tipo de construção (alvenaria, concreto, metálica, madeira etc.);
5.1.5.3. Uso da edificação (industrial, comercial, residencial, escolar etc.);
5.1.5.4. População total e por área e andar (permanente, temporária, características, demografia etc.);
5.1.5.5. Horários de funcionamento (turnos, dias úteis, finais de semana);
5.1.5.6. Necessidades especiais (pessoas com deficiência física, idosos, gestantes);
5.1.5.7. Riscos específicos relacionados à atividade;
5.1.5.8. Recursos humanos (brigada de incêndio, profissionais treinados, equipamentos disponíveis como saídas de emergência, hidrantes, sistemas de detecção de incêndio, entre outros).
5.1.6 Um modelo de plano de emergência contra incêndio está disponível no Anexo B.
5.1.7 Os procedimentos básicos em caso de incêndio devem abordar os seguintes aspectos.
5.1.7 (Continuação)
5.1.7.1 Abandono de área: Realizar a evacuação parcial ou total do local quando necessário, seguindo as comunicações preestabelecidas, conduzindo a população fixa e móvel para o ponto de encontro e garantindo a assistência para pessoas com deficiência física permanente ou temporária, bem como para aqueles que precisam de assistência adicional, como idosos e gestantes.
5.1.7.2 Alerta: Identificar uma situação de emergência e alertar os ocupantes, brigadistas, bombeiros civis e equipes de apoio por meio de sistemas de comunicação disponíveis ou alarmes, podendo ser acionado automaticamente em edificações equipadas com sistemas de detecção de incêndio.
5.1.7.3 Análise da situação: Após o alerta, avaliar a situação desde o início até a conclusão da emergência e iniciar os procedimentos necessários, priorizando ou realizando ações simultâneas de acordo com os recursos disponíveis no local.
5.1.7.4 Apoio externo: Acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros e/ou outras autoridades locais, preferencialmente por um brigadista, fornecendo informações detalhadas sobre a emergência, incluindo nome do solicitante, número de telefone, endereço completo, pontos de referência, descrição da situação e quaisquer vítimas ou condições específicas.
5.1.7.5 Combate ao incêndio: Tentar extinguir o incêndio, se possível, restaurando a normalidade o mais rápido possível.
5.1.7.6 Confinamento do incêndio: Limitar a propagação do incêndio para reduzir danos adicionais.
5.1.7.7 Eliminação de riscos: Desligar fontes de energia e fechar válvulas de tubulações para evitar mais danos na área afetada.
5.1.7.8 Investigação: Determinar as causas do incêndio e quaisquer ações tomadas, a fim de sugerir medidas preventivas e corretivas para evitar futuros incidentes.
5.1.7.9 Isolamento da área: Restringir o acesso à área afetada para facilitar o trabalho de emergência e impedir a entrada de pessoas não autorizadas.
5.1.7.10 Primeiros socorros: Prestar assistência médica inicial às vítimas, mantendo ou restaurando as funções vitais até a chegada de socorristas qualificados.
5.1.8 Interface com Outros Planos
O plano de emergência contra incêndio deve se integrar a outros planos, conforme os riscos específicos da operação, como planos para produtos perigosos, explosões, inundações e pânico.
5.2 Planta de Risco de Incêndio
5.2.1 A planta de risco de incêndio tem como objetivo facilitar o reconhecimento do local por parte das equipes de emergência e dos ocupantes da edificação ou área de risco.
5.5 Manutenção do Plano de Emergência Contra Incêndio
5.5.1 Reuniões Periódicas: É fundamental realizar encontros regulares, preferencialmente liderados pelo responsável pela gestão de riscos de incêndio, em conjunto com sua equipe multidisciplinar, o coordenador geral da brigada de incêndio, chefes e líderes de brigada, brigadistas profissionais (se aplicável) e um representante do grupo de apoio. As discussões devem ser registradas em ata e encaminhadas aos setores competentes para as devidas providências.
5.5.2 Itens Abordados nas Reuniões Periódicas: Durante essas reuniões, é importante abordar os seguintes pontos:
Agendamento dos exercícios de evacuação;
Definição das responsabilidades de cada indivíduo dentro do plano de emergência;
Condições de manutenção e uso dos equipamentos de combate a incêndio;
Apresentação e discussão dos problemas identificados durante inspeções, visando propor soluções corretivas;
Atualização sobre técnicas e táticas de combate a incêndio;
Outros assuntos pertinentes ao plano de emergência.
5.5.3 Reuniões Extraordinárias: Encontros extraordinários devem ser convocados sempre que:
Houver ocorrência de um sinistro;
For identificado um perigo iminente;
Ocorrer uma mudança significativa nos processos industriais ou de serviços, na área ou no layout;
Estiver prevista a realização de serviços que possam representar algum risco.
5.6 Revisão do Plano de Emergência Contra Incêndio
5.6.1 Procedimento de Revisão: O responsável pelo plano deve revisá-lo sempre que:
Houver alterações significativas nos processos industriais, nos serviços, na área ou no layout;
For identificada a possibilidade de aprimoramento do plano;
Se passarem 12 meses desde a última revisão.
5.6.2 Alterações Significativas: Mudanças importantes nos processos industriais, serviços, área ou layout devem ser acompanhadas de uma avaliação pelo responsável pela elaboração do plano, visando a identificar e implementar as adaptações necessárias.
5.6.3 Colaboração na Avaliação: As avaliações do plano devem contar com a participação do coordenador geral da brigada de incêndio, líderes da brigada, brigadistas profissionais (se aplicável), um representante do grupo de apoio e os profissionais responsáveis pelas mudanças nos processos ou na área.
5.7 Auditoria do Plano
5.7.1 Procedimento de Auditoria: Um profissional qualificado deve realizar a auditoria do plano a cada 12 meses, preferencialmente antes da revisão. Esta auditoria visa avaliar se o plano está sendo seguido conforme esta instrução técnica e se os riscos identificados foram mitigados ou eliminados.
6 Procedimentos para Vistoria do Corpo de Bombeiros
6.1 Exigências Durante a Vistoria:
6.1.1 Apresentação da Planta de Risco: Na primeira vistoria após a ocupação/habitação da edificação, a planta de risco de incêndio deve ser apresentada ao Corpo de Bombeiros através do upload no Sistema Via Fácil Bombeiros.
6.1.2 Disponibilidade do Plano de Emergência: Uma cópia do plano de emergência contra incêndio deve estar disponível para consulta em um local acessível para os ocupantes, como a portaria ou sala de segurança, e pode ser solicitada pelo Corpo de Bombeiros durante vistorias técnicas, exercícios simulados ou situações de emergência.
6.1.3 Fixação da Planta de Risco: Recomenda-se que a planta de risco de incêndio seja fixada em locais visíveis nas edificações, permitindo que os usuários reconheçam as rotas de fuga e as orientações em caso de incêndio.
6.1.4 Atualização da Planta de Risco: Devido a possíveis modificações, a planta de risco de incêndio deve ser mantida sempre atualizada, com o arquivo disponibilizado novamente de acordo com o procedimento mencionado em 6.1.1.
Modelo de Plano de Emergência Contra Incêndio
B.1 Descrição da Edificação ou Área de Risco
B.1.1 Identificação da Edificação:
Nome da empresa ou estabelecimento.
B.1.2 Localização:
Tipo de localização (urbana ou rural), endereço completo, características da vizinhança, distância do Corpo de Bombeiros e meios de ajuda externa.
B.1.3 Estrutura:
Tipo de estrutura (alvenaria, concreto, metálica, madeira etc.).
B.1.4 Dimensões:
Área total construída, área de cada edificação, altura, número de andares, presença de subsolos, garagens, entre outros detalhes.
B.1.5 Ocupação:
Tipo de ocupação conforme o Regulamento de Segurança Contra Incêndio.
B.1.6 População:
População fixa e flutuante, características, distribuição por setor, área e andar.
B.1.7 Características de Funcionamento:
Horários e turnos de trabalho, dias e horários fora do expediente, informações sobre departamentos, responsáveis e comunicação interna.
B.1.8 Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais:
Número e localização das pessoas com necessidades especiais na planta.
B.1.9 Riscos Específicos:
Detalhes sobre riscos específicos associados à atividade, como cabines, equipamentos, entre outros.
B.1.10 Recursos Humanos:
Número de membros da Brigada de Incêndio, Brigadistas Profissionais, Corpo de Bombeiros e outros recursos externos.
B.1.11 Sistemas de Segurança Contra Incêndio:
Equipamentos e recursos disponíveis, como hidrantes, chuveiros automáticos, reservas de água, geradores, entre outros.
B.1.12 Rotas de Fuga:
Identificação das rotas de fuga e pontos de encontro, garantindo sua sinalização e desobstrução.
B.2 Procedimentos Básicos de Emergência Contra Incêndio
Os procedimentos abaixo devem ser seguidos conforme a disponibilidade de pessoal, priorizando o atendimento às vítimas.
B.2.1 Alerta:
Meios e responsáveis pelo alerta em caso de incêndio, incluindo órgãos a serem contatados e comunicação com a Brigada e ocupantes.
B.2.2 Análise da Situação:
Identificação da pessoa responsável pela análise da situação, comunicação de emergências e demais providências.
B.2.3 Apoio Externo:
Responsável por acionar o Corpo de Bombeiros ou outros meios externos, fornecendo informações necessárias sobre o incidente.
B.2.4 Primeiros Socorros:
Pessoas habilitadas para prestar os primeiros socorros e indicação de hospitais próximos.
B.2.5 Eliminação de Riscos:
Responsável pelo corte de energia e fechamento de válvulas, se necessário.
B.2.6 Abandono de Área:
Metodologia e responsáveis pelo abandono do local em caso de emergência.
Primeiros Socorros e Hospitais Próximos:
Os primeiros socorros devem ser realizados pelos brigadistas, conforme treinamento específico recebido. Em caso de necessidade de encaminhamento para atendimento médico, os pacientes devem ser levados ao Hospital Santa Catarina, localizado na Av. Paulista 200.
C.2.5 Eliminação de Riscos:
Se necessário, é responsabilidade providenciar o corte da energia elétrica e o fechamento das válvulas das tubulações. O corte geral deve ser realizado pela equipe de manutenção, disponível para auxiliar o Chefe da Brigada.
C.2.6 Abandono de Área:
Caso seja necessário evacuar o prédio, o alarme de incêndio deve ser acionado novamente para iniciar o procedimento. Os ocupantes devem descer em fila, sem tumulto, liderados por brigadistas. Antes de deixar o pavimento, brigadistas verificam a presença de retardatários e fecham portas/janelas. Pessoas com deficiência devem ser acompanhadas por brigadistas designados. Todos devem se reunir no saguão dos elevadores e dirigir-se ao ponto de encontro após o segundo toque do alarme.
C.2.7 Isolamento de Área:
A área afetada pelo incêndio deve ser isolada para garantir os trabalhos de emergência e evitar acesso não autorizado.
C.2.8 Confinamento do Incêndio:
O fogo deve ser contido para evitar sua propagação e danos adicionais.
C.2.9 Combate ao Incêndio:
Os brigadistas devem iniciar o combate ao fogo conforme treinamento recebido, sob comando de um Brigadista Profissional. Outros ocupantes podem auxiliar se treinados, capacitados e protegidos.
C.2.10 Investigação:
Após o controle da emergência, o Chefe da Brigada deve iniciar uma investigação e elaborar um relatório sobre o incidente, incluindo ações tomadas e recomendações para prevenir futuros incidentes.
Livros e Artigos: A Segurança Contra Incêndio no Brasil - Bombeiros
Há cerca de dois anos, um grupo de pessoas ligadas à Universidade de São Paulo e ao Corpo de Bombeiros de São Paulo começou a discutir a importância e a necessidade de uma literatura nacional sobre segurança contra incêndio, que pudesse servir de base para estudos nessa área. Os envolvidos com a segurança contra incêndio percebem que, em nosso país, o clima de quase estagnação está se transformando. Uma tendência à uniformização das legislações estaduais, o surgimento de cursos de pós-graduação em segurança contra incêndio, a elaboração de normas técnicas em sintonia com o que vem acontecendo no exterior, são sinais de que a área está num processo de evolução.
A seguir parte do Conteudo: A Segurança Contra Incêndio no Brasil
A Importância do Conteúdo:
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AVCB Bombeiro Alphaville, você pode entrar em contato com o Encarregado pela Proteção de Dados Pessoais (Data Protection Officer – DPO) TEOFILO MATHIAS DA COSTA, através do e-mail dpo@governanca.digital.
Reuniões bimestrais junto a Gestão dos nossos clientes, para alinhamento de expectativas e discussão de indicadores. A partir de uma avaliação dos cenários, com alinhamentos de planos de ação dos riscos e da segurança contra incêndio, levaremos um entendimento macro da prevenção e segurança, com avaliação da experiência e revisão de todos os passos e atividades envolvidas na operação gerenciada
Com nossa gestão, relatórios e um gerenciamento eficaz durante a jornada da apólice, atuamos junto às Seguradoras e Resseguradoras , buscando uma melhor alocação do risco dos nossos clientes, gerando melhores prêmios com economicidade , LMI maiores e uma condição mais favorável aos riscos das operações sob nossa gestão.
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Duvidas Frequentes?
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Qual é o prazo para obtenção ou renovação do AVCB?
Com a Safety, o processo de elaboração e protocolo do seu projeto junto ao Corpo de Bombeiros é concluído em até 15 dias. Após o protocolo, o Corpo de Bombeiros tem um prazo médio de avaliação de 30 a 90 dias para emitir um parecer. Esses prazos podem variar de acordo com a complexidade do projeto e a demanda de cada região. É importante ressaltar que a obtenção ou renovação do AVCB dentro dos prazos estabelecidos é essencial para cumprir com as normas de segurança contra incêndios, assegurando a proteção dos ocupantes do edifício e garantindo a conformidade com a legislação vigente, como a Lei Estadual, que estabelece as diretrizes para prevenção e combate a incêndios no estado.
Como faço para modificar as informações do Certificado de Licença do Corpo de Bombeiros (CLCB) emitido?
Para alterar os dados do Certificado de Licença do Corpo de Bombeiros (CLCB), é necessário preencher um Formulário de Atendimento Técnico (FAT) e submetê-lo à análise do Corpo de Bombeiros.
Para que serve a Comissão Técnica de Autorização para Adequação (CTAA)
A Comissão Técnica de Autorização para Adequação objetiva a concessão de prazo, mediante fundamentada razão, para implementação das medidas de segurança contra incêndio previstas na legislação vigente, por meio da adoção de medidas compensatórias de segurança contra incêndio, as quais, em hipótese alguma, podem ferir os objetivos descritos no Regulamento de Segurança Contra Incêndio das Edificações e Áreas de Risco do Estado de São Paulo. A Comissão Técnica de Autorização para Adequação destina-se, exclusivamente, à implementação de medidas de segurança contra incêndio constituídas por sistemas de proteção complexos para instalação e à implementação de medidas que impliquem a necessidade de realização de obras estruturais de grande porte na edificação.
Quem pode elaborar o projeto de segurança contra incêndio?
Somente profissionais habilitados, como engenheiros civis, elétricos ou de segurança do trabalho, devidamente registrados no CREA e credenciados junto ao Corpo de Bombeiros.
O que é IT (Inspeção Técnica) de equipamentos?
É a inspeção periódica obrigatória em equipamentos de combate a incêndio, como extintores, hidrantes e mangueiras, realizada por empresa credenciada, com emissão de laudo técnico válido.
O que fazer se o Corpo de Bombeiros reprovar a vistoria?
Corrigir as pendências apontadas no relatório de vistoria, apresentar os documentos ou obras necessárias e solicitar nova vistoria, dentro do prazo estipulado.
Depende do porte, localização e tipo de atividade. Comércios de baixo risco e pequeno porte podem precisar apenas do CLCB ou até estar isentos, conforme a legislação do estado.
A quantidade e o tipo de extintores dependem da área, do risco da atividade e da classificação da edificação, conforme a Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros do seu estado. Um profissional habilitado deve fazer esse cálculo.
Meu prédio é antigo e não atende a todas as normas atuais. Como conseguir o AVCB?
Para edificações antigas, existe a "Reformação" ou "Adaptação", um processo que permite o enquadramento em normas anteriores (da época da construção) ou a aplicação de medidas compensatórias. Um profissional especializado pode elaborar um projeto de adaptação para regularizar sua situação.
O que é o sistema de chuveiros automáticos (Sprinklers)?
É um sistema de combate a incêndio que detecta o calor e descarrega água automaticamente sobre a área do foco de incêndio, sendo um dos métodos mais eficazes de controle e extinção.
Proteja Seu Patrimônio: Solicitação de Serviços de Segurança Contra Incêndio
Sobre a gente
Nossa Missão: Zero Acidentes, 100% Conformidade
Com uma equipe multidisciplinar altamente qualificada, composta por engenheiros, arquitetos, técnicos de segurança do trabalho e especialistas, atuamos em estrita conformidade com as normas aplicáveis. Essa expertise nos possibilita elaborar propostas personalizadas para cada tipo de construção, buscando soluções viáveis que atendam às necessidades de cada edificação.
MISSÃO
Nossa missão é simplificar etapas burocráticas aos nossos clientes, garantindo qualidade, segurança e agilidade na prestação de serviço.
VISÃO
Sermos reconhecidos pelo trabalho em segurança contra incêndio pela capacidade em atender as necessidades dos nossos clientes com agilidade.
VALORES
Honestidade, responsabilidade, determinação, ética e competência.
Normas Atendidas
Normas da ABNT, Corpo de Bombeiros, NR (Segurança do Trabalho), NFPA, Enel
AVCB - CLCB - Instalação - Projeto Técnico
DESDE 2017. SEGURANÇA E RESPONSABILIDADE PARA PROTEÇÃO A VIDA
Projetos e Aprovações:
Emissão e renovação de CLCB/AVCB, Elaboração de Projeto de Proteção Contra Incêndio e consultoria técnica
Equipamentos e Sistemas
Venda e Instalação de equipamentos contra incêndio (hidrantes, sprinklers, sinalização, iluminação e extintores)
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Esse é o vídeo 1 de uma série de vários vídeos onde onde estamos elaborando um projeto de incêndio
completo do zero num passo a passo - partindo do enquadramento da edificação na legislação, descobrindo quais medidas
devem ser projetadas e seguindo com o projeto de cada uma das medidas exigidas por lei.
como projeto de extintores, projeto de rede de hidrante🔥, projeto de iluminaria de emergência e assim por diante
Ao longo do conteúdo estou disponibilizando todo o material que estamos usando durante as aulas.
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Assista os demais vídeos da série para pegar acessar o conteúdo completo.
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Água pressurizada, Pó químico seco (ABC, BC), Dióxido de carbono (CO₂), Portáteis (4kg, 6kg, 10kg), Acessórios: Suportes, lacres, manômetros, etiquetas de inspeção, válvulas e peças.
Sinalização de Emergência: Itens conforme a norma NBR 13434.
Placas fotoluminescentes (Saída, Extintor, Hidrante, Rota de Fuga), Placas personalizadas, Fitas de demarcação de piso, Sinalização de equipamentos e áreas de risco,
Iluminação de Emergência: Iluminação eficiente e conforme normas de segurança.
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